sexta-feira, 23 de junho de 2017

O SuperLinda em TALLINN na Estônia

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O mesmo cenário em horários diferentes. 
 
Fundada em 1050, a capital da Estônia, tem enormes muralhas erguidas ao seu redor. 
Suas construções medievais são tombadas como patrimônio da humanidade pela Unesco.

      
A chegada à Tallin foi feita de ferryboat por travessia pelo Mar Báltico. Um transporte tranquilo, em excelente barco com duração em torno de 3 horas. No percurso é possível desfrutar de cafeteria, restaurante, Burger King e FreeShop. 


A cidade, que é a capital do país tem cerca de 400 mil habitantes. No centro histórico, só é possível andar a pé e está é a melhor forma de conhecer a sua famosa Praça Raekoja. Local onde se concentram cafés, restaurantes, a prefeitura e uma farmácia que data de 1422.

      

Na parte alta da cidade você pode ver a Catedral Alexandre Nevsky, da igreja ortodoxa russa.

                              





quarta-feira, 21 de junho de 2017

Em Helsinki, O Sol da Meia Noite



Realizando sonhos, tantas vezes fantasiados pela imaginação, na emoção de ver "de verdade" o que é o chamado SOL DA MEIA NOITE. Dispensa maiores explicações  ou a exigência das palavras certas na descrição do sentimento que é viver esse momento. 

_Em uma viagem podemos não entender tudo o que ouvimos, nada do que lemos, mas jamais esqueceremos o que vimos e principalmente o que sentimos.

Da cidade de Helsinki, na Filândia, o SuperLinda registra o Sol da Meia Noite. Uma definição perfeita sobre viver 24 horas numa cidade à luz do dia, do Instagram de @racielneto: 

_Um dia que não escurece, uma noite que nunca chega. 


O fenômeno ocorre nas proximidades dos pólos terrestres, durante o verão, quando o sol pode ser visto 24 horas por dia. Entre abril e setembro, o Sol da Meia Noite, pode ser visto na Noruega, Suécia, Finlândia e Dinamarca.

Numa forma mais romântica, Sol da Meia Noite é nome de um famoso filme estrelado por Mikhail Baryshnikov, de 1985.



segunda-feira, 12 de junho de 2017

Dia dos Namorados para quem?




Quem não é mãe festeja o Dia das Mães porque é filho ou filha; assim é também no Dia dos Pais. Mas Dia dos Namorados não tem jeito, não. Você só comemora se tiver o seu par.

Há alguns anos que não comemoro este dia. Não que não tenha tido namorados, mas justo nos 12 de junho o meu status de relacionamento tem sido "em stand-by". E este não será um motivo para fazer drama. Não tenho esse perfil.

Porém, sinto um certo preconceito, um ar de superioridade, daqueles que têm namorado sobre os que não têm, seja em situação passageira ou permanente. Uma leve sensação, opinativa, de que nós, os sem namorados, não somos felizes, realizados ou capazes de ter um parceiro. Muito pior, creia-me, é um Dia dos Namorados de quem tem alguém ao seu lado sem senti-lo. 

Eu, e só por mim mesma, falo que ter um namorado é das melhores coisas que existe. Sou do tipo que gosto de carícias, afagos, beijo na boca, filme e pipoca, pinhão e vinho, mãos dadas e acordar de penas enroscadas - olha a propaganda aí... rs

Porém, só quem já viveu um relacionamento, e independente do motivo voltou a viver sozinha, tem a possibilidade de saber, conhecer e entender, que a vida de solteira tem as suas vantagens.

Hoje, penso como eu poderia ser feliz sem as experiências que tenho vivido, conhecido tantos lugares e pessoas, não fosse a minha "solteirisse". Certo, também, é que outras tantas oportunidades me foram tiradas, porém como não as vivi, não há como considerar.

Quero, busco e anseio por voltar a comemorar o Dia dos Namorados com alguém, que acima de tudo, traga a paz para o meu coração e não apenas para ser feliz por um dia. 

Sou, também, do tipo que gosto de sentir todo dia o Dia dos Namorados. Das contradições que encontrei na vida: "experenciando" o desamor, me descobri uma romântica incorrigível. E não quero mudar.

