quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Futebol e Costela uma tradição no BUTECO DO JAJÁ


A receita de como assar uma costela, Jair Ferreira de Andrade, o Jajá, não conta para ninguém.  Ele só diz que aprendeu ali mesmo, no bar, há 30 anos, com o falecido Restides Eccel. Junto com o "Alírio do campo do Caxias", Eccel era o mais conhecido assador de costela de Joinville no final da década de 70.
             A tradicional costela, o bolinho de carne – sem esquecer a cerveja gelada – e a televisão sempre ligada em um canal de esportes fazem do “Buteco do Jajá” um dos pontos de encontro preferidos no Guanabara. Localizado na movimentada Rua Florianópolis, o bar existe há mais de 40 anos, mas nem sempre foi do jeito que é hoje.
             O atual proprietário trabalhava como garçom e conta que o local, já era conhecido pelo bolinho de carne. Quando Jucá, o antigo dono, colocou o ponto à venda, Jair e sua esposa, Patrícia de Araújo, enxergaram uma boa oportunidade. O casal planejou as modificações necessárias para a melhoria física do ambiente e acrescentou um atrativo, a tradicional costela assada, servida com farinha de mandioca. A maionese de batatas feita por Patrícia também é opção de acompanhamento.
Com o tempo, o “Buteco do Jajá” foi se tornando referência como ponto de encontro de pessoas ligadas ao esporte. “Jogadores de futebol, como o Lima, são nossos clientes”, conta Patrícia. Em dias de jogo do JEC, o número de pessoas aumenta. “Diversas vezes, programas de rádio entrevistaram clientes ao vivo, aqui no bar, no intervalo dos jogos”.
              Quando tudo começou, o lugar não tinha um conceito tão positivo. Não havia banheiro adequado, era frequentado por usuários de drogas e o público era formado apenas por homens, bem diferente de hoje. Jajá atribui a mudança à presença de sua mulher. “Aqui não é permitido que nenhum homem ‘mexa’ com qualquer mulher dentro ou mesmo na calçada em frente ao bar”, declara Patrícia. Quando algum engraçadinho tenta contrariar a regra, tem que se retirar do local.
Mário José Lino da Silva, 60 anos, empresário do ramo de tornearia, trabalha e sempre morou no bairro. Ele e a esposa Carmêndia Vieira da Silva, professora aposentada, costumam ir ao boteco às sextas-feiras para comer costela. Carmen, quando não vai ao campo do JEC com a amiga, confere a transmissão do jogo diretamente do bar. O marido não gosta de ir aos jogos.
              Jair e Patrícia são casados há quatro anos. Ela também trabalha em sua própria empresa de doces finos e artesanais para festas e casamentos, mas ainda encontra tempo e disposição para ajudar a "tocar" o bar. Nos fins de semana, são assados aproximadamente 150 quilos de costela e é nos domingos que o movimento se intensifica. O aroma da carne assada e a simplicidade são ingredientes certos para atrair tanta gente.

Repórter Raquel Ramos 
Publicada originalmente no Primeira.Pauta,  edição de nº 128 do Jornal laboratório da Faculdade de Jornalismo do Bom Jesus/Ielusc.
                                 



Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui  -1 Foto da fachada do prédio do Buteco do Jajá.   e 2 e 3 Fotos da página do jornal onde foi publicada  e 4 Fotos do  interior do bar, mostrando os clientes assistindo o jogo do JEC, 5- Foto de Jair Ferreira de Andrade, o Jajá, cortando a costela para servir aos clientes. 6 e 7 Fotos de Camendia , Mário e clientes do bar.



segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

O SuperLinda na Ilha de James Bond - Tailândia -


Desembarcamos de camiseta #SuperLinda na Tailândia.
Entre tantos cenários de produções hollywoodianas, um deles também serviu de cena para a tradicional foto do blog. 
A ilha Khao Ping Kan, mais conhecida como a ilha do James Bond, onde foi rodado em 1974  o filme "007 contra o Homem da Pistola de Ouro" com Roger Moore e Christopher Lee. Detalhe que fez do pequeno rochedo entre os dois maiores_ na foto_ o local o mais visitado pelos turistas. 
A Tailândia é o país campeão de turismo no Sudeste Asiático. Segundo o site Viagem e Turismo (clique no link), o segredo deste sucesso está no "mix perfeito entre cultura, Hedonismo, e o exotismo".
O Hedonismo é uma teoria ou doutrina filosófico-moral, de origem grega, que afirma ser o prazer o supremo bem da vida humana. E neste clima de prazer pela vida, que mostramos, hoje, o registro da viagem de Yin Ni Chi e Luiz Carlos de Carvalho e Silva a esse mundo tão distante de nós.

