terça-feira, 18 de setembro de 2018

O SuperLinda pelo mundo - Santorini e Mykonos - Grécia


Lucienne de frente para o pôr do sol com a camiseta do blog Superlinda
Assim é o pôr do sol no mar Egeu. Um cenário de encher os olhos, capaz de fazer esses minutos transformarem-se em momentos mágicos e inesquecíveis por toda uma vida.

Berço da civilização, a Grécia encanta com cultura, beleza natural, praias, gastronomia. Essas são as ilhas Santorini e Mykonos, as chamadas ilhas cíclades, que significa círculo. Uma referencia ao conjunto em forma círculo, que junto a outras, se agrupam em volta da ilha sagrada de Delos.

A capital Fita, a cidade Oia,  têm  estrutura para receber turistas durante todo ano.  Pode-se dizer que esta região tornou-se o destino de uma das mais tradicionais viagens do mundo. Considerada por quem visita como a viagem dos sonhos.
Centro da ilha, as casas brancas com bouganvilles rosa

Andar pelas ruas que se cruzam formando um labirinto, cheias de lojas de artesanato, bares, restaurantes, ou baladas pela noite afora tornou-se o desejo de consumo de quem tem prazer pela vida.

As paisagens, de cenas cinematográficas, são deslumbrantes e capazes de curar qualquer mal da alma ou da mente. As igrejas de cúpulas azuis, casas brancas, coloridas apenas pelas bouganvilles, fazem da Grécia puro charme.

Muitos dos que vão até lá pouco se dão conta de estar pisando em terras de um vulcão ainda ativo. As areias pretas e exóticas das praias de Santorini, nada mais são do que terras vulcânicas e Perissa é uma das praias mais visitadas.
Praia de Perissa, mar azul um contraste com a areia preta

Lucienne da Costa e Alexandre Cesar da Costa, amigos que fazem do SuperLinda também um blog de viagem, cederam as fotos que ilustram esse post.


Pôr do sol
Pôr do Sol

Vista panorâmica para o Mar Egeu

Vista panorâmica para o Mar Egeu
Seu blog dá acesso ao deficiente visual?

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Você acredita em horóscopo?



Horóscopo é algo mais ou menos assim: eu não acredito,  mas ele existe. Ah! Existe sim. 

Este é um assunto polêmico, foge do controle das mentes racionais, ou quem sabe, mais ainda, das mentes menos racionais. Afinal existem estrelas e astros, fora das telinhas da Netflix, que se movem contando histórias para os astrólogos que sabem ler as constelações.

É tudo cultural e humano. É humano procurar formas de entender o que gira ao nosso redor. A palavra signo está ligada à simbologia, porque não dar-lhe um certo crédito. Ou no mínimo, é divertido quando coincidências acontecem. 

Em tempos de chuvas e trovoadas, acordar pronta para colocar a boca no mundo, ler o horóscopo e interpretar como um "quem sabe é melhor deixar pra lá", é de parar para pensar.

Inteligência acima de tudo. Ler, pensar, raciocinar, respirar, refletir e entender que o mundo é para quem tem discernimento e amadurecimento.

Isso é tudo por enquanto.



quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Ciclista de Joinville narra experiência na L'Étape du tour na França



*matéria feita como estagiária de jornalismo para a REVI - Faculdade de Jornalismo Ielusc




             Foram 167 km, pedalados durante 7:33:36,  pelas montanhas da França, entre as cidades Annecy e Le Grand Bornand. Com subidas de até 12 km, a uma média de 11% de inclinação, somando 4 mil metros de elevação. Esse desafio foi vencido por Pedro Joel Barbosa, 50 anos, residente em Joinville. Em julho deste ano, ele participou da L’Étape du tour 2018 de France.
          
           O evento criado em 1993 e é realizado em vários países, inclusive no Brasil. Para qualquer ciclista amador, pedalar trechos já percorridos pelos maiores ídolos do ciclismo é um sonho e permite ter a exata sensação do que seja competir na mais famosa e tradicional competição de ciclismo do mundo. Tudo isso ao mesmo tempo em que acontece o famoso e oficial "Le Tour de France".


