quarta-feira, 22 de maio de 2013

Eu Copio, Mas Não Colo...



Copiar e Colar. A guerra fria da blogosfera.

Copiar e Colar é antes de tudo falta de inteligência, é roubo, portanto é crime.

É uma guerra pela proteção das suas idéias, da qual eu mesma fui ou sou vítima.

Todos conhecem a expressão "Quem está na chuva é pra se molhar". Ter um blog para expor suas idéias é o mesmo que deixar a porta de sua casa aberta. Todos vem o que tem lá dentro. E quem pode impedir que a vizinha, faça uma cortina igual a da minha casa?

"Nada se cria, tudo se copia", você já ouviu isto? O que seria dos estilistas brasileiros, se um dia não tivessem copiado a tendência de moda da Europa?

E os calçados e bolsas, que o digam Louis Vuitton, Chanel, Hérmes, Louboutin.

Na literatura e na música o amor é contado de forma sublime ou com ódio. O tema é o mesmo e alguém o fez primeiro.

O simples fato de você criar um blog, já é cópia da idéia que alguém um dia teve.

"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma", você também já leu isto em algum lugar, não é mesmo? 

"Nas redes sociais nada se cria, nada se perde, tudo se transforma" esta é a verdadeira idéia e é aqui que  esta a minha autenticidade. 

Eu Copio, porque nada se cria.

Não perco, porque aprendo.

Mas Não Colo, porque transformo.

Transformo aplicando sobre a idéia original, as minhas características, dando os créditos a quem me "inspirou" e divulgando o meu e o seu trabalho.

Diferente disso, é Copiar e Colar. 





terça-feira, 21 de maio de 2013

Araquari a cidade brasileira da BMW

Quantos km2 de área tem a sua cidade?

Qual a população?

Quantas universidades?

Agora responda: 
A sua cidade tem uma BMW?

NÃOOO ????

Araquari Tem.






Uma cidadezinha.
Ninguém se ofende com o tratamento, porque trata-se realmente de uma pequena cidade.

Com 24.000 habitantes, sem nenhuma universidade, somente um Campus Universitário. 

Sem hospital, somente um Pronto Atendimento. 


Sem cinema ou teatro, muito poucas opções de comércio e industria. 


Araquari hoje, faz morrer de inveja, qualquer grande cidade ou capital do Brasil.

É a única cidade do Brasil a ter uma BM...

O assunto é motivo de orgulho.
A partir de agora, todas as escolas são obrigadas a ensinar inglês visando e projetando o futuro de suas crianças na grande empresa que ali se estabelece.


Distante 20 km de Joinville, chega-se à Araquari, pela BR 101 - Rodovia Governador Mário Covas, na saída 57 B - pegando o acesso a SC 301, por onde trafegam também todos os que vão ao porto de São Francisco do Sul, ou a turismo para as belas praias, na terceira cidade mais antiga do Brasil.



A SC 301 é a única rodovia para chegar à Araquari. De pista única, divide o pesado tráfego com os pedestres, os caminhões, carros e ônibus. 

As estatísticas de morte por acidente de trânsito nesta rodovia são alarmantes. 

É também na SC 301 a única opção de via para chegar ao Balneário de Barra do Sul, a uma distância próxima  de trinta quilômetros de Joinville. 
Na época de verão, fazer esse trajeto pode levar até quatro horas de viagem.




O antigo Colégio Agrícola de Araquari hoje dá espaço para o curso de Medicina Veterinária. Único centro educacional universitário da cidade. 



Duas grandes festas populares acontece anualmente.

Da tradicional festa religiosa, do Senhor Bom Jesus de Araquari, conheço histórias desde os tempos em que minha mãe, nos idos de 1950, quando estudava em colégio interno em Joinville, ia para a casa de uma de suas amigas, da conhecida família Sprotte.

Outro grande acontecimento na cidade é a Festa do Maracujá. Ostentam com orgulho o título da mais bem organizada festa de Santa Catarina.







O centro da cidade é marcado pela praça da igreja. Em sua volta há uma escola estadual, um antigo trem representando um dos primeiro meios de transporte da cidade.
Ao longo do muro da Escola Básica Almirante Boiteux, a artista plástica Angelita Leandra, representou com sua arte, todos os pontos turísticos da cidade.



A Prefeitura Municipal de Araquari e o Forum da Comarca.



Escolinha de Futebol e uma praça de esportes, com rampa de skate e quadra de volei, demonstram a preocupação com o lazer da população, especialmente os jovens.



O Museu da Imagem (link) é uma parceria de Luiz Hille e a Prefeitura Municipal de Araquari. 
De tamanho físico pequeno com porte e organização de grandes museus.
Foi uma bela surpresa.





A placa indicativa, informa que a Infraero já se estabeleceu em Araquari.
A rodoviária já está construída, mas não ativada.