A ilha, cenário do filme "007 contra o homem da pistola de ouro" hoje consta como mais um lugar visitado por amigos que fazem do #SuperLinda também um blog de viagem.




E se você sentir vontade ver a beleza do local nas cenas do filme rodadas na ilha, assista com um clique no vídeo. Vale a pena.


Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui   - Fotos de Yin e Luiz Carlos com a camiseta do blog #superlinda na Tailândia, com a ilha do 007 aos fundos .

sábado, 3 de dezembro de 2016

O SuperLinda pelo Brasil Afora - Fazenda Ceita Core - Bonito MS


Assim é Bonito, no Mato Grosso do Sul, a 300km da capital Campo Grande. Polo de Ecoturismo, Bonito recebeu em 2013 o prêmio de melhor destino de turismo responsável do mundo. O World Responsible Tourism Awards, na Feira World Travel Market, em Londres. Informação do site G1 MS, jornalista Anderson Viegas (clicar no link).

A 36 km do centro da cidade, paraíso de 11 cachoeiras de águas cristalinas e local para banho, pista de pouso, salão de jogos, quadra de vôlei de areia, piscina de água corrente, cavalos mangalarga, tudo para o seu deleite. Passeio a nascente do Rio Chapena até a caverna Fonte da Juventude, cenário único e inesquecível.
Heloisa Soter Correa, amiga que faz do #SuperLinda também um blog de viagem, trouxe fotos do passeio na Fazenda Ceita Core.

Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui  - Fotos de Heloisa, usando a camiseta do blog  #superlinda, com cachoeira, rios e grutas ao fundo.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Em Joinville tem LAIT DE RIZ BISTRO



Mal dá para você ver a porta de entrada coberta por uma trepadeira verde. 

A placa à frente, onde se lê “Almoço, Café, padaria sem glutén” chama a atenção para a beleza da varanda aberta, com mesas e cadeiras, de frente para a tradicional rua Otto Boehm, em Joinville (SC).

Dizer que o Lait de Riz é uma restaurante de comida livre de glutén e lactose, não condiz com a verdade. Este é um ambiente gastronômico. A combinação do sabor com a textura, da criatividade com a arte,  e o saber cozinhar com prazer de servir, foi desenvolvida para quem aprecia e necessita de uma alimentação especial.
O Lait de Riz, diz Luiz Carlos Bastos, um dos proprietários, foi pensado por Amanda Linzmeyer e juntos abrimos este espaço, há um ano. A aceitação do público foi além das espectativas. Motivo da contratação de funcionários e geração de emprego, como é o caso da simpática atendente Erica. 

Nenhum alimento que contenha, glutén e proteína de soja, entra em nossa cozinha, completou Luiz. Assim evitamos a “contaminação cruzada” dos alimentos, fundamental para o portador da doença celíaca.
Um bistrô decorado com os mínimos detalhes. Aconchegante, inspiração, bom gosto e elegância. Assim é o Lait de Riz.

                       
Foto de Chrystian Ilg

                               

                              

Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui : 1  - Foto da frente da entrada do Lait de Riz  mostrando a trepadeira verde e a placa indicadora. 2 - 3 - Fotos do ambiente interno das mesas e cadeira, uma diferente da outra, forradas com tecidos diferentes em total harmonia. 4 - Foto do balcão de serviço onde está Erica com um belo sorriso.  5 e 6 - Fotos do ambiente interno. 7 - Foto da pia do lavabo com pedras e limão dentro como decoração. 8 - Foto da mesa servida com pratos sobre platô um pedaço de doce, iogurte e café. 9 - Foto do buffet e de Luiz Carlos Bastos. 10 - Foto do prato de salada servido na mesa. 11 - Foto do #SuperLinda no buffet.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Com qual idade é permitido morrer?

