terça-feira, 26 de julho de 2016

A disputa entre Sol e a Lua



A mesma paisagem, o mesmo céu, o mesmo sol que nasce e se põe,  sobre a palha seca do milho colhido, 100 km acima de Campo Novo do Parecis, MT, a 500 km de Cuiabá, próximo à Bolívia e do Estado de Rondônia, o SuperLinda deslumbra-se diante de um espetáculo da natureza.
Como quem disputa pelo direito de brilhar por mais tempo, o dia amanhece com a lua sem vontade de ir embora e o entardecer com o sol insistindo em ficar.
É o #SuperLinda pelo Brasil afora.


     


domingo, 24 de julho de 2016

SuperLinda - A REVISTA DA BLOGUEIRA RAQUEL RAMOS

                   

Uma revista com elaboração do projeto gráfico, de 12 a 16 páginas, com capa, índice, editorial, textos ou fotos da internet ou da autoria do aluno, justificativa das fontes, cores, público-alvo, apresentação das escolhas feitas e o projeto impresso. Assim foi a orientação recebida para o trabalho de final do semestre da matéria Planejamento Virtual.

O objetivo do SuperLinda com a faculdade de jornalismo é o aprimoramento e a qualidade do blog. Assim sendo, não haveria escolha mais adequada senão os textos, fotos e o nome de SuperLinda para a revista. Com a colaboração de colegas na diagramação, o protótipo saiu. É mais uma possibilidade de avanço que se vislumbra.

A revista impressa é uma forma de atingir um público que ainda nos tempos de hoje não lê o SuperLinda na versão digital. Este objetivo surgiu das lembranças de ter impresso posts do blog, mesmo não tendo o formato de uma revista, para quem não "quer saber de internet".

SuperLinda, a revista da blogueira Raquel Ramos, é um projeto ambicioso, uma pretensa revista, tudo na base do "se": se acontecer, se for possível, se vir a se realizar. De concreto, apenas a ideia e a intenção. É só imaginá-la impressa e folheá-la.

Seja como for, aconteça o que acontecer, essa primeira edição, ainda que só como trabalho da faculdade, é dedicada à amiga Wilma Miranda von Linsingen, que não "quer saber de internet".

Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui - 1 - capa da Revista SuperLinda predomina a cor verde  e a primeira página da revista com o índice dos artigos. 2 - Página com o editorial e o primeiro texto "minha vida de blogueira está por um fio" com fotos das estatísticas de acesso do blog. 3 - Página do texto "Li o livro - Livros de receitas para mulheres tristes"com foto do livro que foi lido repleto de anotações. 4 - final do texto anterior com a capa do livro e comentário do blog de Paula Bastos; foto do caminhão com a camiseta do blog superlinda iniciando o texto Superlinda pelas estradas do Brasil afora. 5 - continuação do texto com fotos do SuperLinda na cachoeira de Nobres (MT) e colhendo manga do pé. 6- texto Assim é Alter do Chão com foto da praia do rio Tapajós, e início da reportagem viagem em grupo pode ter um final feliz.

sábado, 23 de julho de 2016

SuperLindando em Cuiabá - MT


_"cabouuuuu"....é o que dizemos para uma criança que "acabou" de comer um prato inteiro de um gostoso alimento, ao final de um filme, de um passeio no parque.
Assim também é o final de férias e de mais uma viagem do SuperLinda pelo Brasil Afora. Cultura, conhecimento, risadas, espera, confiança, cumplicidade, aprendizado a cada km rodado.
Enriquecimento que dinheiro algum paga. Carícia para a alma. Leveza para novos enfrentamentos.
O SuperLinda em Aeroporto de Cuiabá - MT, turistando nas lembrancinhas. 
                          
                          



sexta-feira, 22 de julho de 2016

Nem todo branco no chão é neve


No Brasil, branco no chão, tal qual neve de cartão postal, é algodão plantado em terra fértil.
Paisagem que só vê quem viaja pelas estradas deste Brasil afora.
BR 364 - Cândido Rondon - MT


      
        

terça-feira, 19 de julho de 2016

Pare na barraca "Espetos da Rose"




Rose é dona da barraca “Espetos da Rose”, a mais conhecida às margens da BR-364 no alto da Serra de São Vicente, em frente à Escola Agrícola Federal de Cuiabá (MT). A casa onde Rose mora está como que protegida pela igrejinha vista pela janela dos fundos de dentro da barraca. 