                 Mas, a história de Joel com o ciclismo não é de amadorismo e começou muito antes desta grande façanha, na França. Morador do bairro Glória, seu pai tinha restaurante, um dos primeiros a servir caranguejo, na cidade. Para ajudar o pai, ele trabalhava como garçom e, com as gorjetas que ganhava dos clientes comprou, do irmão, a sua primeira bicicleta de ciclismo. "Um dia eu estava na pracinha da rua XV conversando com os amigos quando o Hasselmann passou e convidou 'Venha treinar com a gente", conta Joel referindo-se ao amigo Rubens Hasselmann conhecido pelos joinvilenses, pelas famosa empadas. E assim, aos 14 anos, Joel começou a treinar na pista em volta da Expoville, no único lugar asfaltado que havia em Joinville. “Ali, ainda piá, iniciei meus treinos ", lembra.

                      
              Participar do L'Étape du Tour foi um projeto que começou há dois anos, quando assistia a competição pela TV. Surpreendeu a esposa, Claudia Regina Moser Barboza, ao dizer que iria festejar seu aniversário de 50 anos correndo aquela prova na França. Fez disso um objetivo e iniciou a preparação técnica, com Ivan Razeira, fez reserva financeira e convidou amigos. De Joinville, partiram com a mesma finalidade, quatro amigos: Max Zuffo, Gerson Ritz, Carlos Eduardo Pereira e Arno Huch Junior. Eles praticam ciclismo por prazer, mas Joel faz questão de comentar que todos cuidaram do condicionamento físico. Entre eles, apenas Arno e Joel foram atletas profissionais.
                           

                       Participar do L’Étape "foi uma realização pessoal, uma grande experiência profissional" declara Joel. "É gratificante" repete ele várias vezes durante a entrevista, e se diz orgulhoso por ter se classificado em 2.722 lugar entre os 16 mil participantes. "A prova é amadora qualquer pessoa pode fazer, mas ele, que já foi profissional, reconhece que havia pessoas com muito mais potencial no seu pelotão. "Eles são muito mais competitivos, têm o ciclismo no sangue, são treinados desde criança e estão muito mais bem preparados do que nós" explica.

                          Embora seja uma prova aberta para amadores, garantir a vaga existe uma seleção feita por um preenchimento de um formulário. Perguntas como: se já participou daquela ou de outra prova do Le Tour, há quanto tempo é atleta, quais as principais provas que já participou, se é ou não profissional de ciclismo. 
As respostas a essas perguntas garantiram a Joel a colocação no segundo pelotão junto com outros atletas com treinos e atividades ciclísticas feitas com regularidade. Com a classificação obtida - e agora com uma participação no Le Tour - Joel pretende se inscrever no próximo ano fazendo parte do primeiro pelotão.

Desafio guardado para sempre na memória.

                        Durante as quase oito horas que passou sobre a sua bicicleta speed, Joel enfrentou passagens desafiadoras, subidas íngremes e paisagens deslumbrantes. "Depois do Col de la Croix-Fry com vista para as montanhas de Aravis, vem uma subida de 7 km até o Plateau des Glières, com uma elevação média de 11%. Segue por 1,5 km em estrada sem asfalto até chegar no topo, onde os membros da resistência costumavam se esconder durante a Segunda Guerra Mundial. Em seguida vem o Col de Romme e o Col de la Colombière. Esta última, já no final da prova, torna-se uma das subidas mais difíceis com 1.613 metros acima do nível do mar. "Foi a única subida comparável a da Serra do Rio do Rastro" relata o ciclista. O ganho total de altitude é de mais de 4.000 metros, até "a descida para reta final em Le Grand-Bornand, e então ter a recompensa de todo esforço de uma vida", desabafa o ciclista joinvilense.
           

              Impressionado com a excelente organização, com o estado de conservação das estradas secundárias do percurso e com a acolhida dos moradores à beira da estrada a aplaudir os atletas. Joel não hesita em descrever os trechos mais interessantes do desafio. Havia muitos socorristas por todo o caminho, assistência mecânica e pontos de  abastecimento e hidratação a cada 20 km. "Essas paradas eram em tendas com cerca de 200m2", fala Joel enquanto abre os braços como quem quer dar noção do tamanho. Nas tendas, os competidores recebiam, com fartura, fruta, castanhas, tábuas de frios e queijos e bebida isotônica.

