quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Conselho da Semana

autos.culturamix.com

Bati meu carro. Assim mesmo, no centro da cidade.
Bati meu carro, no carro do #meurichard.
Ichhhhh.....
Motivo duplo para stress.
Quando liguei para o seguro, a atendente não conseguia compreender porque não chamei a polícia para registrar o BO....
Os que passavam e como sempre diminuiam a velocidade "para ver o que aconteceu", davam risadinhas "thjipo" #naotouentendendo, por nos verem abraçados.
Isto foi há duas semanas, e como a fila anda, toquei minha rotina diária literalmente andando.
Emagreci dois quilos.
Não faça dos imprevistos da vida um drama maior do que ele já é.
Você não precisa bater seu carro, mas se quer emagrecer, ande.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Foto Para Cartão Postal - 1* da série - Joinville SC



Moinho Santista - Rio Cachoeira - Joinville SC - Brasil - foto de Raquel Ramos dos Anjos /2009

Estou iniciando hoje a série Foto Para Cartão Postal
Antes porém, faço alguns comentários que considero necessários.
Postarei fotos batidas por mim, ou emprestadas de amigos, baseadas unicamente no critério "eu gosto, eu acho que ficou bonita". Não tenho nenhuma formação em curso de fotografia, nem interesse profissional.
Espero que apreciem e que gostem.
Raquel



email
raquel@superlinda.com

twitter



@rranjos

domingo, 25 de novembro de 2012

Uma Vida Em 52 Objetos - 12/52 semanas - Uma Coleção de Cinzeiros

 História baseada em fatos reais.

Após o casamento de Izabel e Antônio, o casal recebeu da cidade de origem do noivo, alguns de seus objetos pessoais, remetidos por sua família.
Entre os objetos veio uma caixa com centenas de cinzeiros. Ao abri-la, Izabel sentiu um frio correr pelo seu corpo. 
Era a coleção de cinzeiros de Antônio, que havia sido iniciada pelo seu irmão ainda na infância, motivo que aumentava o valor sentimental da coleção. 
O que fazer com tantas peças que não foram escolhidas e sim "captadas" sem nenhum critério de valor ou beleza e que não faziam o menor sentido para Izabel? Sentimento que era compartilhado por toda a família de Antônio, só não por ele, naturalmente.
Durante anos, a coleção permaneceu com o casal guardada num quartinho dos fundos da casa, pois Izabel, não admitia expô-los.
A coleção de cinzeiros sempre foi motivo de brincadeiras, piadas entre a família e amigos de Izabel e Antônio.
Quando houve a separação do casal, quinze anos após o casamento, Izabel, fazendo a divisão dos objetos pessoais do casal, entregou a Antônio, a caixa   com os cinzeiros da coleção, cuidadosamente acondicionados por ela.
Alguns anos mais tarde, infelizmente Antônio veio a falecer, para a tristeza dos amigos, da família, de Izabel e dos filhos que tiveram. Esta é a parte triste desta história.
Por seus filhos, Izabel, junto com a família, passou novamente pela situação de separar os objetos pessoais de Antônio, para dividi-los entre os filhos e familiares. 
E assim foi feito com as roupas, livros, fotos, enfeites, móveis etc. A cada objeto que separavam, muitas histórias iam sendo lembradas, sempre entre risos e lágrimas.
Foi quando Izabel, ao abrir a porta da lavanderia, deparou-se, entre os molinetes, varas de pescar e anzóis com a caixa da coleção de cinzeiros, intacta da mesma forma como ela havia entregue a Antônio.
Naquele momento, Izabel experimentou mais uma vez, aquele mesmo frio a correr pelo seu corpo. 
A imagem daqueles objetos, tomavam proporções gigantescas e apavorantes diante de seus olhos.
Consultada toda a família, nenhum de seus parentes, queria ficar com a tal coleção, e decidido ficou que a coleção de cinzeiros poderia ser descartada, cabendo mais uma vez à Izabel executar tal tarefa.
Izabel em poder da coleção, sentiu-se completamente desencorajada para tomar a atitude de dar um fim à caixa de cinzeiros. A partir deste momento, a coleção passou a ter significado especial.
Com este novo sentimento, Izabel, decidiu que ficaria com a coleção de cinzeiros e negou-se a mantê-la escondida dentro da caixa, no já famoso quartinho dos fundos onde passou a vida inteira. Decidiu por abri-la, fazer uma seleção dos melhores cinzeiros e expô-los em sua casa.
Guardou os rejeitados. Naquele momento, era o melhor a fazer.



