domingo, 14 de setembro de 2014

Feira de Artesanato de Joinville



Seja inteligente e promova este trabalho.

Eu já disse isso num post que fiz sobre o carnaval de Joinville e repito aqui:

Não compare. Não critique. Participe.

Ela é tímida, pequena e com pouca variedade, mas tem tudo o que tem em qualquer feira.

Do artesanato propriamente dito aos brechós, sebo, antiguidades e as famosas flores da cidade de Joinville.

Tem o hippie, com seus brincos e anéis, que não poderia faltar, afinal a origem das feiras, são as antigas e conhecidas "feiras hippies".

Um lugar onde você sempre encontra alguém conhecido. 
Não é Duda e Deisemara Sebbold? Esta comendo pastel de carne e eu uma tapioca de côco. Conforme rimos e brincamos, quem vai à feira e não come, não fez o serviço completo.

A feira acontece na região central da cidade, agora crescendo e já avançando pela rua Jerônimo Coelho. 

Termina na altura do verdadeiro cartão postal de Joinville, a rua da Palmeiras ou Alameda Brüstlein, tendo ao fundo o Palácio dos Príncipes. 

E o blog superlinda também estava lá.


















sábado, 13 de setembro de 2014

Li o Livro "O Pequeno Príncipe"



Li o Livro "O Pequeno Príncipe" do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry.

Até ai nenhuma novidade, quem de nós não o leu um dia.

Publicado em 1943 é preconceituosamente chamado de o livros da misses e numa segunda classificação, um pouco mais amena, um livro infantil.

Narra a história do Pequeno Principe, herói de uma fábula que sonhava voar.

O conteúdo é cheio de simbolismo, que criança alguma ou adolescente é capaz de alcançar, penso eu.

Mas na verdade, eu li este livro há muitos anos, provavelmente assim como você e já reli em outros tempos.

O motivo da postagem de hoje, é mostrar este lançamento em pop-up, com ilustrações que parecem saltar do papel, com muita delicadeza. 

O texto é integral, num num formato 20x29 cm, Editora Agir.

Eu comprei e ficará sobre uma mesa como decoração, assim como tenho um jogo da velha, ao alcance de todos a qualquer hora.
















*Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui
São fotos do interior do livros mostrando os desenhos feitos pelo autor enquanto ia narrando suas histórias.
Os seus personagens,  a revoada de pássaros com quem teria migrado, o consagrado desenho da gibóia engolindo um elefante, o rei que lhe dava ordens, a grande montanha escalda que de tão alta, deveria poder ver todo o planeta e os homens que nela habitam e a cena da despedida do pequeno príncipe com a raposa.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Depilação Com Linha ou Fio






Threading ou Egpícia é a nova técnica queridinha de depilação. 

Nova somente entre nós, já que ela é centenária e originária do Médio Oriente e Sul Asiático.

Hugo Panacci aplicou, usando um simples fio de linha de algodão, desses que se usa para costurar roupas. 

É um processo rápido, limpo, prático, menos dolorido do que a depilação com cera e o blog superlinda aprovou.


Depilação com linha é uma técnica de depilação temporária, que consiste em apenas utilizar um fio 100% de algodão. Este fio é torcido e enrolado com as duas mãos, inserindo a sua extremidade na boca, de forma a provocar pressão no mesmo. Desliza sobre a pele, entrelaçando o pêlo com a parte do fio que se encontra enrolado, retirando-o a partir do folículo. A linha consegue remover uma linha inteira de pêlos de uma só vez, resultando numa linha recta sem pêlo, muito limpa e precisa. O Threading é uma técnica muito utilizada principalmente para o rosto, uma vez que é uma zona bastante sensível, pois trata-se de uma técnica bastante delicada, indicada para pessoas com a pele extremamente sensível. Quando falamos de rosto, este inclui a depilação, por exemplo, do lábio superior (buço), queixo, sobrancelhas, testa, maçãs do rosto, etc. É se não das melhores, como a única que define perfeitamente as sobrancelhas, pois facilita a elevação do arco da sobrancelha e ainda altera a forma e a definição da testa, assim como a expressão facial e do olhar.”



*Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui
1-Foto com duas imagens de Hugo Panacci aplicando a técnica em mim.
2-Foto com quatro imagens do google com aplicação da técnica na sobrancela, no buço, na perna e no rosto de um homem,

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

A Moça Racista ou Não.


O mundo de opinões, agora indignado com a possível transformação de Patricia Moreira, de criminosa em vítima, a partir da sua participação no Programa Encontro com Fátima Bernardes.

E eu acho que realmente ela passou a ser vítima. Não por seu comportamento, mas por estar pagando sozinha, por um crime que um estádio de futebol inteiro também cometeu.

A velha frase de pessoas que são descobertas e despontam para o sucesso porque "estavam no lugar certo não hora certa, agora deu errado.

Desta vez, Patricia estava no lugar errado e na hora errada, no momento exato que a câmera de TV a mostrou.

Aquela mesma câmera que flagra beijinhos, cartazes, as belas do estádios, também mostrou alguém que gritava o que toda a torcida gritava.

Se todos estivessem gritando LINDOOOO, ela estaria gritando LINDOOOOO. 
Se....GOSTOSO, ela estaria gritando GOSTOSO.
Se....FRANGUEIRO.....FRANGUEIRO 
Se....FDP....FDP

Mas nada disso é crime. MACACO é. E, não estou defendendo a "liberdade de expressão", neste sentido. 

Estou apenas levantando uma questão sobre o opinião pública em massa. Passional, cega, cruel e ineficaz. Querendo que alguém pague por atos que no mínimo em pensamento, um dia já tiveram, como disse Luallessi em seu post. 