 “Que o teu silêncio me fale cada vez mais... Porque metade de mim é amor… e a outra metade... também.”




domingo, 11 de junho de 2017

Vida de viajante após 60 anos



Como aproveitar nesta fase conhecida como a melhor idade

Matéria feita especialmente para o Primeira.Pauta Jornal Digital pelas estudantes da 5ª Fase de Jornalismo, Fernanda de Lourdes, Letícia Rieper e Raquel Ramos. 
f.lourdessc@gmail.com 
leticia_rieper@hotmail.com  
rranjos@gmail.com


Fazer 60 anos não é mais sinônimo de velhice. Assim como é cada vez maior o número de pessoas desta faixa etária no Brasil, cresce também o interesse dessa população em aproveitar essa fase da vida viajando. Engana-se quem pensa que as viagens para esse público ainda são aquelas mais tranquilas, com águas termais ou outras desse gênero, os sessentões atuais têm buscado destinos mais exóticos e diferentes.
Um conceito que representa a conquista cultural “de um povo em seu processo de humanização é o envelhecimento de sua população, refletindo uma melhoria das condições de vida”. Assim o site da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, inicia o relatório de dados sobre o envelhecimento no Brasil. Este parece ser um dado que vem de encontro ao fenômeno que ocorre na Europa e como consequência de uma mudança de comportamento dos casais que optam por não ter filhos.
Porém, a mudança mais importante é a forma como estas pessoas encaram a vida após 60. Mesmo considerado idoso pelo estatuto que rege as leis desses cidadãos, hoje, essa população está despojada de mais liberdade e interesse em viver a vida.

Mais do que um “filão” econômico, esta é uma atividade que vem gerando bem estar e dando qualidade de vida aos sessentões.


Essa “dita” população idosa deve chegar a 65 milhões de pessoas em 2050, segundo a pesquisa do Banco Mundial. Além do aumento na expectativa de vida, essa população passa ser um grande nicho nos segmentos da economia e um público-alvo do turismo. Mais do que um “filão” econômico, esta é uma atividade que vem gerando bem estar e dando qualidade de vida aos sessentões. Livres da necessidade de trabalhar para ganhar a vida e sustentar uma família, eles se dispõem a dedicar o tempo em viagens prazerosas, seja pela região onde moram, pelo Brasil ou pelo Mundo.

Não veem a idade como limitação. Escolhem roteiros de acordo com seus desejos e economias, optam por viagens sozinhos, acompanhados da família, ou em grupos e preferem o conforto de hospedagens e transportes adequados.

Foto: Arquivo pessoal Heloisa, a primeira da para direita para a esquerda na fila da frente.

Heloisa Soter Correa é agente de viagem, trabalha diretamente com esse público acima de 60 anos. Ela comenta que 2016 foi um ano difícil devido a situação econômica, mas mesmo assim as pessoas não deixaram de viajar. De acordo com o portal Brasil, em 2015 houve um aumento de 11% no número de viagens da população idosa em comparação com os quatro anos anteriores.



Foto: Arquivo pessoal Carmêndia
Carmêndia Vieira da Silva, 60 anos, é professora aposentada. Paga aos poucos e antecipadamente as suas viagens, para quando viajar só aproveitar o momento. Participa de dois clubes de mães e sua próxima viagem já está planejada. Ela e uma amiga não estavam com vontade de ir para Caldas Novas com o grupo, mas mudaram de ideia, “Se não formos o que nós estamos ganhando?”.



Foto: Arquivo Pessoal Artur Cézar na Africa
Artur Cézar Carvalho, é empresário, viaja há mais de quarenta anos, muito em função do trabalho, mas afirma que o turismo sempre esteve presente em seus destinos. Cézar acha importante manter o espírito de aventura, explorar novos lugares, novos caminhos. Para ele, a primeira viagem para África foi marcante por considerar, esta, a viagem que despertou o seu espírito aventureiro. O
empresário diz que não existe indicação certa para uma boa viagem. O importante é estar com uma boa companhia e viajar mais vezes ao contrário de uma única viagem com muitos dias é mais agradável. “Eu aprendi que viagens com mais de 15 dias vão ficando cansativas” comenta.


