segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Assisti a série The Crown - 2ª Temporada

A rainha Elizabeth (Claire Foy) em frente ao trono real.
Quem assistiu a 1ª temporada, certamente assistirá a 2ª, tão impecável quanto a anterior. Não fosse por se tratar de um história baseada em fatos reais, o tema monarquia inglesa, a intimidade de reis e rainhas, seria o suficiente para atrair o interesse do público.

A série é fiel aos detalhes. Figurino, locação, fotografia, com elogiável destaque para o desempenho da atriz Claire Foy,  no papel da rainha Elizabeth II. O cruzar as mãos na frente do corpo e a imprescindível bolsa no braço demonstram o comportamento da rainha. Mas nada se compara as expressões faciais, o sofrimento, a preocupação, e até mesmo a alegria disfarçada num sorriso expresso pelo olhar. Em qualquer sentido ela impressiona pela atuação. “O que ela consegue alcançar é realmente emocionante. Sem poder manifestar os sentimentos de Elizabeth claramente, Foy trabalha com sutilezas, com pequenos movimentos de boca, olhos e movimentos mínimos de cabeça”. Assim analisa Ritter Fan.


Nessa temporada os episódios alternam os assuntos políticos com a vida íntima da família real, envolvida com crises conjugais e conflitos familiares. É evidente o destaque dado ao Duque de Edimburgo (Matt Smith) e a irmã Margaret (Vanessa Kirby),  o que só faz enriquecer e dinamizar a série.

O autor Peter Morgan, contará a história da monarquia inglesa em 10 temporadas e haverá mudança de atores a partir da próxima.  A comparação será inevitável e aguardada com grande interesse. 

Diz a crítica, e o SuperLinda confere, que The Crown é a melhor opção da atualidade para assistir na televisão. Por este trabalho o autor Peter Morgan, ganhou o Globo de Ouro de Melhor Série Dramática e Clair Foy o de Melhor Atriz.


Trailer link do YouTube


A rainha e o Duque descendo as escadas do avião em Lisboa



O fotógrafo Antony Armstrong-Jones (Matthew Goode) em cena com Margaret (Vanessa Kirby)

A rainha grávida e o Duque em momento de intimidade nos aposentos pessoais do palácio


domingo, 14 de janeiro de 2018

O SuperLinda pelo Mundo - Cuzco - Perú

Anna Carolina com a camiseta do blog Superlinda no Parque Arqueológico de Sacsayhuaman

Cusco ou Cuzco, no Cerro Huanacure, do Peru, foi construída no Século XI e XII, tombada patrimônio histórico e arquitetônico pela Unesco e considerada a Capital arqueológica das Américas. Fundada pelos incas, grandes conhecedores de astronomia, no ponto central do império, a cidade de Cusco ou Cuzco é chamada Umbigo do Mundo e é Berço da Civilização Inca. A miscigenação da cultura espanhola e andina, os muitos sítios arqueológicos, arquitetura, contam histórias encantadoras da genialidade e singularidade de um povo.

Geograficamente está localizada próxima de outros importantes pontos de visitação da região, como o Vale Sagrado, Qorincancha, a Catedral da cidade, Praça das Armas, Parque Saqsaywaman. Em Cuzco, aproveite também para conhecer, além da riqueza cultural, a não menos famosa culinária do Peru, considerada uma das cozinhas mais ricas do mundo, saborosa e, segundo dizem, é revitalizadora.

Este é mais um pedaço do mundo mostrado pelos amigos que fazem do SuperLinda também um blog de viagem. Anna Carolina Lourenço Azêdo, 20 anos, estudante de jornalismo, em viagem para Chiclayo, onde fará um trabalho social, na passagem por Cuzco, fala das suas impressões.


"Cusco é uma cidade bonita de pontos turísticos incríveis.  No centro histórico os vendedores de rua te oferecem artesanato variados e coloridos. Tem comida, ilhamas ou alpacas em miniatura, imagens de deuses e tudo que representa Cusco. A altitude da cidade, 3.400m acima do nível do mar, faz diferença também. Estou mais cansada, sem muita disposição pra comer e com um pouco de dor de cabeça. O povo peruano é muito receptivo. Me senti bem acolhida aqui. Eles sorriem, conversam e se mostram bem dispostos a ajudar. Tô bem feliz com o que vivi aqui! Cusco é uma cidade incrível, cheia de história e mistérios para se desvendar!". 