           Logo após a participação no tour, em viagem pelo interior da Europa, ele se surpreende com a quantidade de ciclistas nas estradas. "Carros, bicicletas, convivem em harmonia, porque ambos respeitam as leis de trânsito" avalia.

Vamos pedalar?
   
              Em sua trajetória profissional, na cidade em sempre morou, Joel também realiza projetos sociais com base na sua própria história. "Lembra que lá no começo eu te contei que o Hasselmann me disse "vamos lá pedalar?" e prossegue: "Faço esse mesmo convite para meninos e meninas, porque vejo isso como uma possibilidade de futuro para crianças e adolescentes". Conta com orgulho das pessoas que trabalharam com ele na loja, treinavam juntos e mesmo que não seguindo o ciclismo como profissão, seguem como esporte, como é o Arno, conhecido como Juninho, um dos companheiros da L'Étape. Se sente recompensado quando muitos pais lhe agradecem pelo que faz pelos seus filhos.


            A responsabilidade do esportista assume um tom de crítica quando aponta a falta de incentivo e políticas públicas, para o esporte, em especial do ciclismo, "hoje só tem master correndo" informa. Master são pessoas acima de 30 anos, que já tem vida feita e fazem do ciclismo o seu esporte. A falta de jovens para treinar impossibilita a formação equipes de competição e novos atletas para o futuro. "Há um completo desinteresse pelo esporte, a moçada só quer saber de computador", afirma. Sobre a alegação de que, no Brasil, ninguém sobrevive do esporte ele reage: "Tudo o que tenho devo ao ciclismo. Foi o esporte que me deu".

            Das lembranças especiais de sua carreira, Joel cita "As voltas de Santa Catarina". Uma competição clássica dentro do calendário do ciclismo nacional e que atrai competidores de alto nível técnico e etapas com elevado grau de dificuldade. O atleta relembra que só nestas competições já subiu umas 15 vezes o Rio do Rastro". E aponta os Jogos Abertos como "uma competição que sempre emociona muito porque todo mundo quer ganhar".

                 
               A carreira de ciclista profissional está encerrada, mas a vida do atleta nunca. Joel continua e sempre será ciclista de corpo e alma. Permanece em constante exercício para se manter fisicamente apto para outras competições que terá pela frente. E, a mais próxima já agendada é a L'Étape Brasil, em 30 de setembro, com percurso de 117 km, com ganho altimétrico de 3.000 de elevação e será realizada em Campos do Jordão. 

A trajetória

Pedro Joel Barboza soma títulos em competições desde a década de 90. Foi campeão estadual nas categorias de base, campeão estadual elite em 1990,  campeão brasileiro de montain bike master 1999, campeão nos Jogos Abertos quando ganhou medalha de ouro no 4 X 100, 1992 e mais tarde como técnico da equipe foi tetra campeão dos Joguinhos Aberto de Santa Catarina, Tri campeão mountain bike cross-country elite, como técnico de Ricardo Pscheidt 2006, 2008 e 2010, , além de ter participado de 4 iromann: dois em Florianópolis, 2014 (Áustria) 2015 (Canadá).



terça-feira, 11 de setembro de 2018

Huhuhuh! Somos livres


A respeito das prisões de hoje, sem excluir as dos que já estão encarcerados.

Não pagamos esse preço, e é só por isso que não temos jatinhos, nem passagem de primeira classe entre São Paulo e Nova York ou o equivalente. Não temos pretensões de possuir jóias caríssimas, carros de luxo e outros tantos mimos que esses personagens exorbitam perante a sociedade. 

Mas, temos noites de sono profundo. Nossos sobressaltos são dos sonhos pela próxima viagem bem sucedida e divertida. Divertida pelos perrengues nas poltronas apertadas, muitas delas compradas com milhagens. Pelas economias feitas para pagar o quarto a ser dividido com alguém ou pelas contas em restaurantes e cafeterias catando moedas nas bolsas. E sempre felizes, vamos cobertas com nossas semi-jóias.

_ Uhuhuh! Cada um com seus pequenos desejos, mas, somos livres.! Se for para se lambuzar que seja por um sorvete.

Li no perfil de um amigo a tristeza pela prisão do ex governador Beto Richa e tantos outros, hoje, em Curitiba. Eu entendo, o que ele quer dizer com isso. É triste pelo que representa. Ao contrário do que muitos pensam não tenho alegria nenhuma em ver tantos políticos presos, incluindo Lula. O que não quer dizer justo. Se fizeram, que paguem.