Foto: Arquivo Pessoal Sérgio. Maratona de Athenas.
Sérgio Rodrigues Alves, 63 anos, também empresário é uma daquelas pessoas que você ficaria horas conversando só para ouvir suas histórias. O tipo de viagem que ele carimba em seus passaportes é a esportiva. Maratonista desde 45 anos, já competiu em diversas partes do mundo. Conseguiu depois de dois anos a disciplina necessária para atingir a meta de fazer sua primeira maratona, “com os treinos acabei mudando muito o meu estilo de vida” comemora Sérgio. E com a rotina de competições ele associa as viagens, também para o lazer.



Raquel Ramos, 62 anos, é nossa fonte de inspiração para essa reportagem. Está sempre com um sorriso no rosto e um alto astral repleto de energia. Funcionária pública, blogueira e estudante de
jornalismo afirma que celebra sua idade por ter feito tudo que gosta, ressalta que ainda tem coisas, mas agora, sem pressa. “Afinal, tenho a vida inteira pela frente”, continuou ela.

Foto: Arquivo Pessoal de Raquel em Amsterdan

Sem idade para se acomodar em casa, mas com muito prazer para viajar pelo mundo afora, ouça na 
reportagem/podcast histórias de viajantes acima de 60 anos. Surpreenda-se com o entusiasmo e as razões que os motivam a embarcar numa viagem.


DICAS DO QUE NÃO LEVAR EM VIAGEM
Viajar tem que significar se despojar. Só assim você se dará bem. E se despojar significa deixar os problemas, a rotina, as manias, as implicâncias, a falta de paciência, as jóias ou objetos de valor, o seu perfume mais forte e doce, a mala pesada, as “várias” bagagens de mão, de levar coisas só porque talvez “possa precisar”, dos tecidos que amassam, de um par de sapatos para cada tipo de roupa, do “meu travesseiro” porque só consigo dormir com ele, daquele traje que é lindo, mas nunca conseguiu usar, dos balangandãs pendurados nas roupas, cintos, sapatos, bolsas, orelhas, dedos que travam no detector de metais dos aeroportos.


O QUE SIGNIFICA TER 60 ANOS? Por Raquel Ramos

Foto: Arquivo pessoal Raquel em Punta Del Este – Uruguai

Ter 60 anos significa cair na real, para o seu próprio bem. Acima de qualquer coisa é preciso assumir. A denominação “melhor idade” é um pano quente politicamente correto que jogam por cima da população sessentona, e dar à ela um certo conforto àquilo que posso chamar de a “pior fase”. Sim, porque é a reta para uma fase cheia de dificuldades e limitações. Qualquer um que tenha um idoso em casa conhece esta realidade.

Mas viver bem e aproveitar esta idade. É a melhor opção que você deve dar a si mesma. Não é por ter feito 60 anos que as pessoas são felizes ou não, sadias ou doentes, com ou sem equilíbrio emocional. O bem estar com a sua própria vida independe de idade. Este é um depoimento pessoal, onde relato as minhas experiências e como lido com elas.

Sem escolha, nesta idade, você é separada, por uma linha imaginária para um mundo à parte. O lado dos que perderam a vida, seus prazeres, sejam eles afetivos e/ou sexuais. Inocentemente, marcamos 60 como um número querendo dizer que é onde e quando todos os problemas iniciam. As pessoas não se dão conta de que tudo vem acontecendo aos poucos por toda a vida, se acentuando a partir dos 40, tornando-se evidente aos 50 e um marco aos 60.

Nesta “pior fase”, exercitei aquilo que chamo de “inverter meus pensamentos tornou-se a minha especialidade”. Portanto, não enfraqueça. Faça planos, crie expectativas de vida, e mais, se permita ter fantasias, ilusões e, porque não, utopias. Chegou o tempo em que é possível afirmar que não temos pressa, afinal temos a vida inteira pela frente.