É um grande momento para esta pequena cidade de Santa Catarina. As perspectivas de desenvolvimento é palavra constante de qualquer de seus habitantes, que motivados não escondem o orgulho de ser a sede da fábrica da BMW no Brasil.

E por ser tão próxima de Joinville, cidades conhecidas poderia-se dizer desde criança, tomo a liberdade de brincar com uma expressão muito típica da região: 

_ Aheeee Araquari....quem te viu e quem te vê.....de BM...!!!!


Faço este post ao seu progresso e sucesso, Araquari  - Santa Catarina - Brasil.



Previsão é de que as máquinas comecem a trabalhar no terreno no km 66 da BR-101 até o final deste mês
Foto: Rodrigo Philipps / Agencia RBS


segunda-feira, 20 de maio de 2013

UFC - Os Meus Foram



Quantas vezes você já ouviu que: Filhos pequenos problemas pequenos, Filhos grandes problemas grandes.

Se não problemas, no mínimo preocupações.

Meus filhos, já adultos, são tudo e qualquer coisa que uma mãe pode esperar. 

Tive o privilégio de só ter filhos homens e só quem os tem, sabe o prazer que é este convívio, onde tudo é mais simples e descomplicado.

Mas não pensem que sempre foi um mar de rosas. Passei noites e mais noites sem dormir quando eram bebês, com cólicas, febres e dores de garganta.

Escola? Fui lá muitas vezes... para reclamar ou ouvir reclamações.

Gazear aula? Fiz muita vista grossa, para esse  pequeno delito (que atire a primeira pedra...), e me garantir nos assuntos realmente sérios.

Os "sérios" também existiram. Ah! Jovens que não tem medo de nada...e que precisam se auto afirmar perante a sua turma de amigos.

Problemas emocionais de pais separados, namoros terminados, inseguranças com a perda do pai, os conflitos da passagem da idade jovem para adulto.

Meus filhos foram crianças e adolescentes absolutamente dentro do normal.
Incomodaram, deram trabalho, preocupação, chateação, e muitas vezes me tiraram do sério.

Estado de Alerta, Sempre!

Quando os vejo hoje, indo assistir um evento de UFC, se fosse quando tinham os seus quinze anos, acho que não resistiria.

Hoje eles foram, junto com os amigos, e em atitude de gente ajuizada, contrataram uma van. Perfeito.

Quem enxerga esta prática esportiva, e me perdoem os praticantes e seus familiares, sem associar a idéia de violência, agressividade ou coisa de bad boy?

Vê-los admiradores deste esporte, sem que sejam tudo isto que atribui como característica da categoria, se exibindo cheios de orgulho e prazer com o ringue ao fundo ou ao lado de uma "lenda" segundo eles, do UFC Chuck Lidell - The Icemanné o que vale nesta vida.

Se os meus são, porque eles não serão também? 

Mas que é muito difícil encarar "aquilo" como esporte, não há dúvida nenhuma.

Deu saudade dos tempos em que o que eles queriam era simplesmente "brincar de lutinha".



domingo, 19 de maio de 2013

52 objetos - 37/52 Semanas - Prendedor de Papéis









Adoro este prendedor de papéis.
Pode ser pendurado na parede com lembretes ou sobre a mesa do escritório.
Eu, como funcionário pública, não passo sem um "papelzinho" e uma escrivania, até mesmo em casa.
É onde o meu prendedor de papel fica, ao lado de uma outra mais comum, mas  também antiguinha.
Comprada numa feira de antiguidade, em Santiago do Chile, tem um trabalho bordado como se fosse uma luva.
É linda.




Entenda o que é "A Vida Em 52 Objetos"

Vó Mila


Nós morávamos em Tijucas (SC) uma pequena cidade, onde não há quem não tenha conhecido a Da. Mila, a tia Mila ou a Da. Emília Ramos.

Ela era enfermeira obstetra, a parteira da cidade. Profissão a qual se agarrou, para sustentar seus dois filhos, após o falecimento de seu marido.

Presença marcante, personalidade forte, porte físico grande, muito bonita, elegante, sempre bem vestida.

Na profissão ela foi brilhante. Cerca de 10.000 crianças nasceram em suas mãos, numa época, em que os partos eram feitos em casa, pela parteira.

Todos os dias ela almoçava na nossa casa, que ficava no caminho, entre o Posto de Saúde onde trabalhava e a casa onde morava. Próximo ao meio dia, sempre ouvia meu pai dizendo: Pode servir o almoço, porque a Nina chegou.

Somente meu pai se dirigia a ela chamando-a de Nina, não sei porque razão.

Sentados à mesa, minha mãe, invariavelmente perguntava-lhe: E como foi sua noite?
Isto porque todas as noites, alguém ia buscar minha avó em casa para fazer partos.