*Antônio é Rui Virgilio Crisóstomo Borba, com quem fui casada e tivemos dois filhos, Vinícius e Bernardo, que consultados, consentiram com esta publicação.
*Dar nomes aos personagens, me deixou mais à vontade para contar esta história.


Gosto especialmente:
Cinzeiros com o logo das marcas Martini e Cinzano - hoje podem ser considerados kitsch.
Cinzeiro com o logo do Museun Chopp - lembrança do Restaurante de Rui, que funcionava no Museu de Arte de Joinville, na rua XV de novembro, 1400. 
Cinzeiro da Churrascaria Dom Curro de São Paulo.
Cinzeiro da Petrobras curiosamente de porcelana feito a mão por Ten Kate & Slijper  de Amsterdam com o logo da Bavaria Germany.
Cinzeiro do Conhaque Courvoisier de porcelana francesa.


  Entenda o que é "A Vida Em 52 Objetos"


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Não Irrite Seu Homem


Li no twitter:


: Dê prazer pro seu homem: libere-o pro futebol com os amigos.”
Retwittei completando:
 Ou não demore tanto se arrumando para sair.

Uma das maiores reclamações dos homens em relação as mulheres, é a demora que levam se arrumando para sair. 

Claro que isto também já aconteceu comigo. Mas sinceramente, não é uma característica minha.

Neste sentido, estou sempre pronta, demora para me arrumar, não é motivo para que eu deixe de acompanhá-lo em qualquer situação.

Realmente os nossos detalhes vão muito além de uma calça, camisa/camiseta e o sapato, porém ninguém precisa muitos minutos para se arrumar, numa situação básica. 

Afinal fazemos isso todos os dias, desde mocinhas...

O nosso cabelo, é liso ou crespo, seco ou oleoso desde que nascemos, não é possível que você ainda não tenha aprendido a arrumá-lo numa situação de urgência.

O traço do lápis no olho fazemos de olho fechado, um rímel não pode ser o motivo para tanta demora e o baton, sabemos passar até em movimento.

A demora então, será na escolha da roupa???

A não ser que seja uma festa especial, e neste caso, você já deve ter escolhido a roupa com antecedência, escolher a calça jeans, de linho ou alfaiataria, com um top e um blaser ou jaqueta, para ir jantar, tomar um chop, ou sair na balada, não pode ser algo tão demorado.

Lembrem-se, as suas roupas, calçados, bolsas, que estão hoje no seu armário, são as mesmas de ontem ou da semana passada. Você já deve saber a combinação que gosta de usar.

Se a roupa que está no armário lhe caiu bem ontem, continuará assim hoje.

Ser prática, rápida, decidida é fundamental, se não pelo seu homem, que seja por você mesma.



Fotos pesquisadas na web 
manchette.com.br
jardimnavarro.blogspot.com
quersabermeublog.blogspot.com
observoeescrevo.blogspot.com


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Sê Chique - Réveillon

A qualquer dia...
A qualquer hora...
Em qualquer lugar...Sê Chique.
Ainda não sei onde vou estar no Réveillon
Mas a roupa já está escolhida. 
OURO.
Não perca a pose.
Sê Chique - Réveillon

