sexta-feira, 13 de julho de 2018

O SuperLinda pelo mundo - Grand Canyon e Hoove Dam -


Chrystian com a camiseta do blog no Grand Canyon
Fotos Chrystian Ilg/Instagram @pics_by_chrys

Ir à Las Vegas, nos Estados Unidos, é enxergar o glamour plantado propositadamente para fazer uma cidade brilhar. Dos gigantescos hotéis, cada qual com um cassino maior do que o outro, da ”Torre Eiffel" do Hotel Paris ou a "Veneza" em hotel temático, tudo é grandioso.

Se a cidade é extraordinária as redondezas são mais ainda. A sua volta está o  Grand Canyon e a Hoover Dam. Sendo o primeiro uma das sete maravilhas naturais da Terra. 

E hoje é Chrystian Ilg, publicitário, fotógrafo por e da natureza, quem leva o SuperLinda pelo mundo afora. Em recente viagem à Las Vegas, ele foi visitar o Grand Canyon e a Hoover Dam e traz para os leitores do blog a sua visão pessoal.

Para Chrystian, quem vai para Vegas com a proposta de diversão e entretenimento, em busca de shows e cassinos encontrará uma quantidade quase que infinita de opção. "Não há necessidade de sair, um quilômetro sequer, da cidade para encontrar com o que se distrair". 

Porém, se você é uma pessoa que gosta de natureza, vale a pena conhecer o Grand Canyon. Neste caso, diz Chrys a visita "se torna indispensável". A própria represa, completa ele, embora seja uma obra de engenharia é rodeada pela natureza.

O passeio à Hoover Dam pode ser feito no estilo bate e volta. É possível percorrer todo o trajeto, que leva em torno de 45 minutos, pela autoestrada. "Uma viagem tranquila e a entrada é franca, o que faz da visita um programa de custo baixo" explica o publicitário. 

Vista panorâmica do Grand Canyon
Foto natureza pôr do sol
Foto natureza pedras
Foto panorâmica Grand Canyon pôr do sol
Quanto ao Grand Canyon, ele aconselha dar um tempo mais longo para este destino porque a distância é bem maior. "Há a possibilidade de translado de ônibus e, melhor ainda, havendo condições, pelo valor significativo que é, existe um serviço de helicóptero que pousa no centro do Canyon, bem próximo do rio Colorado. "Neste caso",  completa Chrys sorrindo: "dá para ir e voltar no mesmo dia".
 

Outra boa opção é ir de carro. No local há espaço próprio para camping, trilhas monitoradas de 3 a 4 horas de  percurso, e também, os micro-ônibus que levam os turistas pelo circuito interno, com 9 paradas para quem quer descer e olhar tudo de perto.
 

O tempo de visita, ao Grand Canyon, depende do interesse individual das pessoas. Chrys fez em dois dias pois "meu interesse maior era fotografar" e completa "entrei pelo Estado de Nevada, que é o caminho de quem vem de Vegas. São quilômetros e quilômetros, uma grande extensão onde há muito o que ver". 

Chrystian mostra através de suas fotos a beleza exuberante das coloridas formações rochosas e os paredões construídos pelas águas do rio Colorado ao longo dos séculos. Tudo "tão bonito quanto eu esperava, talvez até mais". E dessa maneira muito básica, como ele próprio é, que Chrys descreve a visão surreal modelada pelos pincéis da natureza registradas pelas lentes da sua máquina. 

Mesmo que Hoover Dam saia dessa esfera de mundo feito a base do poder da história natural, ela não é menos fantástica. Esta é uma das maiores hidrelétricas já construídas pelo homem. A Hoover Dam, o Lago Mead, se constituí no maior reservatório dos Estados Unidos, criado para represar a água da barragem. 

O contraste entre o azul da água e as muralhas de cimento levantadas no rio Colorado, na divisa dos estados de Nevada e Arizona, torna insignificante se o espetáculo é resultado da ação do homem ou da natureza.

Chrystian Ilg amigo que faz do SuperLinda também um blog de viagem.


Chrystian com a camiseta do blog na Hoove Dam
Placa com as inscrições e informações da Hoover Dam
Vista panorâmica do lago de águas azuis e as paredes de concreto da represa
Foto panorâmica da ponte sobre a represa
Foto da água de cor verde do lado
Chrystian Ilg
Todas as fotos são de Chrystian Ilg e estão sujeitas a direitos autorais.



segunda-feira, 9 de julho de 2018

104ª Flag do SuperLinda - Timor Leste


Registro do Site Flag Counter com a bandeira do Timor Leste

Timor Leste, um país que tem como idioma oficial o português, faz parte da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), mas é usada somente por 10% da população. Uma contradição explicada por Mariana Haubert para Folha: "Hoje, o português é principalmente a língua da burocracia timorense e da elite mais intelectualizada. As leis e as normas oficiais estão sendo todas escritas em português".

