domingo, 1 de maio de 2016

DOMINGO É DIA DE PASSEIO NO MIRANTE


Faltando ainda alguns dias para completar dois meses da reabertura, o acesso ao Mirante do Morro do Boa Vista já é o mais visitado ponto turístico de Joinville.

Uma agradável surpresa!

No ponto mais alto da cidade temos uma visão privilegiada da Baía da Babitonga, do centro da cidade, do bairro América, alguns pontos da região Norte e Oeste e de parte da Serra do Mar.

A subida é elevada e íngreme, com várias possibilidades de acesso. Ônibus com intervalos de 20 minutos, a partir das 8 da manhã. Subir caminhando, correndo ou de bicicleta é uma opção a ser escolhida dependendo da condição física de cada um.

O Mirante tem 14,5 metros, área de 70m2, estrutura em concreto armado, escadaria ou elevador com capacidade para 10 passageiros.

Só não pode deixar de conhecer. Natureza, atividade física, sol, água, floresta, bichos. VIDA.


sábado, 30 de abril de 2016

AULA DE CORTE E COLAGEM também É COISA SÉRIA


            Foi com ares de ironia e desdém que os alunos receberam a orientação para recortar, de páginas de jornais, os exemplos solicitados no enunciado do exercício.
     Aos poucos os risos foram sendo substituídos por expressões de dúvidas e um certo buchicho começou.
- O que é mesmo uma cartola?
- Isso aqui, apontando para o jornal, é um intertítulo?
   Um tipo de exercício, comumente aplicado à alunos em idade de alfabetização, foi proposto numa aula de um curso superior. _Ichhh quanta indignação!
  O trabalho que a princípio parecia ser ridículo à estudantes de nível acadêmico, resultou em aprendizado divertido e lúdico.
E por que não? Quem disse que não estamos sendo alfabetizados?
  Ao final uma conclusão. Nunca mais será esquecido ou confundido os termos técnicos do jornalismo. Chamada, título, infográfico, olho, retranca, chapéu, são aplicados propositadamente para chamar à atenção do leitor para a matéria, sem que este se dê conta.

 


 

sexta-feira, 29 de abril de 2016

DA SOLIDÃO DO CAMINHONEIRO NAS ESTRADAS


O reencontro em 2014 entre Sidor Albrecht, 57 anos, catarinense da cidade de Palmitos e sua filha, ainda hoje emociona a ele e a quem assiste ao vídeo. 
Ele, caminhoneiro, conheceu a mãe de Vitória com quem teve uma relação afetiva, quando foi trabalhar em Fortaleza (CE). Após alguns anos o casal se separou. Ele pegou a estrada e foi embora deixando a menina, de apenas 2 anos, com a mãe. Outros fatores, também contribuíram para que eles perdessem o contato entre si. Vide o vídeo.

A estrada que um dia os fez pai e filha foi a mesma que os separou.

A vida de caminhoneiro é uma vida à distância. À distância da família, dos seus amores, dos afetos e dos carinhos. Da rotina deles muito se fala, mas da realidade de suas vidas, poucos sabem.

Moram nas estradas, residem em pátios de postos de combustíveis, sentem falta de necessidades básicas de conforto, mas é da solidão o mal do qual mais sofrem.

Trabalham e moram sob casas rodantes transformadas, à noite, em quartos escuros cobertos de idéias fantasiosas de sexo. Idéias minhas, suas, nossas, muito mais do que deles. Eles estão cansados da satisfação física seguida da solidão que insiste em permanecer ali. Anseiam por relações afetivas, por um café da manhã com pão francês quentinho e sentados numa mesa.  Se mostram cansados de acordar a cada dia tendo ao seu lado um caminhão diferente como vizinho.

Vivem em conflito com a sua própria consciência pelo pouco convívio familiar que têm. E é essa mesma ausência, a maior das reclamações que recebem de casa. Cobrados como sendo uma situação imposta por eles, se sentem desprezados, pouco valorizados e desiludidos.

Os milhares de kms rodados fazem a distância se perder no tempo. Rompe fisicamente o amor entre pessoas, assim como os aproxima, fazendo 15 anos significar absolutamente nada diante de um abraço e um beijo.