Anna Carolina entre três lhamas


Sacsayhuaman


Seu blog dá acesso ao deficiente visual? Fotos de Anna Carolina Azêdo no Parque Arqueológico de Sacsayhuaman, em Cusco, no Perú.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Assédio, há controvérsias.


O assunto da semana é assédio, e  por conta da opinião de  alguém que decidiu por divulgar sua posição, contrária a de grupos feministas, a SuperLinda Catherine Deneuve, hoje, só falta ser crucificada.

O dicionário diz que assédio é "insistência, impertinência, perseguição, sugestão ou pretensão constantes em relação a alguém". Uma tentativa nunca é assédio. A vexação, opressão, imposição, sim. Mesmo incluindo a palavra insistência como sinônimo de assédio, questiono a quantas tentativas resistimos e depois de tanto relutar,  a aceitamos, gostamos e nos damos bem? Nunca vi uma mulher que tenha gostado de uma investida, reclamar como sendo assédio. 

Nos dias de hoje, parece que assédio tem sexo, e é sempre masculino. Ainda não vi, nem ouvi relatos, passeatas e movimentos contra mulheres que assediam homens. Menos ainda, sobre investidas de lésbicas sobre mulheres héteros, de gays sobre gays, ou entre gêneros. 

A minha inteligência não concebe a interpretação das palavras de Catherine Deneuve como em defesa do homem que bate em mulher ou a obrigue a fazer sexo sem vontade. Eu, assim como ela e as outras tantas que assinaram o documento, compartilho da ideia do poder que a mulher tem de defender seus direitos, de se impor e não se vitimizar.

Os assuntos desta natureza estão tomando ares tão desproporcionais que chegam a incomodar.  É assim que os namoros, os relacionamentos acontecem. Alguém tem que se insinuar primeiro. 

Um homem que tenta conquistar, chamar a atenção de uma mulher com "cantadas", sem perder o respeito é natural e saudável. O direito de não gostar todas temos, se a aproximação foi de mau gosto, repelir é o que nos resta, porém necessariamente não se constitui num crime.

O jogo da sedução tem um encantamento natural. Intolerável é o toque sexual indesejado ou forçado, como troca ou venda por posições. Neste caso, muitas vezes aceito por interesses pessoais e, tempos depois, transformado em caso de polícia quando deixa de ser oportuno.

Em certa ocasião, quando o assédio não era “crime” e não havia a possibilidade de denúncia, me vi obrigada a aceitar um convite para jantar, de pessoa ligada ao trabalho, quando já não tinha mais desculpas para recusar.

Chegando ao restaurante do hotel, o homem já me esperava. Ao me olhar, vi refletida a decepção em seu rosto. Sem estar com nenhum problema físico, fui usando um colar cervical alegando problema de coluna. Jantei, levantei e saí ouvindo apenas lamentos sobre o meu estado de saúde.

Neste caso não havia nenhum interesse em ser estrela de cinema, mas havia uma questão profissional. Sem falso puritanismo, fui embora com o ego inflado, por  ter dado a volta por cima. Sempre saí de situações de tentativas de conquista, hoje chamadas de assédio, com a mesma elegância com que aceitei outras, por atração e desejo.

Que nunca falte alguém que, de forma adequada, nos assedie com o querer, com olhares, com cobiça, com vontade, com pretensão e intenção.

É o que nossa vaidade deseja.




segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Joinville das Águas - A Ilha do Espinheiros - Parte 3

Está é uma reportagem feita originalmente como trabalho acadêmico, desenvolvidos pelos alunos da 4a Fase de Jornalismo, Fernanda de Lourdes Pereira, Leticia Rieper, Kaue Natan Vezentainer, Israel Antunes e Raquel Ramos, para a matéria Jornalismo Digital III, professora Kérley Winques,  da Faculdade de Jornalismo Bom Jesus Ielusc. O SuperLinda começa a mostrar ,o conteúdo a partir de hoje, divido em 4 capítulos.

