quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Significado do Buquê Paralímpico - Tókio 2020


Legenda #PraCegoVer. Card com fundo rosa e a imagem da mascote Someity, escrito em cor branca a frase "O Significado do Buquê Paralímpico. Embaixo à esquerda Gabriel Araujo com medalha na boca e o buquê preso no pescoço. À direita Julyana Cristina da Silva, medalha e buquê na mão direita, braço esquerdo levantado com os punhos fechados. Ambos usam agasalho verde e amarelo da seleção brasileira.

Você já percebeu a diferença entre o buquê dos atletas Olímpicos e dos Paralímpicos nas cerimônias de premiação Tóquio 2020? Agora a mascote é Someity com predominância das cores rosa e branco uma referência da flor de cerejeira chamada Somei-yoshino.

De acordo com a explicação dos desenvolvedores, Someity teria os sensores táteis das flores de cerejeira, com grandes capacidades físicas e mentais, uma amostra dos obstáculos superados pelos atletas paralímpicos. A mascote “tem uma presença calma e tranquila, guiada por uma forma interior, mas podem exibir superpoderes que personificam a tenacidadee a determinação dos atletas paralimpimpicos”. Do site Educa+ Brasil.

Ela foi criada para simbolizar o poder mental, a força física e superação de obstáculos dos paratletas. Someity tem o poder da telepatia, de voar, a capacidade de mover objetos sem tocá-los e de se comunicar com os elementos da natureza.



Legenda de foto para acesso do deficiente visual. #pracegover. Arte de Leticia Rieper.- Seu blog dá acesso ao deficiente visual?     



sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Significado do Buquê Olímpico - Tókio 2020


Card de fundo escuro mostrando o amanhecer em Tóquio, os círculos coloridos marca das Olimpíadas, escrito em letras brancas na parte de cima "Você conhece o significado dos buquês que os atletas recebem nas Olimpíadas?". Na parta inferior o buquê na mão de uma atleta e o nome do blog.

Os buquês entregues aos medalhistas no momento da premiação são uma tradição em todos os Jogos Olímpicos. Porém, os do Japão têm um simbolismo especial. Eles são feitos de flores naturais colhidas das áreas atingidas pelo desastre nuclear de Fukushima e da região devastada pelo terremoto e tsunami em 2011.

Os elementos que formam o buquê Olímpico Tokio 2020 são: 

EUSTOMA - uma flor verde, de Fukushima.

GIRASSOL - vem de Miyagi, cidade conhecida pelo cultivo de rosas e representa a memória de quem foi afetado pela tragédia.

GENTIANS ou gencianas - uma pequena flor azul, cultivadas em Iwate, no litoral, região devastada pelas ondas gigantes.

ASPIDRITAS - de folhas verde-escuras, cultivadas em Tóquio escolhidas para representar a cidade -sede.

MIRAITOWA - a mascote. "Mirai" significa futuro e "towa" a eternidade. A mensagem do Japão para o mundo é a celebração do passado e do futuro.

As flores, o mascote, representam o renascimento japonês. Os produtos cultivados naquelas regiões têm o objetivo apoiar o desenvolvimento da economia local. Servem, também, como um símbolo de "gratidão ao povo do mundo por sua cooperação e gentileza", disse o presidente do Nippon Flower Council, Nobuo Isomura, no site oficial das Olimpíadas.


ASPIDRITAS - folhagem de cor verde

Eustoma - flor de cor verde


Gentians - flor de cor azul


Mascote inspirada na tecnologia, nos mangás e animes, nas cores azul, branco e preto.

Legenda de foto para acesso do deficiente visual. #pracegover. Arte de Leticia Rieper.- Seu blog dá acesso ao deficiente visual?     



sexta-feira, 30 de julho de 2021

Dias frios pedem gorros e com eles o pompom

Legenda #pracegover Foto sobre card de cor cinza com galhos e gelo do inverno. Aparece da esquerda para direita: Raquel blusa e gorro de pompom preto, Leticia com blusa preta e gorro cor de rosa, Fernanda com blusa e gorro de cor branca. Na parte superior o nome do post, na parte inferior o nome do blog em letra branca.


Nestes dias de inverno o gorro é uma peça indispensável como forma de proteção contra as baixas temperaturas e ventos fortes. Mas, também, servem para adicionar cor e estilo ao vestuário. Sendo estes, de tricô e pompons, pode-se dizer que já se tornaram um clássico da estação.

