quinta-feira, 10 de novembro de 2022

SÓ VOU FALAR DAS FLORES: GIRASSOL


Descrição #PraCegoVer. Foto de um canteiro de girassol na Agrícola da Ilha - Joinville (SC). Flor redondo de pétalas amarelas, miolo marrom e folhas verdes. Eu apareço no centro usando óculos e chapéu cor palha. Na parte superior está escrito o nome do blog SuperLinda com letras amarelas. Na parte inferior sobre tarja amarela esta escrito em letras pretas o nome do post.


O girassol é uma flor que transmite felicidade. Ela é oferecida quando se deseja expressar carinho, amor, amizade, boa sorte, energias positivas, boas vibrações, vitalidade, criatividade, otimismo e tudo o que você mais precisar de bom.

 

GIRASSOL

"Gosto de ti imenso,

a percorrer os caminhos do Sol,

armazenando luz para queimar - amor - a Lua". (Mila Ramos).


Acesse instagram @raquelsuperlinda 

Crédito das Fotos: Raquel Ramos

 
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quinta-feira, 27 de outubro de 2022

BONITO (MS) É VERDE, AMARELO, AZUL E BRANCO

Legenda da foto #PraCegoVer  Card de fundo verde e amarelo com três foto. Em cima à esquerda uma arara azul de peito amarelo e topete verde. Embaixo à esquerda portal gastronômico escrito "Sou mais Bonito"nas cores verde, amarelo, azul e branco. No fundo luzes da cidade no entardecer. À direita, eu com a camiseta do blog na cor azul marinho escrito www.superlinda.com, boné amarelo e verde escrito Brasil na lateral. No fundo cachoeira Sinhozinho

 

Para imagens de vídeo click no link https://www.youtube.com/watch?v=FrvNkIctKyA

 

Bonito é verdadeiramente Brasil. Ela tem naturalmente as cores verde, amarelo, azul e branco. Cumpre todas as promessas ditas nas propagandas: muitos rios, cachoeiras, araras, peixes, matas e natureza preservada.

Uma cidade tranquila, com mais agência de turismo do que muita cidade grande. Prova incontestável da força do turismo e do serviço que presta aos turistas, porque você paga, para essas agências, absolutamente TUDO o que você usa na cidade. Errado, não está. O turismo de qualidade tem preço. 

Mas achei interessante saber que no chamado Balneário Municipal o morador da cidade tem acesso livre. Sobre o Balneário este foi um dos passeios que eu tinha mais interesse em conhecer. Não conhecia essa definição para denominar uma cidade banhada por rios. Para quem mora no litoral, Balneário é uma cidade que tem mar ou conforme diz a definição "Balneário é um conjunto de praias de um determinado município litorâneo".

Card de fundo verde amarelo com duas fotos. Em cima a fachada do restaurante Casa do João. Porta principal com luzes vinda do interior e desenho de uma pequena casa amarela com chaminé como logo da marca. Embaixo o Balneário Municipal. Pessoas sentadas no calçadão, tipo arquibancada, de cinco degraus, de pedra à margem do rio Formoso muitas árvores do lado oposto da margem.
  
 

Enfim, penso que devemos rever este conceito e considerar Balneário como um local de banho de águas naturais. Bonito não é uma cidade Balneário, mas tem vários deles espalhados no município. Foi isto o que eu vi, e dos melhores. O lugar é como um grande jardim. Pessoas se banham em perfeita harmonia entre os peixes, descansam no enorme gramado rodeado por restaurantes e lanchonetes. 

No centro as atividades são mais direcionadas à gastronomia. Vários restaurantes estão localizados na rua principal e no centro gastronômico. Predominam as refeições à base de peixes de rio. Bons e bem servidos. Neste detalhe destaque para os restaurantes Casa do Pedro e Juanita. Diferente mesmo é o sorvete queimado. Um sorvete coberto com masrhmallow quente. Eu escolhi o da fruta de nome bocaiúva. Verdadeira delícia.