A matéria completa pode ser vista clicando no link https://readymag.com/u89483194/904359/


As histórias da origem do bairro Espinheiros são desconhecidas da grande maioria da população joinvilense e até mesmo de muitos de seus atuais moradores. Poucos sabem, por exemplo, sobre a plantação de café, uma riqueza cultivada naquele local, quando o transporte ainda só se dava por embarcação navegável, conforme relato no blog Moinho dos Ventos:  “O café, produto muito cultivado, era vendido para o extinto Café Amélia. Dona Maria Monteiro do Livramento conta que a roupa era feita de saco de farinha. Folhas de mangue eram vendidas para as Indústrias Reunidas C.Kuehne S.A. Cortume para o Sr. Ricardo Karmann, que das folhas tirava a resina. A folha do mangue era transportada de canoa. Essa atividade se encerrou a mais de 40 anos. Outro produto vendido, era a lenha. As compras eram feitas no Mercado Municipal pois na região não haviam comércios”.  [sic]   


Uma terra tomada por um mato de espinhos, daí a origem do nome Espinheiros, é também rodeada de água por todos os lados. Não se espante diante da afirmação "rodeada de água por todos os lados", pois esta região, rica em peixes como tainha, bagre, parati e pescada, é uma ilha. Uma ilha que poucos se dão conta quando hoje transitam por ruas asfaltadas e pontes de concreto, uma realidade diferente do início da urbanização do bairro.



De conhecimento desta particularidade geográfica, é possível compreender o comentário do senhor José Olegário Santiago:
_ é bom morar aqui porque sempre tem esse ventinho vindo do mar, explica. As pessoas vêm ao bairro à passeio, fazem caminhada, aproveitando o ar de praia pelas calçadas da rua Antônio Gonçalves. Após a urbanização é como se tivessem construído uma avenida beira mar no Espinheiros.  "A água que circunda a ilha é um canal de grande profundidade, mas a gurizada não tem medo e pula à vontade", diz o aposentado, Coordenador do Grupo de Idosos N. S. dos Navegantes.

Senhor José Manoel da Silva empurrando a bicicleta sobre o trapiche
A pesca realmente é o que une as pessoas em torno do píer. O prazer de fisgar um peixinho faz com que José Manoel da Silva, o Pelé, como é conhecido, venha do Profipo até o Espinheiros de bicicleta, pelo menos duas vezes na semana. Mora em Joinville há mais de trinta anos, mas há pouco tempo conheceu as belezas do bairro. “Eu vim a primeira vez no ano passado, meu filho conheceu uma menina e mora com ela aqui”, explica o aposentado que agora ocupa alguns de seus dias desta forma.


Vista panorâmica da Baía da Babitonga com uma lancha branca e no fundo o Morro do Amaral
De fato, o dia estava brilhante. A maresia nos transporta ao clima de praia. A água salgada exala seu cheiro próprio e inconfundível, incitando o paladar para o tempero servido nos restaurantes em toda a orla.
Não há como negar o sentimento que surge quando acontece o primeiro contato entre os olhos e a esta paisagem. Se estabelece, de imediato, um fascínio à primeira vista e uma relação amistosa entre os amantes do mar e as águas do Espinheiros. Antes das 10h da manhã, o  pátio de estacionamento de acesso ao Barco Príncipe já está repleto de carros e ônibus, sinal certo de lotação completa e da embarcação pronta para partir.

Pier de embarque no Barco Príncipe
Sr Miguel
O Sr Miguel é quem recebe as pessoas no píer do Barco Príncipe. Ele informa que ali só é permitida a entrada de pessoas que vão ao passeio. Ele mesmo dá orientação aos interessados que chegam sem reserva antecipada. Entrega um folder de propaganda, mostra no mapa impresso o trajeto e fornece o telefone de contato para compra de tickets. Alerta que os turistas daquele dia já fizeram suas reservas com dois meses de antecedência. Explica que o barco vai e volta até São Francisco do Sul, pela baía da Babitonga, e que no preço está incluído o almoço que é servido à bordo. 