Ela tem 30 anos, três filhos homens: o mais velho com 14 e o mais moço com sete anos. Dois casamentos. De estatura baixa, cabelos negros, lisos e longos; sorridente, simpática e falante. Linda, jovem, com a espontaneidade de uma criamos. Muito jovem para tanta experiência de vida. Em pouco tempo de conversa, percebe-se que só com uma força desse tamanho é possível sobreviver a uma vida na beira da estrada. 

A barraca fica aberta 24 horas por dia. Serve desde café com pão, mortadela, linguiça, ovo frito, pão de queijo, salgadinho, cachorro-quente, até o famoso espetinho que, se quiser, pode comer acompanhado de arroz, feijão e aipim.

- Devo tudo o que tenho aos caminhoneiros que param aqui para comer, disse Rose, que completa: - E eles podem se servir à vontade. Quantas vezes quiserem.

A ajudante Neia diz que Rose quer que sempre tenha muita comida à disposição dos caminhoneiros.

- Não pode faltar nada. Cedo ela já deixou o molho do cachorro-quente pronto, só para colocar a salsicha e subiu pra casa. Foi fazer o serviço de lá.

Rose começou sua vida vendendo pamonha e pokan de carriola no meio do asfalto. Todos os dias ela era ameaçada de ser presa pela Polícia Rodoviária, que a mandava ir para o acostamento - no mesmo acostamento onde ela deixava o filho protegido sob um guarda-sol. Perguntada sobre o que é carriola ela respondeu: “Carrinho de construção”, apontando para um objeto também conhecido como carrinho de mão. Contou ainda que no final do seu primeiro dia de trabalho ganhou R$ 5 e andou 5 km até uma vendinha com o filho de seis meses no colo para comprar leite e Maizena para engrossar a mamadeira, e ainda ficou devendo R$ 1.

- Quase que o dono do mercadinho não me vendeu, achando que eu não ia voltar para pagar, disse Rose.

Falou com orgulho dos bens materiais que possui hoje. Resultado de 10 anos de muito trabalho. Mesmo assim, ainda hoje, acorda às 5h da manhã "para dar conta de tudo".

- Nada funciona se eu não estiver de olho em cima, conclui ela entrando barraca adentro, mostrando tudo ao mesmo tempo em que falava e cumprimentava quem estava a se servir das delícias que vende.

Rose, uma pequena grande mulher.

                                        
                                     






domingo, 17 de julho de 2016

Se não Anitta, então quem???


                                      

Parece confirmado a presença de Anitta no show de abertura das Olimpíadas no Rio de Janeiro, dia 05 de agosto próximo, e o buxixo sobre a cantora está em todas as rodas.
Todas as críticas quanto à qualidade e performance da funkeira brasileira estão sendo despejadas nas redes sociais. Fala-se de tudo é sobre tudo. 
À pergunta que fica no ar é: Se não Anitta, quem?????
Temos um grande time de cantoras brasileiras, mas quem poderia fazer um show, além de Ivete Sangalo, Claudia Leite, Fafa de Belém, Daniela Mercury, protagonistas de outros eventos, também duramente criticadas. 

                            
                     




sábado, 16 de julho de 2016

Sê Chique. Uma questão de estilo.

A qualquer dia...
A qualquer hora...
Em qualquer lugar...
Sê chique...
Sê chique não é uma questão de ter, é uma questão de ser.
Poderia se dizer que era um chá das 5h, se entre britânicos, mas a tradição do ambiente era essencialmente germânica. 
O serviço à base de porcelana, taça de cristal sobre toalha de linho bordada em ponto cruz pela anfitriã Ruth Fischer. De descartável, apenas os belos guardanapos comprados na Holanda, lembranças da última viagem.

O espumante foi o primeiro a ser servido. À mesa, os doces são oferecidos antes dos pratos salgados. Este é um costume em algumas mesas alemães, porém,  a escolha da ordem do que saborear primeiro, fica ao gosto do paladar de cada um. Torta Marta Rocha, que de tão leve mais parecia um creme, folheados de maçã que se derretem na boca, pão Salgado, empadão de frango com aspargos de sabor inigualável e chá de frutas vermelhas. O café aromatizado com chocolate foi servido em uma garrafa térmica vermelha, de desenhos florais japoneses. Comprada há mais de 20 anos no Paraguai, contou Ruth.
Um objeto verdadeiramente kitsch transformado, pela elegância como foi apresentada, em peça de fino bom gosto.
O lanche das 5h foi encerrado com um digestivo de Karlovy Vari, na República Tcheca.
Hábitos finos cada dia mais ausentes no cotidiano.