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Dia da Consciência Negra




Há alguns anos, minha funcionária Léia, me contou que foi arguida por uma pessoa no balcão, se ela não iria folgar naquele dia, O Dia da Consciência Negra.
Ela respondeu: Não, porque não são eles que pagam meu salário.
Isto é  FAZER, é RESPONSABILIDADE, é  C O N S C I Ê N C I A. 
Uma negra mãe, esposa, com curso superior, batalhadora, pagodeira, sorridente (quando não está de TPM), que não precisa de "folga" no dia da Consciência, porque seu dia é todo dia, porque é uma cidadã brasileira, assim como tantas(os) outras(os).
Léia Afonso é funcionária do Cartório de Distribuição (Joinville SC), não por ser negra ou  por exigência de  cotas, mas porque é CAPAZ.


domingo, 18 de novembro de 2012

Uma Vida Em 52 Objetos - 11/52 Semanas - Escultura Mário Avancini



Tres sentimentos em uma só escultura.
Acho que esta é a melhor maneira de descrever o significado deste objeto na minha vida.
- Ganhei de presente da minha mãe.
- A representação de uma mãe (Eu) com seus dois filhos (Vinícius e Bernardo).
- Trabalho de um dos maiores escultores de Santa Catarina, Mario Avancini.
Ter uma obra de arte de Mario Avancini, já seria por si só, um objeto a ser incluido na minha gaveta, acompanhada do sentimento que a envolve, torna-a indispensável, indiscutível, insubstituível.



No detalhe a gravação da assinatura de Mario Avancini

                                                           Entenda o que é "A Vida Em 52 Objetos"

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

RT no Twitter

Dou RT sem medo....de ser feliz.
RT no dialeto Twitteiro, quer dizer Retwittar. É quando você gosta, acha interessante ou importante o post feito por alguém que você segue e faz um reenvio dele aos seus seguidores.
No FB seria o mesmo que Compartilhar.
É tão rápido quanto um click, chega a ser incompatível com o grau de importância concedido ao ato. 
Sempre recebo e também sempre faço, mensagens no Twitter agradecendo RT. É o mesmo que dizer obrigada a um elogio. Em contra partida, há quem considere isto, uma auto promoção.
Dar RT significa promover, divulgar, eu diria que beira conceder status de poder ao Twitteiro, autor do post. E é aí que o bicho pega...
A competitividade comercial,  o egocentrismo e a vaidade, emperram a naturalidade e a espontaneidade dos RT.



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Fotografia. Alegrias e Tristezas



Fotos são a história das nossas vidas, já usei esta frase em outro post.

A vida não podemos apagar como fazemos com as fotos, e fugir dela, da vida, é o mesmo que deixar contas a pagar

Todos já nos deparamos com situações de não nos gostarmos quando nos vemos em uma ou outra foto. 

Também conhecemos pessoas que não se deixam fotografar, têm aqueles(as) que sempre se escondem atrás de uma careta. Outras vezes já "nos preferimos" posar usando óculos de sol, escondendo algumas rugas. Queremos sempre sair bem na foto...

Isso me faz refletir do quanto é difícil nos encararmos.

Todas as fotos nos trazem lembranças alegres ou tristes. E você sempre fica triste ao revê-las, pela saudade do momento alegre ou pela tristeza que a lembrança daquele momento nos traz.

Isto é, no mínimo, melancólico... Mas verdadeiro. 

E eu que não sou disso, acho melhor sair e procurar novas fotos, consciente de que contra fotos não há argumento.




sexta-feira, 9 de novembro de 2012

"Recuerdos" de Viagem II - Passo a Passo do Quadro da Viagem da Alemanha -

Material: duas cartolinas dupla face, da cor preferida, fita durex, tesoura e pos it.
Neste quadro, o da viagem  da Alemanha, escolhi como fundo a cor preta.
O início é assustador. Centenas de papéis, tickets, mapas, cartões, fotos, tudo espalhado em cima da mesa.
A primeira impressão é:  Não sei por onde começar!
Inicie como quem vai montar um quebra cabeça das fotos na sequencia de data baseado nos tickets. Não se preocupe com a quantidade de fotos. A princípio temos a sensação de que será necessário colocar todas as fotos.

