sexta-feira, 26 de maio de 2017

Tem idade para ser diva?



Uma DIVA.
A noite da autoestima elevada. 
Foi assim que todas se sentiram. 
Cada uma ao seu estilo, entraram como se fosse "a única".
O centro das atenções.
O motivo do evento.


Não tinha idade, tinha mulher.
Não tinha mulher bonita, tinha a beleza da mulher. 
Não tinha mulher vivida, tinha mulher vivendo a vida.
Não tinha mulher modelo fotográfico, tinha mulher que se deixou fotografar.


Um só homem, o fotógrafo Fabio Roque,  através de suas lentes, da sensibilidade do seu olhar, capacidade profissional, fez 20 mulheres maduras se sentirem divas. Acontecimento coroado de êxito no entusiasmo e realização da esposa e #SuperLinda Maria Luiza Souto Hilbrecht.


E assim fazendo valer a máxima "Uma vez Diva, Sempre Diva" ei-las:


Hilda Borba
Carmen Lúcia

Carmêndia Vieira da Silva

Ale Lobo

Adria Santos
Sulamita Kaiser

Maria Luiza Souto Hulbricht

Maria Regina Souto

Talita Mara da Silva e Sheila Palhano
                                                                     Eliete Kormann e Elisa Maciel                                                                                                                                                             

Carolina Testoni 


Por fim tudo se transformou em festa de aniversário, festa de família, festa de amigos.



As fotos postadas recebem descrição detalhada para acesso ao deficiente visual Todas as fotos são da exposição são das pessoas com os nomes na legenda.



Veja mais fotos.  No página do Capitão Space. Obrigada José Lopes pela bela recepção.












Obrigada à Cássia por ceder ao blog #SuperLinda fotos do evento.

domingo, 21 de maio de 2017

O SuperLinda em São José do Xingu - MT


A ideia da camiseta, um projeto despretensioso feito para presentear amigos do SuperLinda, continua trazendo uma recompensa de valor inestimável. 

Me surpreende, cada vez mais, a disponibilidade de quem para, no mais longíquo e desconhecido canto do Brasil e do mundo, para fazer o registro com as fotos. E estes posts tornaram-se um dos maiores sucessos de visualização no blog. Seja pela curiosidade que despertam, lugares pitorescos, pontos turísticos, de balada ou desconhecidos.

Saber de onde virá a próxima postagem é uma surpresa que os amigos que fazem do Superlinda, também um blog de viagem, nos reservam.

Ninguém mostrou mais O SuperLinda por este Brasil Afora, direta ou indiretamente, do que Marcos Franzão. Uma pessoa que sempre estará no meu coração. Hummm...Até rimou, e não é por acaso.

No portal da cidade de São José do Xingu, no Estado do Mato Grosso, a 1.012 km da capital Cuiabá, distante aproximadamente 2.500 km de Joinville, é o registro, que ele nos faz hoje.   

Pesquisas no Google não informam nada, além de dados formais da população, que é de 5.267 habitantes no último censo e o tamanho do município com 7459,6 km2. Mas a foto que Marcos nos envia, característica de uma fotorreportagem, mostra com clareza sobre a economia do município. 

Este é o diferencial do SuperLinda. Exibindo um Brasil lindo e verdadeiro. Aonde você for, se mostrar, divulgamos. 



As fotos postadas recebem descrição detalhada para acesso ao deficiente visual  1 -  Foto de Marcos Franzão usando a camiseta do blog Superlinda em frente ao trevo de acesso da cidade de São José do Xingu. 2 - Foto da indicação da cidade escrito com grandes letras: São José do Xingu a Capital do Boi Gordo. Sobre um elevado de grama foi feita uma enorme reprodução de um boi gordo na cor branca. 

quinta-feira, 18 de maio de 2017

E já tem brasileiro querendo aprovar uma emenda.


Link da imagem



“A Constituição prevê eleição indireta, mas a pressão popular pode fazer o Congresso aprovar uma emenda que determine a realização de eleições diretas”.