Hoje em dia, os pompons são usados como acessório de moda, porém há histórias por trás deste detalhe que poucos conhecem. Em sites da internet você encontra informações de que eles foram criados por marinheiros franceses no século XVII para proteger as cabeças dentro dos barcos que eram muito baixos ou das batidas contra os mastros do navios.

Se verdade ou lenda, a  certeza de que eram usados está nas fotos antigas que vemos nos uniformes desses marinheiros. As histórias dos pompons não terminam por ai. Há quem diga que serviam para cobrir as emendas das costuras das boinas, que os vikings da Escandinávia já usavam nos anos 800 e que eram úteis para limpar as armas. Considerando o frio que faz nos países escandinavos não dá para descartar essa possibilidade. E, se nos dias atuais usamos estopa de pano para limpeza, podemos considerar como certas todas as hipóteses sugeridas.
 
Os pompons aparecem em uniforme escolares, trajes típicos como os da Escócia e no folclórico chapéu das mulheres, de nome Bollenhut, na região da Floresta Negra, na Alemanha. A sua divulgação é vista como detalhe para embelezar, colorir, usados inclusive como brincos e chaveiros.

Encontrado em peças de vestuário, feminino, infantil ou masculino, a verdade é que solidificado no gorro de lã de inverno, o pompom é moda.

 

Card de fundo branco com imagens pessoas e gorros com pompom. Na esquerda imagem de um cachorro de pelo bege e branco com gorro de cor vinho.

Card de fundo amarelo com boina de cor azul marinho, pompom vermelho no topo, na borda está escrito Marine Française em amarelo. Nas pontas laterais superiores desenhos de âncoras.

Traje típico da região da Floresta Negra na Alemanha. Três mulheres de blusa manga bufante de cor branca, colete preto com detalhes em roxo. Chapéu com 8 pompons vermelhos sobre aba larga na cor branca, amarrado sobre o queixo com fita preta.

Legenda de foto para acesso do deficiente visual. #pracegover. Arte de Leticia Rieper.- Seu blog dá acesso ao deficiente visual?     

sexta-feira, 9 de julho de 2021

A 116ª Flag do SuperLinda é do Sudão do Sul

 

Superposição de imagem da bandeira do Sudão do Sul  com o gráfico do registro  da Flag  recebida para o blog. A bandeira em listras horizontais nas cores, de baixo para cima, preto, vermelho e branca, intercaladas com listras finas na cor branca. Do lado direito sai um triângulo apontado para para o centro, na cor azul com uma estrela amarela no centro.

 

Somente 7% da população possui acesso à Internet e energia elétrica. Ainda assim a 116ª Flag do SuperLinda veio deste país africano tão carente de necessidades básicas, de saneamento e serviços públicos.

O país viveu a mais longa guerra civil da África. O Sudão do Sul conquistou a independência em 9 de julho de 2001 e a Constituição assinada em 7 de julho de 2011 estabeleceu um sistema presidencial. Mas a crise socioeconômica e a miséria assolam a população. O sistema de televisão é de controle estatal, porém existem emissoras de rádio FM privadas. 

E assim o SuperLinda é visto por mais um país deste mundo afora.



Legenda de foto para acesso do deficiente visual. #pracegover.  Arte de Leticia Rieper.- Seu blog dá acesso ao deficiente visual?     


sexta-feira, 2 de julho de 2021

O Tour de France e os 100 anos da Camisa Amarela

#PraCegoVer  Fundo do card feito com imagem do pelotão de ciclismo. Exposição das camisas da esquerda para a direita a amarela, branca de bolinhas vermelhas, a  verde e camisa branca. Acima das camisetas está escrito O Tour de France e os 100 anos da camisa amarela. Embaixo o nome do blog.

A CAMISA AMARELA do Tour de France é conferida ao ciclista que é o líder da classificação geral da competição por tempo. O mais rápido ciclista ganhará o direito vesti-la ao fim e será o grande vencedor do Tour. A importância deste título faz dela a mais ambicionada camisa da competição. 

Este o terceiro maior evento esportivo, atrás apenas das Olimpíadas e da Copa do mundo. O Tour de France é cercado de tradição,  histórias e grandes nomes. A primeira corrida foi realizada em 1903 e só interrompida nos anos das Guerras Mundiais. A comemoração dos 100 anos da Camisa Amarela dá um  sentido maior para o evento e principalmente para o atleta vencedor deste ano.