Embora exista por parte do governo um esforço em difundir o uso do português entre a população, o tétum é a língua mais falada. Um remanescente do período em que o Timor foi ocupado pela Indonésia. Porém, há também um outro obstáculo a ser vencido, pois é com o inglês que os jovens timorenses preferem se comunicar.

Localizado no continente asiático, ex colônia de Portugal, o Timor Leste tornou-se independente em 2002. Mas para isso sofreu toda sorte de terror e luta, entre os anos de 1975 a 1999 quando foi invadido pela Indonésia .

A população do país ainda vive abaixo da linha de pobreza, o analfabetismo é de 50%, a economia rural (80%) com  base nas atividades de plantação de café, mas são eles que pontuam a 104ª Flag de visualização, representando a quantidade países que visitam o blog.

O SuperLinda cada dia mais longe.

Palácio do Governo em Dili capital do Timor Leste. Imagem do Google.

Estátua de Cristo voltada para o mar, em Dili, capital do Timor Leste. Imagem do Google.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

A nova terceira idade - nota 9,5


Raquel e Fernanda apresentando o trabalho para banca. Foto de Leticia Demori

9,5 uma nota maravilhosa, só não é perfeita, por isso mesmo ela é quebrada. 9,5 é o 10 que não foi dado.

_Merecia 10? _Claro que sim ou não teria alcançado 9,5.

_ Fiquei feliz? _ hummmm, fiquei sim. Digamos que fiquei 9,5 feliz.

Este é o meu sentimento e falo somente por mim, sobre a nota recebida da banca examinadora para o trabalho jornalístico produzido em parceria com Fernanda de Lourdes Pereira.

Título: A NOVA TERCEIRA IDADE - Revolução comportamental da nova geração de sessentões.

Faltou o contraponto, argumentou a banca. Sabíamos disso e a justificativa estava nas próprias fontes. Procuramos saber, de pessoas com idade acima de 60 anos, como se portavam em relação ao trabalho, tecnologia, sexualidade e saúde.  O depoimento deles comprovou os conceitos do que seja longevidade e longerativade, registrada no aumento desta população  confirmando as bases de dados e estatísticas. 

Não, não mostramos a população idosa que passa necessidade de saúde e afetiva e sem acesso a tecnologia, porque nossas fontes não nos trouxeram essa informação. Porém, apresentamos quem lida com alta tecnologia e quem sequer sabe ou deseja manusear um aparelho de telefone celular. Trouxemos fontes, desde o intelectual professor universitário ao analfabeto do bairro Itinga, a mulher que vai para Europa com recursos próprios à aquela que foi para Angola à base de rifas e ajuda dos amigos. Trouxemos idosos de 60 a 80 anos de diferentes níveis profissionais e formação educacional. 

Essa nota 9,5, vale uma reflexão sobre o jornalismo e uma pergunta: Se a reportagem fosse sobre o idoso abandonado, maltratado, o contraponto do idoso “longerativo” teria sido questionado? 

Defendemos nossa tese e temos certeza do eficiente trabalho feito. Mostramos a nova cara do idoso e a realidade da inclusão social. E, esse é o meu jornalismo, aquele que ensina pelo lado melhor, que enaltece as pessoas.

Acredito, sinceramente, que o #jornalismomudaomundo divulgando e mostrando, também, o que se faz de bom, de superação, de crescimento, de evolução. É lendo e vendo através de reportagens como A nova terceira idade que as pessoas vão se inspirar a mudar o seu comportamento. 


Da mesma forma, instituições, governos, empresas privadas podem se motivar nos exemplos, como o da Univille e do Círculo Operário, para criar mais ambientes que promovam oportunidades como estas para o idoso.
 
Fernanda e Raquel em frente ao banca examinadora


Raquel e Fernanda com a banca examinadora Professor Silvio Melatti, professora Maria Elisa Máximo e a professora orientadora Wania Bittencourt











domingo, 1 de julho de 2018

O SuperLinda pelo Mundo - Capadócia - Turquia


Teresinha na Capadócia com a camiseta do blog em cenário dos balões


A Capadócia é muito mais do que um destino turístico de balonismo, na Turquia. A formação geológica faz deste local um lugar diferente e encantador, próprio de quem deseja fazer uma viagem literalmente lunática em terra.