*Crédito da foto a Marcos Franzão. 
No pátio de um posto, o cenário de sempre, Marcos conheceu Sidor Albrecht, nesta segunda 25. O lugar comum em que vivem, faz deles amigos sem precisar de apresentações. O assunto das conversas varia entre o valor dos fretes, os eixos dos caminhões, as cargas. Falam bobagens, fazem brincadeiras, contam histórias, confidenciam sentimentos e dramas.
A diferença deste caso, foi a deferência, dada ao SuperLinda, de ter conhecimento dessa história, receber a foto e o contato de Sidor. 
Expressar mais uma vez o respeito que aprendi a ter por vocês, caminhoneiros, faz do SuperLinda também um blog da estrada.



sábado, 23 de abril de 2016

MARCELA TEMER "BELA, RECATADA e DO LAR".


BELA
E como! 
Linda sem precisar fazer caras e bocas, mostrar bunda ou os peitos.

RECATADA
E muito!
Vive num palácio rodeada de seguranças e empregados sem a necessidade de chamar a revista Caras _ou similar_ para as poses da semana.

DO LAR
Sim. É do lar e muito mais. É também formada em Direito, tem um filho e é casada com Michel Temer. 

Olha...às vezes me dá uma preguiça!
O problema agora é a Marcela Temer. 

Sim é verdade. Você, Marcela, tem um grave problema. Aliás, vários. Você é linda, é jovem, é discretíssima, estudou e tem curso superior. É mãe, é esposa, é rica. E demonstra ser feliz.

Daí...é difícil suportar.  Isso é demais para cabecinhas machistas, pensantes e invejosas.

A foto que ilustra este assunto, nos meios de divulgação, é a mesma da posse em 2011, onde ela aparece ao lado do marido. Usaram uma foto antiga, talvez por não terem uma foto atual onde ela estivesse saindo de um grande centro de estética, academia de ginástica, ou lojas de grife. Melhor ainda, seria um escândalo no casamento, briga pela posse do filho. Mas não. Até agora, não há o que apague a beleza de sua imagem.

É quando você sente o preconceito contra a mulher bonita. Onde está a admiração que as pessoas dizem sentir pelas mães que dedicam suas vidas à cuidar dos filhos?  
Em plena época de luta contra a intolerância por opção sexual, por partido político, por escolhas de vida e respeito, Marcela Temer é o foco por ter uma vida recatada e ser do lar.

Essa pobreza de espírito me deixa indignada.

Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui:; 1 - Foto de Marcela Temer. 1 - Foto de Marcela ao lado do marido Michel Temer no dia a posse.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

COISAS QUE ME FAZEM FICAR FELIZ

Ando atenta ao #superlinda. Ele passa por modificações inerentes à minha vontade. Tenho sentido falta, neste meu pequeno espaço, daquele toque característico original do início do blog. Aqueles posts com memes, blogagem coletiva, coisinhas de blogueira assim... sabe?...brincar. Afinal meu maior objetivo aqui sempre foi o de me divertir.

Nos últimos anos, algumas mudanças me obrigaram a tomar um rumo diferente na vida. Sem entrar nos detalhes bons ou ruins, tive que ter atitudes e fazer disso uma alavanca para o meu crescimento pessoal.

Passeando no mundo da blogsfera entrei no blog In Reverie Mine de Tatiane Maria. O título COISAS QUE ME FAZEM FICAR FELIZ, o primeiro de 52 posts, me trouxe uma reflexão. A felicidade é mutável. O que me fazia feliz deixou de ser importante. E como eu poderia me dizer feliz, passando pela vida sem ter conhecido o que hoje é o que me faz ficar feliz? 

Vou tentar fugir do básico. Saúde, paz, filhos, família, etc, etc.

Coisas que me fazem ficar feliz:

- Fazer uma selfie e ter para quem mandar.


- Caminhar. Com alguém querendo saber onde  estou, é muito melhor.
                                  

- Ter uma estrada como um caminho.


- Descer 1000 degraus e se sentir subindo coroada de dignidade. 


-  E a maior de todas - Conquistar a liberdade moral.

Semana 1
  

quarta-feira, 20 de abril de 2016

ANÁLISE CRÍTICA NARRATIVA - CAPA DA REVISTA VEJA


1 - Que história a capa conta?
- A capa foi feita com uma foto modelo oficial usada em repartições públicas. Rasgada e amarelada como se fosse coisa do passado.
- O objetivo é mostrar a derrota moral da presidente.