Mas a competição não é apenas pela camisa amarela. Há outras de cores diferentes com disputadas acirradas no pedal. Se você está acompanhando o Tour, ou eventualmente assistiu alguma etapa de torneiro de ciclismo, já ouviu sobre as cores das camisas atribuídas a esse ou aquele competidor. Especificamente na Volta da França são:

CAMISA BRANCA COM BOLINHAS VERMELHAS – Indica o melhor ciclista nas etapas de montanha. É chamada a camisa do “rei da montanha” para os atletas denominados escaladores.

CAMISA VERDE – quem veste é o líder da classificação por pontos. Esta é uma especialidade dos sprinters. Em cada etapa há locais marcados como "chegadas intermediárias". Ao alcançar essas marcas, em primeiro lugar, o ciclista pontua e a soma deles dá o direito de vestir esta camisa.

CAMISA BRANCA - premia o ciclista mais rápido com menos de 26 anos com os mesmos critérios da camisa amarela.

O uso da camisa de cor diferenciada possibilita a identificação do ciclista no Pelotão.  Nome dado ao grupo principal. Aquele aglomerado compacto de corredores que se desloca em conjunto.

A largada de 2021, do Tour de France, aconteceu em 28 de junho em Brest, na região da Bretranha. A chegada com todo o glamour que merece será em Paris, no dia 18 de julho, depois de 3417 km pedalados.

Um espetáculo único de beleza pelo colorido do pelotão em um cenário ora de campos verde, ora de montanhas brancas cobertas pela neve. Capacetes, luvas, sapatilhas brilham ao sol ou sob chuva. Velocidade, resistência, força sobre bicicletas pilotadas por habilidosos atletas de ponta fazem desta competição um grande espetáculo.


Nota: As cores das camisas dos líderes variam de país para país. Enquanto na volta da Espanha a camisa do vencedor é de cor vermelha, no Giro d'Itália o alvo é pela Camisa Rosa. O mesmo ocorre com as camisas das outras categorias.

 

Legenda de foto para acesso do deficiente visual. #pracegover.  Arte de Leticia Rieper.- Seu blog dá acesso ao deficiente visual?      

quarta-feira, 19 de maio de 2021

A consagração de Joinville como a Capital Nacional da Dança em forma de Museu

Arte/Foto feita na entrada do museu. Parede de tijolinho a vista escrito o nome do Museu em letra preta. Sobre ele, eu usando calça comprida preta, tênis vermelho, jaqueta azul marinho com o nome do blog nas costas. Do lado direito imagem de uma bailarina de sapatilha e traje de dança clássica, cor cinza. Na posição vertical o nome superlinda na cor dourada.



A visita ao Museu da Dança de Joinville, localizado na rua Vargeão 79, ao lado do Centreventos Cau Hansen, foi a grande boa surpresa da semana. A emoção ao rever a história, na entrada da primeira sala, é consumada, na saída, com a bailarina virtual que brinda o visitante dançando o Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky.

Ainda que recente, a tradição de Joinville como a cidade da Dança, é louvável a preocupação e iniciativa em preservar lembranças para que não se percam no tempo. A sequencia da exposição dos cartazes de cada ano, dos moletons, bótons, bonés, e até as sacolas plásticas da Feira das Sapatilhas, é uma viagem agradável ao passado. Um circuito iniciado, nas primeiras apresentações, na Sociedade Harmonia Lira, passando pelo Ginásio Abel Schulz, Ivan Rodrigues e atualmente no Centreventos.

Tudo está documentado. Elementos que não poderiam faltar e que tocam a cada um em particular, como aconteceu com Heloisa Soter Correa. Ela foi proprietária da Loja Shop 246, apontou para os selos colocados sob o balcão com tampo de vidro e, como um testemunho, contou: "A organização entregava aos comerciantes esses selos para colar nas embalagens. Dessa forma o turista levava junto com a compra uma lembrança do festival", e completa: "Também entregavam os cartazes e a programação para distribuirmos aos clientes".