       
A dor pela morte de 76 pessoas no dia de hoje, comoveu o mundo e a mim também. Quantos outros 76 morrerão por dia, a partir desta decisão, com o sentimento de vitória "pelos direitos alcançados" por parte de alguns. Estou me referindo a decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal que abre precedente para discriminalizar o aborto até o terceiro mês de gestação.
Mais uma vez repito a frase do amigo Profe Borto "Me surpreende sempre o que as pessoas fazem com as pessoas".
Me omiti em posts, nas redes sociais, de pesar pela tragédia do acidente de avião que matou jogadores de futebol, dirigentes, jornalistas. Pessoas morreram em situações trágicas, não importa quem sejam.
O Espiritismo dá à isso o nome de Desencarne Coletivo. Por algum motivo eles tinham que estar juntos nessa passagem. Um amigo, me disse:
_Só temos certeza de uma coisa: só foi quem tinha que ir.
Pode não ser consolador e até frio, mas é a pura verdade. E ele ainda completou "devemos pedir pelos que ficaram, estes sim, a família, amigos, além de nós, estão sofrendo.
Na página do Facebook, Vinícius Borba, publicou o texto "Por que ocorrem tragédias coletivas" (clique neste link) Vale a leitura. Mas vale também a reflexão para as trajédias não coletivas provocadas pelos homens. Os homicídios e assassinatos com a aprovação do homem e não de Deus.

"Como pode o Estado impor a uma mulher,
nas semanas iniciais da gestação, que a leve a termo, 
como se tratasse de um útero a serviço da sociedade, e não de uma pessoa autônoma, no gozo de plena capacidade de ser, pensar e viver a própria vida?" 
Luiz Roberto Barroso - Ministro do STF

Qual a diferença entre uma vida nas semanas iniciais de gestação e nas primeiras décadas de uma vida inteira pela frente,  senhores Ministros?

Vida é vida! 
Que todos encontrem o seu caminho de luz na espiritualidade.




domingo, 27 de novembro de 2016

A Búzios de Bardot #SuperLinda



O título é nome de filme. Há 50 anos Brigitte Bardot estava no Rio de Janeiro e foi parar em Búzios para fugir da imprensa. Em busca de refúgio, permaneceu ali por 4 meses e se perpetuou como símbolo da praia.
Toda essa história foi contada por Márcio Menasce (clique aqui)
Muitos já foram à Buzios e a foto ao lado da escultura da musa nada tem de novo. 
O novo hoje é a Bardot ao lado do #SuperLinda.
Bia Nigro fazendo a ponte do #SuperLinda com as estrelas do cinema.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Lá no apartamento do Rui

Arte Iugui Comunicações

Lá no apartamento do Rui. É assim que eu respondo quando me perguntam onde estou morando. Ainda não consegui chamar de "minha", mas é assim que me sinto. Na minha casa. Completamente à vontade como se tivesse morado aqui a vida inteira. 

A decisão de vir para cá, onde eu estou, envolveu uma grande carga emocional, aceitação familiar, lembranças e sentimentos. Me emociona o sentido que essa mudança de casa traz para mim. Quem hoje me acolhe é ele. Me parece uma grande ironia.

Muito antes de nos casarmos, tínhamos uma relação de pura e grande amizade. Saíamos juntos, conversávamos muito, viajávamos, arrumávamos  namorado (a) um para o outro. A afinidade era tanta que confundimos amor com amizade e resolvemos casar. Se você ainda não leu o que penso sobre "Amor e Amizade" clique neste link.

Tivemos dois filhos. Só com ele eu poderia ter os filhos que tive. Homens honrados e de índole impecável tal qual o pai. Vivemos bem durante muitos anos. Entretanto, um casamento tem que haver amizade, mas ele não sobrevive de amizade. A separação veio e com elas as dores inevitáveis, mas livre de amarguras. 

Há vidas que se unem e se separam. Viver com outra pessoa não pode ser por obrigação. Obrigação está em ter a honradez na hora da separação. A vida não é uma linha reta. Poder voltar é para poucos. 

O apartamento que o Rui morou e deixou de herança para os nossos filhos é hoje o meu lar, o meu aconchego. Me sinto segura e em casa. Se nada acontece por acaso, a volta que eu dei mostrou de onde, talvez, eu nunca deveria ter saído. Porém, se assim não tivesse acontecido, eu não teria tido a oportunidade de vivenciar experiências que me fizeram poder hoje refletir e chegar a esta conclusão.


A vida me deu a chance de recomeçar.

Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui : 1  Foto ( Arte Iugui Comunicações)  de uma garrafa de café na cozinha do apartamento.