Barco Príncipe
Ao sinal sonoro, inconfundível, da buzina acionada pelo Comandante vê-se o Barco Príncipe zarpando. Seus passageiros se concentram nas áreas externas laterais. A vista, de tanta beleza, não pode ser desperdiçada. Sempre aos finais de semana, no mesmo horário, imponente, ele desliza sobre as águas do mar de Joinville. É um momento que nunca passa despercebido, nem mesmo do guardador dos carros no estacionamento, acostumado a essa rotina diária. Enquanto os donos dos automóveis se perdem no horizonte a bordo do Barco Príncipe, esse personagem anônimo, acompanha com os olhos as marcas na água deixadas pela embarcação rasgando o mar.

Portal Porta do Mar
A Abrasel, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, publicou em 22 de novembro deste ano um artigo em seu site, onde mostra que o desenvolvimento do Espinheiros está ligado ao seu potencial turístico. O Parque Porta do Mar é um marco com a ideia de criar uma avenida gastronômica e explorar a  "desconhecida ilha", havendo já a intenção de  mudar o nome do bairro para Ilha dos Espinheiros.

Alencar Reinhold Júnior, técnico em eletrônica, frequenta o bairro há mais de quarenta anos. No dia da nossa visita estava com o filho pescando siri, o que faz já há alguns anos, e relatou que embora não sinta diferença na quantidade do crustáceo, " hoje não está dando nada”. Para ele, a Prefeitura deve continuar o investimento para além do Parque Porta do Mar. “O bairro está muito abandonado, esquecido”. Assim como o Sr Alencar, muitos outros vão ao trapiche com puçá em busca de siri.
Pescador de siri
Vista panorâmico do trapiche
Um trapiche público de 129m de extensão, sendo 17m deles flutuante, terminando com um deck de madeira, se transforma numa pista repleta de visitantes a olhar o mar. 


Baia da Babitonga, embarcação de turista e o Morro do Amaral.


Do outro lado a baía avista-se o Morro do Amaral, tão próximo que se tem a sensação de poder alcança-lo com a mão. Chega a ser irresistível o desejo de fazer a travessia, possível de ser realizada com pequenos barcos dos moradores locais.  Sobre o píer de acesso forma-se um corredor,  onde o público, protegido por barra de ferro, acomoda-se para pescar, se refrescar ou simplesmente admirar a beleza local.

Aline e Tatiane

Aline Cardoso e Tatiane são amigas e trabalham na mesma empresa. Tatiane, é paulista e está morando em Joinville há 4 anos. Gosta de morar aqui e das opções de lazer rural que a cidade oferece, assim como Aline, que aproveita os fins de semana para passear com a sua filha de quatro anos.

Foto do Sr Mário sobre a cadeira de rodas no trapiche
Com uma conversa muito simples, o popular “Índio”, cadeirante que encontramos no trapiche, conta quase toda a sua vida. “Aqui a gente vem para pescar siri, mas com esse vento, não tem siri.” Diz que apesar da cadeira de rodas, só a mulher e as filhas o impedem de fazer tudo o que gosta, inclusive sair embarcado para pescar. Acostumado a esta atividade de lazer, não vê nenhum problema, mas, que no entendimento delas, sair de barco é muito perigoso.

Quando vai para o trapiche, é a sua esposa quem o ajuda. "Ela sai, vai fazer as coisas dela e depois no final da tarde vem me buscar" diz Mário. Em casa ele troca a cadeira pela prótese para melhor se movimentar. Perguntado se não dá para ir ao trapiche usando a prótese, ele comenta da sua preocupação em estragá-la com a maresia. Durante muitos anos, trabalhou como motorista na PMJ (Prefeitura Municipal de Joinville). Hoje, aposentado, conta com entusiasmo da época em que era motorista e segurança dos prefeitos. Demonstra orgulho ao citar as viagens que fazia, levando o então prefeito Dr. Nilson Bender a Curitiba para tratamento de saúde. 