Assim como Heloisa, eu revi fotos e imagens de antigos festivais que assisti da plateia. Lembranças memoráveis como a de Mikhail Barysnikov no festival em 2007. O acervo tem doações de bailarinos e pessoas famosos ligadas a dança, figurinos de peças clássicas em participações inesquecíveis.

Com muitas referencias das apresentações do Balé Bolshoi, o Museu é da Dança. Embora, seja impossível dissociar os dois assuntos, o que na verdade, nem queremos. Conhecida mundialmente por ser a única cidade que tem uma Escola do Teatro Bolshoi, fora da Rússia, o museu conta a trajetória do Festival de Dança de Joinville.

Há dez salas temáticas e interatividade virtual em todas elas. O museu associa referências da dança, como maquete dos maiores teatros do mundo e a história das caixinhas de música com suas bailarinas rodantes. A saída é feita através de um pequeno corredor com o teto forrado de sapatilhas, de cor pérola, penduradas sobre nossas cabeças. Uma delicadeza de encher os olhos.

Viabilizado por meio da iniciativa privada, tem na tecnologia o melhor dos efeitos para encantar a todos. 


Primeira sala. Parede de fundo, em cor amarela, exposição dos modelos de troféus e poesia escrita sobre tom verde. Moletons pendurados no teto. Na parede direita o Centreventos Cau Hansen.

Quatro sacolas de plástico presas na parede de tijulinho à vista com a arte referente ao ano do festival de cada uma. Identificado a segunda do ano de 1992 e a última do ano de 1989.

Selos das lojas dos anos de 1997-1994-1995-1992-1993

Corredor de saída com sapatilhas no teto. Fotos penduradas na parede de cor vinho .


Legenda de foto para acesso do deficiente visual. #pracegover.  Arte de Leticia Rieper.

- Seu blog dá acesso ao deficiente visual?     


quinta-feira, 13 de maio de 2021

Com o Level Café Joinville entra na era do Rooftop

 

Vista da cidade, prédios, ao fundo a Serra do Mar. Final de tarde, céu com nuvens. No interior do Level Café, protegido por vidro e muro pintado de marrom. Deck de madeira para sentar e plantas verdes com iluminação amarela. Na parte de cima do card está escrito em letras brancas o título do post e na parte de baixo o nome do blog.


Joinville ganha o primeiro espaço aberto ao público no chamado rooftop com o Level Café, no terraço do edifício de mesmo nome, na rua Orestes Guimarães. Inaugurado em junho de 2020 a proposta, mesmo que indireta, pode ter sido a de oferecer um lugar ao ar livre possível de circular em período de pandemia. Um local ótimo para lanches ou, na saída do trabalho, fazer um happy hour.

A palavra rooftop vem do inglês e em tradução literária quer dizer telhado. Os rooftops, já populares em muitos países e grandes cidades, são terraços criados no alto dos edifícios para o lazer. O que de mais comum há entre todos é a linda vista que se tem da cidade.

Em Joinville não foi diferente. Lá de cima, a paisagem é espetacular e vai até onde a vista alcança. O Level Café - @levelcafe.jlle - tem um ambiente clean e  tranquilo. Excelente para um café, um drink, um vinho, um doce, uma sopa/creme e principalmente para uma boa conversa.

O paisagismo trás um verde baixo e harmoniza com plantas de galhos sem folhas criando um cenário minimalista. Seco sem perder a harmonia e apropriado ao conceito de menos é mais.

 

Parte interior de trabalho, balcão de exposição de comidas, um caixa, parede, parte de cor marron fendi, e revestida de madeira. uma mesas redonda com três cadeiras de cor cinza. Ao fundo mesa retangular com 6 cadeiras encostada em uma parede de espelho. Sobre a mesma, um lustre de cristal e lâmpadas amarelas.

Foto panorâmica da parte interna do terraço. Luz indireta, piso e teto branco, contornado de deck de madeira para sentar, estrutura metálica preta. Plantas verdes e ao fundo vista da cidade de noite com os prédios iluminados.


Vista panorâmica da cidade no final de tarde, prédios, ao fundo a Serra do Mar, eu de costas usando blusa branca escrito o nome do blog, corte de cabelo no ombro. No jardim do terraço plantas baixas verde e árvore de galhos sem folhas.


Legenda de foto para acesso do deficiente visual. #pracegover.  Arte de Leticia Rieper.

- Seu blog dá acesso ao deficiente visual?     


*postagem sem interesse comercial.