Mas tudo isso é um atraso na vida dos brasileiros. Poderíamos estar tão melhor, vivendo num país com mais saúde, educação e em consequencia sermos muito mais felizes.

domingo, 9 de setembro de 2018

Prece Divertida - Um post fofo

Raquel em foto feita por Helena Bosse

Para acalmar os ânimos, baixar tensões e pensar numa semana mais produtiva e de pensamentos hostis à provocação. Não faça da agressividade um estilo de vida.

O texto abaixo recebi pelo WhatsApp e é de autor desconhecido até que alguém se manifeste sobre a autoria.

💖🌻Prece Divertida 

"Senhor me ajude a nunca desistir de ser mulher!
Coloque um espelho no meio do meu caminho entre a lavanderia, o supermercado, o sapateiro... E que, ao me olhar, eu goste do que vejo.
Não deixe que eu passe uma semana sem usar batom bem bonito, um salto elegante e  jeans confortável.
Proteja meus cabelos do vento, os brincos e anéis dos olhares invejosos.
Nunca deixe faltar, na minha vida, comédias românticas e boas depiladoras.
Se eu tiver vontade de chorar, faça com que eu chore um dilúvio....
e que eu tenha saído de casa sem pintar o olho.
Para cada dia triste,  deixe-me namorar uma vitrine com sapatos lindos!
Já que eu nunca peço milagres, faça que minhas celulites sejam, ao menos, discretinhas.
Dê-me saúde, dinheiro,  tempo livre e silêncio...
E que nunca falte perfume na minha bolsa.
Nos engarrafamentos, faça com que eu ligue o rádio e o Senhor fale comigo na minha música preferida.
Dê-me forças para comer mais saladas, mais frutas!
Não me deixe querer fazer todo meu trabalho de uma vez só!
Ajude para que eu chegue do trabalho inteira.
Em dias difíceis, me dê persistência para seguir na dieta.
Dê também firmeza para os seios!
Proteja minhas poucas horas de sono e me perdoe e entenda caso eu não acorde na hora certa.
Não deixe que minha testa fique tão franzida a ponto de parecer uma saia plissada ....
e eu, uma louca estressada!🙃
Faça com que o sol seja meu personal trainer, meu complexo de vitaminas , meu carregador de bateria...☀
Mas quando eu pedir um diazinho de chuva, só o Senhor pode me entender! 🌧
Para cada batata quente no trabalho, me dê um café recém-passado ☕.
Incline seus ouvidos Senhor, quando oro para cancelarem aquela reunião!
Sei pra quem estou pedindo!
Poupe-me , Senhor do stress desnecessário!
No meio de tudo isso, faça com que eu ache tempo para:
virar namorada de novo, ir ao cinema, jantar fora, dormir abraçadinha...
Ilumine o espelho do banheiro e proteja meus cremes e segredos...
Ajude a não faltar gasolina e não furar o pneu !
Por favor, abra meus olhos e afaste os motoqueiros do meu retrovisor.
Senhor, por pior que seja o meu dia..
permita que ele termine....
E não eu!"
Obrigada,  Senhor!
Tu és maravilhoso!
Me dê forças para ser mulher e continuar DIVA!! Amém! 🌹🙏💞🙌💐".
💖🌻 🌷 Para todas as mulheres! 💖🌺😘

sábado, 8 de setembro de 2018

Meus heróis não morreram de overdose, nem matam


"Meus heróis não morreram de overdose, e Carlos Alberto Brilhante Ustra foi meu comandante quando era tenente em São Leopoldo. Um homem de coragem, um homem de determinação e que me ensinou muita coisa. Tem gente que gosta de Carlos Marighella, um assassino, terrorista. Houve uma guerra ]no regime militar]. Excessos foram cometidos? Excessos foram cometidos. Heróis Matam”. General Morão Citação do site G1.

Esta é a frase do dia, dita pelo General Antonio Hamilton Mourão, 65, candidato a vice presidente na chapa de Jair Bolsonaro, em entrevista para Central das Eleições, mais especificamente, à jornalista Miriam Leitão.