2 - Quais os elementos gráficos presentes?
- O rosto em destaque dispensa o nome de Dilma.
- Margem preta demarca, limita e alinha a página, representando uma moldura de parede.
- Letras centralizadas. A expressão Fora do Baralho, usada para aquilo que está descartado, sintetiza o pensamento da revista.
- O uso do contraste está na cor amarela com o fundo cinza envelhecido e desbotado.
- Destaque para uma só cor. Amarelo forte marcando vitória contra o vermelho do PT.

3 - Como esses elementos se apresentam hieraquicamente?
- A foto do rosto em tamanho grande ocupando a página inteira, representando o assunto principal da edição.
- A folha rasgada significando ruína.
- A faixa presidencial pouco aparente = pouco poder.

4 - Qual a interpretação possível da narrativa da capa? O explícito e o implícito.
-Explícito
 a situação atual da presidente = desfigurada.
-Implícito
 1/4 do rosto desfigurado representando = "quase"fora do poder.
     
 A revista Veja desta semana trouxe na capa, o assunto do momento. Provocador e polêmico. 
O objetivo aqui não foi discutir o impeachment. Os prós e os contras, nem representa a interpretação do #superlinda sobre o assunto.

O exercício foi proposto na aula de Planejamento Virtual. Em grupos, os alunos escolheram capas de jornais ou revistas publicadas durante a semana para responder quatro perguntas. Analisar o conteúdo, o que lemos e identificamos através da mensagem gráfica. 
Esta foi a leitura feita por Camila Azevedo, Leticia Rieper, Rodrigo Jordan e Raquel.


Nota: * No primeiro dia de aula com a Mestre Silvia Mendes, eu fiz um post aqui no #superlinda-link contando o meu desespero com essa matéria. Ontem ela deu sua última aula para nós, entregou a provas bimestrais, e eu ganhei a minha primeira nota 10 da faculdade. Ela segue novos caminhos profissionais, e eu volto a firmar minha admiração pela competência e didática dessa professora. Uma unanimidade entre todos os aluno.

Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui: Foto da capa da revista Veja.

terça-feira, 19 de abril de 2016

PRATICA JORNALÍSTICA NA FEIRA DO LIVRO DE JOINVILLE


Semana passada realizou-se uma nova edição da Feira do Livro no pavilhão de exposição do Centreventos Cau Hansen em Joinville.
Os alunos da faculdade de jornalismo Bom Jesus/Ielusc foram fazer a cobertura como atividade das aulas de Antropologia e Radiojornalismo.

O #superlinda aproveitou, fez uma pequena volta ao passado e deixa uma pergunta no ar.

Lembro delas, desde jovem e estudante íamos para Curitiba visitá-la quando ainda não havia em Joinville. O passeio, a feira, a viagem, tudo contribuía para que o evento se tornasse uma festa.

Hoje as Feiras do Livro sobrevivem heroicamente. As secretarias municipais, as escolas e alguns poucos pais continuam incentivando à cultura universal dos livros. Crianças motivadas sob a influência de quem lhes instruem, arregalam os olhos diante da quantidade e variedade. 
Desenvolver o gosto pela leitura é fundamental. A sociedade precisa de pensadores. Na descoberta das letras as crianças se deslumbram e se tornam devoradoras de livros.
Mas o que será que acontece no trajeto entre a infância, passando pela tumultuada adolescência até alcançar a idade adulta, com o gosto pelos livros? Por que tantos o abandonam no meio do caminho?

Escolhi por fazer o registro dos alunos jornalistas em atividade.
    Luiza Grilli, Leonardo Fernandes e Camila Silveira Rosa.


       Kaue Vezentainer, Mateus Tidre, Bruna Romão e Thaline Cardoso.

      Helena Bosse 

      Laura Bona Moll, Jessica Ramiro Pereira, Letícia Demori e Larissa Hort.

       Liandra Tank e Mariana Costa.

     Thuany Marcelino

Descrição detalhada das fotos para acesso do deficiente visual (para saber mais clique aqui  Fotos dos alunos jornalistas, com os nomes escritos nas ordem da direita para a esquerda, na Feira do Livro de Joinville.