Porém, este ambiente não vem do acaso, ela está localizada em região de formação vulcânica. As nuances de elevações do relevo são entalhadas naturalmente pelo vento.  A rica arquitetura de casas esculpidas na pedra tornaram-se obras de arte pelas mãos do homem. 

Pedras arenosas e fáceis de esculpir possibilitaram a construção de cidades subterrâneas, possíveis de visitação e que impressionam pelas técnicas de ventilação. A população habitava esses lugares em busca de proteção contra invasores. Os pesquisadores dão conta de outras tantas cidades que possam existir e que ainda estejam escondidas.

Esta realidade, de cenário quase fantasioso, foi visto  e visitado por Teresinha, que mostra suas fotos através do blog e conta das "pequenas igrejas, de provavéis 20 metros quadrados, com pinturas originais, desgastadas pelo tempo, mas de onde não é permitido bater fotografia". 

Teresinha de Jesus Martins, é parte dos amigos que fazem do SuperLinda também um blog de viagem.

interior da cidade subterrânea

Abertura com vista a rua em uma das construções cravada na pedra.

Vista panorâmica de uma construção esculpida na pedra.

Foi num hotel desses, cravados na pedra, que Teresinha se hospedou e dá ao SuperLinda o privilégio de divulgação das sua fotos pessoais com detalhes do interior.

Hotel Kayakapi.
Entrada do Hotel Kayakapi
Interior do quarto do hotel
banheiro do hotel
Detalhe do interior do hall do hotel

sábado, 30 de junho de 2018

O que é um Projeto Experimental?



Fernanda e eu com o  relatório do Projeto Experimental


Link de acesso para a reportagem "A nova terceira idade" produto  do Projeto Experimental

https://readymag.com/u30034052/anovaterceiraidade/




Mas afinal o que é esse tal de “projeto experimental”que tanto falei durante o semestre inteiro? Resolvi comentar porque sou ré confessa: antes de entrar para a faculdade nem eu mesma tinha ouvido falar nisso.


Projeto experimental corresponde a um trabalho de conclusão de curso. Não é uma monografia, mas tem algumas similaridades. Assim como o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) ele requer introdução, justificativas, objetivos, contextualização, processo de produção, referencias bibliográficas. Acrescente a isso a realização de um produto jornalístico utilizando uma das cinco áreas: impressa, rádio, televisão, fotografia ou mídias digitais.

Esta é uma etapa que o aluno da 7ª fase da Faculdade de Jornalismo Ielusc é obrigado a cumprir antes da monografia. Algo como colocar em prática os ensinamentos recebidos e, é a instituição querendo saber, penso eu, se você realmente está apto para a exercer a profissão.

Fernanda de Lourdes Pereira e eu, diante da possibilidade de poder realizar em dupla, decidimos por fazer uma reportagem multimídia. Trata-se de uma produção em que deve conter três elementos: texto escrito, áudio e vídeo. O tema "A nova terceira idade"veio como um desmembramento de outros anteriormente desenvolvidos para a matéria de radiojornalismo. Um assunto atual decorrente do aumento da população idosa no Brasil, desenvolvida com base em jornalismo de dados humanizado.

Todo o planejamento foi detalhado em um relatório de 35 páginas, enviado à banca examinadora, antes da apresentação que acontecerá dia 03/07. Nas justificativas escrevemos que a "a escolha pela reportagem multimídia definiu-se na participação da Conferência Brasileira de Jornalismo de Dados (Coda), em São Paulo, em novembro de 2017. O workshop "#Sexysemservulgar - Como tornar sua história de dados atraente" ministrado pela jornalista Amanda Rossi, foi determinante para a decisão de aliar o cruzamento de dados com as histórias dos personagens. 

Acrescentamos, ainda, os argumentos usados pela jornalista que abordou a relevância dos dados, mas enfatizou que estes "sozinhos não vão causar impacto emocional"necessários numa reportagem. O jornalismo de dados não dispensa a apuração como tradicionalmente deve ser feito pelo profissional e é imprescindível "dar um rosto para esse dados" destacou Amanda.