Neste mundo da imprensa, feita por jornalistas, ninguém consegue me convencer de que trata-se de coisas diferentes, e do qual farei parte dentro de alguns meses, cada vez aprendo mais. Só não sei se a consciência de como esse mundo funciona me faz mais feliz.

O assunto está estampado em todos os jornais como deve ser. Mas, gritou diante dos meu olhos o que o jornalista Pedro Zambarda de Araujo publicou no jornal Diário do Centro do Mundo:  "Vídeo - general Mourão, vice de Bolsonaro, na GloboNews: 'meus heróis não morreram de overdose, eles matam'". E eu questiono: existe ou não diferença entre uma frase e a outra. 

Por outro lado, lembrei de uma amiga que há anos atrás trabalhou na campanha de Sarney para senador pelo Estado do Amapá. Sim, ele é do Maranhão, mas se candidatou e se elegeu por Amapá.  Ela sempre teceu os maiores elogios à essa pessoa, dizendo ser um homem inteligente, atencioso, educado e gentil. No entanto, bem sabemos como governou o Brasil e seu Estado, um dos mais pobres do país.

Porque não poderia Mourão admirar Ustra? Se realmente existe quem defenda Marighella, se Dilma Rousseff, que já foi terrorista de fuzil na mão, exerceu o cargo de Presidente da República e está prestes a se eleger como Senadora por Minas Gerais. Se Fernando Gabeira, militante do Movimento Revolucionário Oito de Outubro, é hoje jornalista da "Globo golpista". Aliás, diga-se: fazendo ótimas reportagens.

Por fim, após assistir as entrevistas dos candidatos à vice-presidência das eleições de 2018, só resta a conclusão de que políticos são "encantadores de pessoas". Carismáticos, hábeis nas palavras e de raciocínio rápido, capazes de derrubar todos os argumentos dos jornalistas. As perguntas à base da técnica, argumentadas com citações e provas, como prega o jornalismo, se tornam pequenas diante da capacidade deles em ludibriar as respostas. Em especial Káthia Abreu e Ana Amélia.

Fiquei refletindo sobre os meus heróis, e não me identifiquei com nenhum desses de ontem ou de hoje.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

"Que Brasil você quer para o futuro"? Uma boa pergunta para um 7 de setembro.





7 de setembro um dia para comemorar a pátria amada está repleto de notícias da tentativa de assassinato do candidato à presidência da República Jair Bolsonaro.
 
Que Brasil você quer para o futuro? A pergunta divulgada amplamente pela Rede Globo nesse ano de eleição transforma-se num bordão sem resposta. Tudo o que se ouve, do Oiapoque ao Chuí, parece ser algo de um admirável mundo que não existe para os brasileiros.

Na manhã de hoje, uma voz calma, com o mesmo som que tem a paz espalhou a tranquilidade que tanto o Brasil precisa. Elogiável a entrevista do médico Dr. Alfredo Guarischi para a Globo News.  Objetivo e claro nos comentários, ele deu explicações sobre os procedimentos tomados pela equipe médica da Santa Casa de Juiz de Fora. 

Sem esquecer se disse orgulhoso pela atuação de seus colegas, por pertencer a esta classe e que é isso que o Brasil precisa no tocante à saúde. Profissionais competentes, em grande quantidade, e hospitais equipados para dar melhor assistência a todos. Sem política, sem estrelismo e intuitivamente ele respondeu à pergunta veiculada diariamente na televisão.

Foi essa entrevista a maior das comemorações do dia da Pátria e vindas de um homem que não está nas mídias, não é um orador doutrinário do comportamento ético e não usa palanque para se divulgar.  É essa a atitude que eu quero do Brasil. Pessoas que ensinem, e elogiem ao contrário de tanto ranço e  críticas espalhados entre nós.

Isto não é um posicionamento político. É um posicionamento contra a agressividade do brasileiro que se acha no direito de matar quem quer que seja, que atravesse no seu caminho. E isto inclui, o aborto, sem me estender, neste momento, sobre a questão. 

Sobre a política, chego a pensar: Bons tempos em que o voto era secreto.

Bolsonaro, independentemente dos meus ou dos seus pensamentos políticos é #homem #militar #paidefamília #brasileiro #serhumano  e foi acometido de um atentado. #esfaqueado. É #crime.