Vá alinhando, sobrepondo, recortando (algumas fotos só um detalhe poderá ser o suficiente), vá colando com o durex na cartolina, e fazendo marcações com o pos it.


Depois de definir o que você realmente vai expor no quadro, é possível recortar os nomes dos lugares dos mapas e marcar a fotos. O último passo é levar para colocar na moldura, eu costumo usar as cores da bandeira país visitado.
O da Alemanha, já está na parede.

O quadro dos guardanapos

                           
O quadro do lavabo, com os kit de banheiros dos hotéis, o destaque ficou por conta da camisinha, que o Hotel Dormero em Frankfurt, deixava à disposição de seus hóspedes. Impossível deixar de fora.

  O quadro da bolsa de papel da loja 4711 em Colônia.



terça-feira, 6 de novembro de 2012

Dedução - Vladimir Maiakovski


Dedução - Vladimir Maiakovski


"Não acabarão nunca com o amor,
nem as rusgas,
nem a distância.
Está provado,
pensado,
verificado.
Aqui levanto solene
minha estrofe de mil dedos
e faço o juramento:
Amo
firme,
fiel
e verdadeiramente".



Há muito tempo que não leio algo tão forte e significativo. 





http://pensador.uol.com.br/frase/MjUzMDUx/

domingo, 4 de novembro de 2012

Lei Carolina Dieckmann

Muito falei do escândalo causado pelas fotos de Carolina Dieckmann, que vazaram na internet.
É um descuido muito grande, de qualquer pessoa, tirar fotos sensuais ou nuas e inocentemente deixá-las no computador. Fatalmente cairão em mãos alheias.
Sempre a critiquei, porque não gosto da forma como ela se relaciona com o público. Com todo o direito que os artistas tem a sua privacidade, ser educado é um princípio básico no trato com as pessoas. 
Mas, hoje a minha antipatia pela atriz, é assunto secundário. 
O vazamento de suas fotos na internet, teve repercusão de grande alcance, e resultou na aprovação de uma Lei que define crimes cibernéticos.
Meu sentimento é ambíguo. 
Devo agradecer à Carolina Dieckmann, pela conquista que permitirá a justiça para muitas outras pessoas, ou me indignar com os senadores, por não respeitarem a população que tanto pede justiça por este e outros crimes, mas por não se tratar de nenhum famoso(a) das telas de TV e cinema, amargam o sentimento de injustiça.
Minha coerência, não me permite deixar de dar a mão à palmatória.
Não importa por quais motivos foi aprovada esta lei. O importante é que agora ela existe.
Obrigada Carolina Dieckmann.


http://adrenaline.uol.com.br/seguranca/noticias/14464/senado-aprova-lei-carolina-dieckmann-que-define-crimes-ciberneticos.html

Uma Vida em 52 Objetos- Espelho/Chapeleira - 9/52 Semanas

A minha imagem refletida no espelho foi  proposital.

Havia uma longa calçada entre o portão de entrada e a varanda comprida e envidraçada que tínhamos que percorrer para entrar na sala da casa de meu avô.  
Já dentro da varanda, através da porta, dava para avistá-lo, sempre sentado numa poltrona, ao lado do rádio, onde ele ouvia o jornal ou o futebol.
Esta é uma imagem muito viva que tenho dele, o vô Cazuza, o meu avô paterno.
Assim como me lembro bem, de vê-lo,  já com o andar lento e arrastando os pés, chegar da madereira, ao lado da sua casa, da qual era dono, e a sua primeira atitude era a de tirar seu chapéu e pendurá-lo num cabide/chapeleira que havia na parede desta varanda.
No centro deste cabide, tinha a gravura de um cachorro pastor alemão.
O cabide que agora é meu, foi  presente da minha madrinha Zaly, irmã de meu pai. Dei  uma repaginada substituindo a  antiga figura por um espelho mais moderno e há anos ele decora a entrada da minha casa.
Nunca esqueci e também nunca senti falta da tal foto do cachorro mas, especialmente hoje, gostaria que ela ainda estivesse ali.

Entenda o que é "A Vida Em 52 Objetos"