Dada as explicações convido a todos a acessarem o link para ler, ouvir e ver a reportagem. Todas as fontes profissionais e os personagens são moradores de Joinville, o que torna ainda mais relevante, para a nossa cidade, o conteúdo que disponibilizamos.


https://readymag.com/u30034052/anovaterceiraidade/ 

Primeira página da reportagem com as fotos dos personagens



Professor orientador: Wania Bittencourt
Banca formada pelos professores Maria Elisa Máximo e Silvio Melatti.



terça-feira, 26 de junho de 2018

O SuperLinda pelo mundo afora - Mesquita Azul - Istambul - Turquia

Teresinha no interior da Mesquita usando véu e a camiseta do blog SuperLinda


A Mesquita Azul ou Mesquita do Sultão Amade é uma mesquita otomana de Istambul, na Turquia. Construída entre 1609 e 1616, é a única de Istambul que possui seis minaretes (torres altas e finas das mesquitas).
 
O seu interior é todo revestido de um mosaico feito de azulejos azuis de Iznik. Possui, também, vitrais do mesmo tom nas 260 janelas que permitem a entrada da claridade natural dentro do ambiente. Tamanha harmonia, proporção e elegância, faz desta suntuosa construção um cartão postal de Istambul.

A entrada de visitantes só é permitida pelas portas laterais, é necessário vestir-se adequadamente e tirar os sapatos. Além disso é obrigatório, para as mulheres, cobrir a cabeça com um véu.

Dessa prática, um hábito cultural e religioso da Turquia, restou para o #SuperLinda está incomum foto com a camiseta do blog.


Fachada central da Mesquita Azul - Foto do Google

Acima o interior da Igreja de Santa Sofia, principal santuário da cristandade oriental até a queda de Constantinopla, no século XV, quando foi transformada em uma Mesquita. Para tanto, acrescentaram quatro minaretes, hoje é um museu e faz parte da área do Patrimônio Mundial pela Unesco - Áreas Históricas de Istambul. 
Localizada em frente à Mesquita Azul, a foto foi enviada por Teresinha, quando da sua visita em junho deste ano.
Uma deferência dos amigos que fazem do SuperLinda também um blog de viagem. 

Teresinha de Jesus Ferreira


domingo, 24 de junho de 2018

O choro de Neymar



Neymar dos Santos Junior tem 26 anos e a responsabilidade de garantir a alegria de 200 milhões de brasileiros na Copa do Mundo 2018 na Rússia.

O camisa 10 da seleção verde e amarela chorou em campo e roubou a cena. Como não poderia deixar de ser ganhou as manchetes dos jornais. A impressa tratou de justificar a atitude do jogador citando o que seus companheiros comentaram: muita pressão. 

A mesma compreensão não aconteceu nas redes sociais. Esta, como sempre, foi agressiva, irônica e maldosa. Não pouparam críticas nem piadas.

Há três meses Neymar foi parado. Parado por seu próprio pé. O mesmo pé que faz tantos gols, que lhe confere o título de um dos melhores jogadores do mundo interrompeu sua trajetória por um curto, mas precioso, período de tempo.

E por isso ele também foi criticado. Parece que o seu "pé de ouro", aquele que faz a vitória que tanto queremos, não merecia tratamento diferenciado.

Quando eu vi a cena, eu também parei. Parei e vi em campo um menino. Lembrei de uma fala da mãe de Neymar, no programa Matrioskas, se referindo a ele como a "sua criança". Pensei como estaria o coração desta mãe. Sim, para as mães os filhos são sempre crianças, independentemente do quanto ganhem em cifras.

Esses fatos  buscaram as  minhas memórias de pelo menos 25 anos atrás, quando em competições de judô dos meus filhos, eu sempre saía chorando. Ou porque eles ganhavam e eu me emocionava ou porque perdiam e me entristecia.

Mas não sou a mãe de Neymar, nem ele é meu filho. Sou apenas alguém que vê um rapaz que joga um futebol lindo, um verdadeiro craque com a bola no pé, pouco me importa se o cabelo é feito ou bonito, sendo massacrado pela opinião pública. 

Se não bastasse querer indicar o melhor tratamento ortopédico ao qual deveria se submeter, se dão o direito de opinar sobre a namorada.  Se feia ou bonita, se boa ou ruim atriz, e sobre o dia do seu embarque para a Rússia. Ele pode, mas não deve mandar buscá-la de avião, diz o povo.

O cara é um talento, um jogador de ponta, no sentido de extraordinário. Se vale o que ganha, não sei, mas há quem ache que ele merece e paga. A mim só resta torcer. 

Aliás, se energia positiva existe, coitado do nosso futebol nesta Copa. Porque são duzentos milhões em ação torcendo contra si mesmos.