Sem entusiasmo não é possível ter felicidade em idade nenhuma da existência de qualquer pessoa. Após os 60, isto é muito mais difícil de ser alcançado, mas é imprescindível. Pessoalmente, sinto que a incapacidade de realizar tarefas é o que mais traz desânimo na vida. Daí a necessidade de você continuar sendo capaz, ativa, realizadora.

A atividade física é a mais recomendada e em contrapartida a mais rejeitada pelas pessoas em qualquer idade, inclusive entre os jovens. Certo dia, meu orientador físico, me colocou para sentar e levantar sem apoio, num banco de altura mais baixa do que a de uma cadeira normal, nada mais do que exercício de agachamento. Enquanto executava o trabalho, achando a maior chatice, pensei: isto é o mínimo que tenho que ter capacidade, daqui a alguns anos, para deitar e levantar de uma cama, sentar e levantar de uma cadeira, entrar ou sair de um carro, e, sejamos mais realistas ainda, usar um banheiro.

É a isto que me refiro, quando digo “inverter meus pensamentos tornou-se minha especialidade”. Olhe ao seu redor, aos seus familiares idosos, leia as dificuldades deles e se veja nas possibilidades. Eu tenho 62 anos, dois filhos homens, um trabalho formal, há alguns anos comecei escrever num blog, com 60 entrei na faculdade de Jornalismo e, ainda, passei pela sofrência do desamor.

Essas referências me qualificam ao conceito de alguém sem problemas financeiros, preocupação com filhos, chateações no trabalho, dores no corpo, além disso, me consideram emocionalmente equilibrada e de quem dá conta da sua vida.

E a resposta é: encare a vida com altos e baixos, com dor e com amor, com alegria e tristeza, com disposição e também a preguiça eventual que todos temos, com a rotina do dia-a-dia, com o sol e com chuva. Sonho para mim é aquele que pode ser realizado. Sonhar por algo inatingível é frustração. Esta receita não é para você, é para mim. Só sei que cada um tem que encontrar a sua fórmula. Inverter seus pensamentos de acordo com a sua vida.


domingo, 4 de junho de 2017

Momento Gastronômico no SuperLinda

Chef Deny e o auxiliar Gustavo

Muito mais acostumada a relacionar gastronomia a prática, conhecimento de culinária e do hábito de cozinhar, feito turista, o SuperLinda participou e se surpreendeu na aula show da Chef Denyse Porto. Explicações técnicas de  cocção  e prática, sem colocar a mão na massa, somente degustando. 

Os pratos variaram por entre ceviche de camarão e gengibre com batata doce, couscous de grãos andinos com cogumelos frescos, chia e aspargos, pato com talharim de pupunha, pappilotte de peixe branco com biomassa e molho de pesto, ravióli de massa integral com cacau recheado de cream cheese e nozes, e encerrando com crepioca recheada de ganache de chocolate amargo e frutas vermelhas. 

Um prazer saboreado entre taças de vinho por quem apreciava e se divertia no outro lado da bancada. Gastronomia também é isso. Ela tem o sentido de promover reuniões sociais a medida que envolve todos em volta de uma mesa. Ou seja, tem o poder de associar um lugar para desfrutar a comida e interagir socialmente.

Ao final, até parecia estar na bancada da cozinha da casa de amigos, não fosse a sofisticação dos equipamentos do Espaço Gourmet, em Curitiba. Mas foi essa ideia que restou da agradável manhã em companhia dos profissionais eficientes e  simpáticos ali presentes.

Foi assim, a exposição prática de Deny executando, com prazer e arte, as receitas de comida Fit. Uma gastronomia funcional, onde a preocupação são os alimentos saudáveis e nutritivos sem perder sabor e beleza. Atraentes acima de tudo.
Beatriz,Susana,Michelle,Samira e Raquel na bancada.


Chef Rafael Gonçalves

      
Ceviche


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Couscous
Pato com talharim de pupunha 

Ravióli

Samira, Susana, Beatriz, Raquel e Michelle com a Chef Deny

Foto do SuperLinda com a Chef Deny e Michelle

As fotos postadas recebem descrição detalhada para acesso ao deficiente visual