Foto dos barcos no Iate Clube
Nem só de tanta simplicidade assim são as opções que o bairro oferece. O Joinville Iate Clube, o JIC como é chamado, foi fundado em 1978 por amantes da Baia da Babitonga e dos esportes náuticos. Um empreendimento onde se realizam eventos esportivos, regatas e campeonatos de veleiros de oceano. Atualmente está classificado entre os melhores do sul do Brasil. É um clube destinado ao uso dos associados, porém, o restaurante, com vista privilegiada, está aberto ao público.
E as surpresas não param por aí.  O bairro já tem sua história descrita em contos. O livro Contos Populares e Cordéis do Bairro Espinheiros, reúne o textos escritos pelos alunos da Escola Municipal Maria Leal, sob a orientação da professora Ângela Maria Vieira. Do início da chegada dos primeiros moradores em casas levantadas sobre os mangues, lá se vão 25 anos. A grande área de mangue na zona leste da cidade, à beira da Lagoa Saguaçu, uma região discriminada, cheia de dificuldades de acesso e infraestrutura é hoje um dos locais mais procurados para lazer em Joinville. 

Sequência de foto do pescador jogando a tarrafa.


Seu blog dá acesso ao deficiente visual?  - Fotos feitas no bairro Espinheiros com vista da baía da Babitonga, o trapiche, o barco Príncipe, os personagens entrevistados.

sábado, 6 de janeiro de 2018

Simpatia dos Reis Magos para boa energias


No Dia dos Santos Reis faça esta simpatia para trazer sorte, amor, dinheiro, paz e o alívio de sofrimentos. Escreva com lápis, no batente superior da porta da entrada de casa, os nomes dos Reis Magos (Baltazar, Gaspar e Melquior), um ao lado do outro e faça a oração abaixo para proteção da casa e família. 

“Assim como trouxeram luz para Jesus, que tragam boas energias para minha casa, protegendo os meus familiares. Amém”.

Dia 6 da janeiro é conhecido como o dia de Reis celebrado pelos cristãos como a data em que o Menino Jesus recebeu a visita de três reis magos. Melchior, que significa "meu rei é luz",  Gaspar, "aquele que vai inspecionar" e Baltazar "Deus manifesta o rei".

De presente, levaram para Jesus ouro, incenso e mirra. O ouro representa o reconhecimento de Jesus como rei,  o incenso de que ele é um ser divino, e a mirra as características humanas de Jesus. A Bíblia conta que os três reis encontram Jesus Cristo graças a uma forte estrela que brilhava durante a noite, a estrela de Belém.

Um dia para celebrar a religiosidade, mas também de tradição em realizar simpatias, com o aval de Jesus, certamente, que deseja para seus filhos a proteção da casa, de amor, de saúde e de tranquilidade. 

Entre as simpatias, a mais conhecida é a de comer três caroços de romã, jogar outros três para trás repetindo o nome dos reis magos. Ela vai garantir dinheiro na carteira o ano inteiro.

Muitos pedidos são feitos evocando a Oração dos Reis Magos.

"Ó amáveis Santos Reis, fostes vós os primeiros a terem a ventura de adorar, amar e beijar a Jesus Menino, e oferecer-lhe a vossa devoção e fé, incenso, ouro e mirra. Queremos, em vossa franqueza, imitar-vos, seguindo a estrela da verdade. E descobrindo a Menino Jesus para adorá-lo. Não podemos oferecer-lhe ouro, incenso e mirra como fizestes. Mas queremos oferecer-lhe o nosso coração contrito e cheio de fé católica. Queremos oferecer-lhe a nossa vida, buscando vivermos unidos à sua Igreja. Esperamos alcançar de vós a intercessão para receber de Deus a graça que tanto necessitamos". 
(Fazer o pedido).

O dia marca o fim das festividades natalinas e com ele desmontam-se os presépios, apagam-se os pisca-piscas, as luzes de Natal das ruas e praças públicas. Coincidência ou não hoje é também o Dia da Gratidão. Que façamos crescer todos os votos de felicidades desejados neste período que se finda e partilhemos amor.


segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

100ª FLAG do SuperLinda na Isle of Man


100ª Flag na Isle of Man. Assim o SuperLinda entra no ano de 2018.

Uma ilha que poucos devem ter ouviram falar, exceção feita, talvez,  aos mais aficcionados admiradores do esporte de motovelocidade. 

A Ilha de Man é uma dependência direta da Coroa Britânica, mas não reconhece a Rainha da Inglaterra como soberana, porém, ela é possuidora do título mais nobre da ilha, a de Lord of Man.