Fosse onde fosse, ela se levantava de madrugada para atender suas pacientes. O transporte podia ser carroça, carro de boi, automóvel ou a pé, ela nunca se negava. Com frio, com chuva, lá ia ela. E não foram poucas as vezes que ela fez mais de um parto por noite.
Por seus relatos, ficávamos também sabendo, se o parto havia sido fácil ou difícil, se nasceu menina ou menino, se uma só criança ou gêmeos. Eram muitas também as histórias, da parturiente, do marido, da sogra ou da mãe. Casos engraçados, alguns tristes.

Quando minha avó faleceu, durante o seu velório apesar da tristeza, muitas vezes rimos, porque toda pessoa que vinha para nos dar os pêsames, nos contava uma história que conhecia. Ou era do seu próprio parto, ou do parto da vizinha, ou da cunhada, de uma tia...

Hoje na cidade, existe avenida com seu nome, sala cultural num asilo de idosos, e qualquer homenagem à personalidades da cidade, seu nome está incluido. Não faltarão a ela eventos comemorativos a passagem de seu centenário de nascimento no dia 19 de maio.

Como avó, ela também cumpriu seu papel no verdadeiro sentido da palavra.

Coisa boa era ir para a casa da Vó Mila!

Com as três netas meninas, ela brincava de boneca, de ir à manicure (ela fazia nossa unha da mão e do pé) e a melhor das brincadeiras na qual ela era especializada. Brincávamos de grávida (com travesseiro amarrado na barriga), íamos na D.Mila fazer exame.

Ela nos colocava deitada na mesa para exames que havia em seu consultório, "ouvia o coração do nenê" com seu estetoscópio
Estetoscópio de madeira
 de madeira e nos dava o diagnóstico, dizendo que o bebê estava muito bem, quando deveria nascer e quando deveríamos voltar para novo exame. risos.

Quando seus bisnetos nasceram, ela já com a idade mais avançada, não trabalhava mais como parteira, mas dos cuidados pós parto das netas e do primeiro banho até o umbigo no nenê cair, era sempre ela quem cuidava.

Vinha para a nossa casa,  cuidava de nós no período chamado "resguardo", ao qual os antigos, davam muita importância, fazendo canja de galinha, e minguau de maizena polvilhado de canela (humhumhum) de sobremesa.

Não escondia a preferência que tinha pelo seu primeiro neto, Roberto, meu irmão.
Ela comprava a camisa para todo o time futebol de crianças, desde que o Roberto pudesse jogar; no final do jogo todos iam para sua casa tomar o lanche que ela fazia.
Fora o dinheirinho, (rsrsrs) que ela sempre colocava no bolso dele para o picolé.
Ciúmes infantis e brincadeiras à parte, ela foi para todas nós uma avó maravilhosa.

A vó Mila com o bisneto Vinícius
A vó Mila com o bisneto Bernardo




Vó Mila na foto com o neto Roberto (o preferido rs) e o bisneto Rodrigo, a segunda foto com o bisneto Ricardo.




Fernanda Reali propôs homenagear as mães durante o mes de maio, com o tema  "AVÓ". Fiquei mais motivada ainda, com a coincidência de poder contar a história da minha avó, no dia e ano em que ela completaria 100 anos, 19 de maio de 1913.

sábado, 18 de maio de 2013

Mais Papel Para o Guardanapo de Papel = + Lixo

A ordem agora é que o guardanapo de papel oferecido em restaurante seja embalado.
Já havia observado em dois ou três outros estabelecimentos e ontem o assunto veio à tona.
Disse o dono do restaurante, tratar-se de mais uma obrigatoriedade, imposta por autoridades, que agora deve ser cumprida.
Muito bom...muito mais apresentável, muito mais higiênico.
Absolutamente nada contra o fabricante, que está fazendo o seu papel, trabalhando para o seu crescimento, inclusive com geração de empregos. Porém o " politicamente correto" da embalagem feita de material ecológico, conforme o descrito, não impede que o surgimento de outro problema. O lixo.
Para cada guardanapo usado, teremos  um envelope de papel para ser colocado no lixo.



É uma questão de saúde pública, vigilância sanitária, questões de higiene? Certamente.
Em contraponto,  a apresentação dos talheres na forma abaixo, continua permitida. 


Importante afirmar, que o restaurante onde todo este assunto surgiu, muito antes desta nova exigência, sempre teve extremo cuidado com os serviços prestados, apresentação dos pratos, das pessoas que atendem, e do ambiente físico do local .

Fica aqui somente uma questão:  A  PRODUÇÃO DE MAIS LIXO PARA O MEIO AMBIENTE.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Sê Chique - Parfait Amour since 1755









A qualquer dia...
A qualquer hora...
Em qualquer lugar...

Sê Chique...

Parfait Amor

De cor Roxa

Única

Sabor sem similar




Tradicional. 
Um clássico entre os licores, produzido desde 1755.



Só mais um caso de "Amor Perfeito".

Sê Chique...

Sutileza.

       Prazer.



Foto da primeira página do site oficial Marie Brizard