Esta é a linha fina na matéria de CARTA CAPITAL "antecipando" o que o Congresso DEVE fazer.  Apoio declarado para infringir o que determina a Constituição. É a casa caindo e eles, literalmente, vivendo em euforia. Já estão querendo começar dando um "jeitinho" por conta da "pressão popular".

_Que pressão popular o quê...meu??? Façamos cumprir a Constituição deste país... p... 

Acho, mesmo, que está "na hora desta gente bronzeada", brasileiros jovens que se dizem trabalhadores insatisfeitos, estudantes batalhadores que não vem seu futuro, vivenciarem uma eleição indireta, cair nas mãos de um Rodrigo Maia como Presidente da República, para ver o que é a bancarrota de uma nação.  

Festejam as quedas, motivadas pela corrupção, como se isso fosse ganho pessoal. Estamos cada dia mais pobres e o povo nas ruas pedindo #foratermer, como "vingança" pelo Impeachment de Dilma, abonando as falcatruas de Lula, festejando a queda de quem ainda não assumiu nada, como é o caso de Aécio,  os delatores, e todos os que já estão presos.

_ Peçam pelo cumprimento da Constituição, por favor...

E se tivermos que viver um regime militar novamente, que seja vivido, servirá no mínimo para que também entendam o que é isto. Afinal chegamos aonde chegamos, por conta desta democracia falida e corrupta que estamos vendo.
Não defendo regime militar e repressão, embora tenha vivido aquele período, sem nunca ter sentido hostilidade ou minha liberdade tolhida.  


Colo e copio o post que li no FB de Andrea von Linsingen. Sem intenção jornalística, bem que poderia, simplesmente uma brasileira.

"Se equipararmos o número de mortos entre 1945 e 1988 (Tempo investigado pela Comissão Nacional da Verdade e o número de mortos entre 1985 e 2017 (Tancredo-morto, Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lulla, Dilma e Temer).
43 anos X 31 anos – em qual dos períodos ocorreu mais mortes em decorrências da “política”?
Será mesmo que a “ditadura militar” foi tão hedionda assim? Ou só para aqueles que queriam implantar o comunismo no Brasil? Aliás, a maioria deles em altos cargos políticos atualmente.
Eu nasci e vivi até meus 21 anos sob a égide da ditadura. Nada sofri. Vi meu país crescer e se desenvolver, vi famílias saindo da miséria, vi escolas públicas oferecendo o melhor ensino. Vi saúde pública oferecendo serviço de qualidade, vi segurança pública protegendo a população. Vi estradas, pontes e imóveis públicos serem erguidos (e nunca caíram!!!)
Depois disso tive muita raiva porque muito dinheiro era destinado à “seca do nordeste” e à reforma agrária em detrimento da educação. A maioria dos cidadãos teve que aderir a algum plano de saúde e a financiamentos estudantis, Vi a decadência de uma sociedade e dos costumes. Vi crescerem verdadeiras cidades de tráfico de drogas. Vi o emburrecimento de uma geração que veste a camisa vermelha e morre por ela. Morre moralmente, inclusive.
Quem matou mais?
Em 31 anos vi o “genocídio” da educação, da saúde, da cultura, da segurança. Vi a humilhação dos “pobres” ao aceitarem o básico em troca de voto. Vi a corrupção dos “pobres” ao trocarem sua vida útil por “benefícios públicos”. Vi o enriquecimento estratosférico de poucos em detrimento de milhões de cidadão comuns,
Na “minha época”, na ditadura, o “pobre” tinha valor moral.  Trabalhava, era útil a uma sociedade que lhe devolvia em proteção à saúde, segurança e educação. Não havia tanto ódio, tanta segregação, tantos absurdos criminosos.
Ao fazer essa comparação entre o governo da ditadura militar e a atual ( 31 anos) democracia comandada por pessoas que, no mínimo foram citadas por crimes, me questiono...em que período nos deixamos emudecer? Em que período nos deixamos matar moralmente?
Sem propor um desfecho ou um projeto genial de mudança de padrões político/social sequer posso opinar. Apenas desabafar. Acho que devem ser os últimos suspiros de desesperança, não só na vida política deste país, mas da recuperação moral de todos e de cada um dos cidadãos que aqui habitam. Tudo se corrompeu".