Douglas, a capital, é  uma estância balnear vitoriana. Palco da famosa prova "Tourist Trophy", desde 1907, ela é a capital mundial do motociclismo. Conceituada como a mais desafiadora e perigosa prova do planeta.

O chamado "TT da Ilha de Man" começou depois de uma decisão do Parlamento Britânico de proibir as provas de ruas, de carros ou motos, na Inglaterra, no início do século XX. Uma prova considerada como a mais desafiadora e perigosa competição do planeta.

Com apenas 20 km de largura, 54 de cumprimento e 70 mil habitantes, o blog Europa para Insiders garante que uma visita à Isle of Man vale também pelo seu "patrimônio cultural e herança histórica quanto pela beleza natural".

Link da foto Motorbiker
Bandeira da Ilha de Man
Link da Foto
Link da foto









Mais fotos da Ilha do Homem no link do Pinterest


Seu blog dá acesso ao deficiente visual? 1 - Foto do registro da 100ª Flag do SuperLinda na Isle of Man. 2 - Foto de uma moto em alta velocidade. 3 - Foto da bandeira da Isle of Man. 4 e 5 - Foto Panorâmica da Isle of Man. 6 - Foto do mapa territorial da Isle de Man

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

2017 Foi bom para você ?


Ando me perguntando o que é necessário para classificar um ano como bom ou ruim. Mesmo que nem tudo que aconteça no decorrer dos 365 dias, seja ruim, enquanto os meses passam surgem reclamações, dissabores, tudo nos parece ser proposital, que o mundo conspira contra nós, temos a sensação de que a vida se arrasta e quanto mais o fim-do-ano se aproxima mais o desejo pela virada do próximo se acentua.

Sugiro pensar simples. Primeiro, se você acredita que as experiências negativas sempre trazem um aprendizado, devemos concluir que não há ano ruim. Segundo, quanto menos expectativas de milagres, de vida fácil, colocarmos sobre os ombros do próximo ano, melhor. 


Essas duas, as experiências negativas e as lições da vida, caminham juntas. _Anote isso no seu caderninho_. Para cada uma haverá duas formas de comportamento a tomar. No jogo da vida a dualidade de experiências e sabores é inevitável. Considere que para uma vida rica em superações é necessário que hajam dificuldades para enfrentar. Portanto...

As pessoas passam por nós, por longos ou breves períodos, e sempre provocam alguma mudança. Para tudo há um propósito, não é mesmo? Ou você é do tipo que só acredita nisso quando é para dizer como consolo para alguém? 


Videntes fazem previsões, o universo é regido pelos astros, desejamos a política estável da Noruega e nos amedrontamos diante da China enigmática. O clima está a cada ano mais aquecido, mesmo para quem recicla o lixo. Os conflitos pessoais e amorosos não são privilégios de ninguém. Até Fátima e William Bonner se separaram. As dolorosas perdas familiares, também acontecem entre os famosos e jovens, como foi com Domingos Montagner. Temer nos ferra, Lula continua solto e o Tiririca renuncia e consegue, aos 52 anos, uma aposentadoria milionária. A cada dia é mais comum haver próximo de nós, um conhecido que foi morto ou outro que se perdeu por drogas ou crime. Diante dos fatos e verdades definir se o ano foi bom ou ruim depende apenas de você mesmo.

Aquele conselho perfeito que falamos com tanta facilidade, não dever ser dado e sim aplicado a nós mesmos. É comum qualificar um ano como bom ou ruim baseado no dinheiro ganho. Pois posso garantir que nunca trabalhei tanto e ganhei tão pouco, mas ri, amei, chorei, me diverti, viajei, estudei e vivi muito. Enquanto outros, gastaram tanto e ganharam tão pouco, em todos os sentidos.

Os caminhos transitados são de subidas e descidas, retas e curvas, idas e vindas, sem nunca desistir. E se, ainda restar dúvidas da mensagem do SuperLinda, siga o que diz Guimarães Rosa a respeito da vida: "O que ela quer de nós é coragem".

Que 2018 nos permita ativar a tecla de reinicio das atitudes em vencer as vicissitudes da vida. PERSEVERAR...

Seu blog dá acesso ao deficiente visual? coleção de fotos de momentos vividos em 2017.