Talvez assim sintam suas consciências mais aliviadas.

Justiça sim. Educação sim. Respeito sim. 
Crucificar não.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Coisas Que Você Só Lê No Twitter


@donincrenca: "@ReginaBrasilia votar em alguem pq vai defender o casamento gay é tão escroto qto votar em alguem q vai ser contra".

@Miltonneves: P q estrela da TV e cinema se fotografam peladas e se filmam transando e colocam tudo no celular? Ai tudo"vaza"e reclamam?Ora,parem com isso

@clarafavilla:"Quer dizer, então, que a Coligação da Dilma quer investigação sobre os rendimentos de Marina como palestrante. #Hipocrisia"


@letrasilimitadas: "Sabias? A única comida que não apodrece é o mel."
@letrasilimitadas: "Tudo o que é bom na vida é ilegal, imoral, engorda ou ENGRAVIDA."

@teclogoexisto: "Eu espero o momento que Dilma vai dizer "odeio falsidade"

@fabiolasalgado: "Gente, meu tweet foi parar no Superlinda http://t.co/sQsHovv3fa"

domingo, 7 de setembro de 2014

Li o Livro "Quer Mesmo Ser Professor?".



Um relato de histórias vivida por Mônica Bayeh, em sua trajetória como professora do curso secundário em Escolas Públicas na cidade do Rio de Janeiro.

Há casos tão hilários, que em certo momento cheguei a perguntar-lhe, se o personagem "João" da história "João Um Ladrão Guerreiro" (119) era verdadeiro. O que foi confirmado pela autora.

Eu que já fui professora e reconheci em várias cenas descritas, o dia a dia de um professor. Mas as minhas, foram experiências em corredores de escolas particulares. Uma realidade totalmente diversa da sua, Mônica, vivida em comunidades de favela e subúrbio. 

Motivar, ensinar e manter a disciplina com crianças que vivem entre armas, crimes e drogas, defino plagiando a expressão "não tem preço".

Não tem preço que pague o salário merecido, nem o aprendizado pessoal que isso proporciona à alguém.

Eu destaco algumas histórias, que você só entenderá lendo todo o contexto. Que sirva para despertar o seu interesse.

_A Franqueza Essencial (69). Sabe aquele momento de desânimo, que acontece conosco em qualquer profissão? Pois é, também aconteceu na vida de Mônica e não é para menos.

_A aula era de francês e o aluno pergunta se a atividade à ser feita, devia ser em francês. A resposta veio incontinente: "...não. Poder ser em alemão ou mandarim".
Aqui ela perdeu toda a paciência rsrs.

_A descrição da cena nominada "A Chamada" como indicação para um título de filme de terror (469) é especialmente verdadeira.

_A história de como é possível alguém ser chamado de "Caixote" lembrou-me de uma outra que conheço. Sempre pensei nas mães que passam meses e meses escolhendo um nome para o filho que vai nascer. Tanto cuidado e zelo para quando ele chegar na faculdade, os amigos o apelidaram de "Vaca". Sim, este era o apelido de um colega de turma do meu filho.

E entre tantas outras histórias, a que tirou boas gargalhadas de mim, foi a do alerta para que não gritem "socorro" em francês.

O livro é excelente. Não fosse pelas mazelas que é a vida de professor e das crianças dessas comunidades, eu diria que é divertidíssimo. 

E na verdade o é. Experiências contadas em curtas e breves histórias, sem que nos deixem sem entender todo o contexto, comprova a arte e o talento da autora Mônica Raouf El Bayeh





*Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui
1-Foto da capa do livro de Mônica Bayeh. 2-Foto de Mônica Bayeh


Ile de France Restaurant - Curitiba-PR


Ile de France Traditionnelle Cuisine Gastronomique.

Tradição

Requinte

História

Ele existe há 60 anos fundado por Emile e Janine Decock e há 57 anos funciona em um único endereço:
Praça 19 de dezembro 538, no Centro de Curitba - PR.

O mais conhecido cartão postal da França, a Torre Eiffel, no alto do prédio e impecáveis recepcionistas do serviço de valet, indicam que você chegou ao local de destino.

Está aí o ile de France Restaurant ou simplesmente o ile como é conhecido por seus frequentadores mais assíduos.


Escadaria com as paredes laterais pintadas de vermelho, te levam ao primeiro andar e você dá entrada num autêntico ambiente francês.




Vitrôs e sofás de couro em Capitonê, arandelas com luz indireta fazem a elegância do ambiente. Salas de estar, onde o status "em espera" tornar-se um prazer.


Dois salões com mesas de jantar e em cada uma delas uma lareira. Decoração perfeita para o clima frio da cidade de Curitiba.


O requinte dos pratos personalizados e dos talheres de prata para servir o que oferece o cardápio.

Da entrada de Escargot ou Cocktail de Crevettes, aos pratos principais o famoso Medallion au Poivre ou Crevettes aux Champagne encerrando com Crêpe Suzette ou Crème Brüllée à l'Orange, é só a minha sugestão.

O sofisticado e diversificado cardápio segue à risca as receitas da família Decock.


O vinho é servido na medida certa.
Lembro de muito poucas vezes, não precisar pedir à um garçon para servir o vinho em pequenas doses.





  Serviço de primeira de uma equipe irretocável e      sempre atenta .


O blog superlinda sentiu-se envaidecido com a gentileza e o tratamento recebido do proprietario Jean Paul L.R. Decock, que junto com a sua esposa Clara Chao Decock, estão no comando do Ile de France desde 1970.



*Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui
As fotos são todas dos restaurante Ile de France, conforme as descrições do texto/