Card com fundo verde amarelo com três foto: Em cima à esquerda drink de laranja servido em taça com uma flor de girassol feita com rodela de limão. Embaixo o sorvete coberto com o marshmallow quente. Na direita o peixe pacu grelhado servido com brócolis, batata, arroz, arroz farofa, pirão, limão e pimenta.
 

Na praça central reina o Monumento Piraputangas - o peixe mais abundante nos rios de Bonito. Local de parada obrigatória para foto no selfie point "Eu Amo Bonito." Bem próximo dali está o Aquário Bonito, onde Jamilly Cheres fala com propriedade e simpatia de todos os habitantes aquáticos. Sem receio movimenta a água e faz a aproximação das arraias para que sejam tocadas com a mão.

Com exceção do Aquário todos os passeios de Bonito ficam fora da cidade. Distantes no mínimo 20 a 30 km, é necessário transporte, agendamento e pagamento do ticket de entrada. Tudo funciona muito bem e com guia de turismo local. Eu fiz três deles: 

- Estância Mimosa  Ecoturismo

Card fundo verde amarelo com três fotos: Em cima à esquerda o barco movido à energia solar, embaixo uma das cachoeiras do passeio e à esquerda grupo de pessoas no jeep de transporte.
 

Complexo de Trilha e Cachoeiras. Gastronomia Regional na Rodovia MS Km 18. Caminhadas, trechos estrada feito com jeep, passeio de barco movido à energia solar, muita escadaria, paradas para banho de cachoeira.

- Gruta do Lago Azul

Card de fundo verde e amarelo com duas fotos: em cima foto panorâmica da gruta mostrando a escadaria de 300 degraus. Predomina a cor cinza da pedra. Embaixo foto do lago de água azul.
Descoberta em 1924 por índios da região, a gruta é uma caverna com um lago no seu interior que adquire a cor azul sob os raios solares que penetram por suas aberturas de rara beleza. É necessário descer 300 degraus para ver tanta beleza.


- Buraco das Araras -

Card com duas fotos: à esquerda foto panorâmica do Buraco das Araras e à direita eu apareço de frente, sobre o deck de madeira para vista e fotos. Uso calça comprida e blusa escura e boné amarelo.

 

O Buraco das Araras é uma das maiores dolinas do mundo, com aproximadas 100 metros de profundidade e 500 metros de circunferência. Dolina é uma depressão circular que ocorre no relevo. O local naturalmente se transformou num habitat de araras.


Foto de @ricardofotografiabonitoms

 

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Crédito das Fotos: Raquel Ramos

 
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quinta-feira, 20 de outubro de 2022

PORTO MURTINHO (MS) - Da pesca aos grandes monumentos.

Legenda da foto #PraCegoVer - Card com quatro fotos. À esquerda do lado esquerdo foto feita no Selfie Point, escrito Porto Murtinho ao lado de um coração nas cores verde amarelo e branco, ao fundo o pôr do sol e o rio Paraguai. Do lado direito foto panorâmica do rio Paraguai, pôr do sol, um Barco Hotel, ao fundo a Isla Margaritha. Embaixo à esquerda, eu do lado paraguaio, na escadaria da Loja Santa Helena de frente para o rio mostrando o Brasil na outra margem

Imagem de vídeos pelo Youtube clicar no link https://youtu.be/n0cgC-lGubM

Uma cidade de apenas 17.000 habitantes, situada na região Centro-Oeste, no Estado do Mato Grosso do Sul.  O título de "a guardiã do Rio Paraguai" vem da localização às margens daquele rio. Tal posição lhe confere algumas particularidades próprias. 

Em alguns momentos tive a sensação de que a quantidade de barcos de alumínio que trafegam por ali é maior do que a de carros que circulam nas ruas. Esses pequenos barcos são usados como único meio de transporte no cotidiano de quem vai e volta de Isla Margaritha (PY) e Porto Murtinho (BR).

Por outro lado a cidade brasileira é bastante movimentada de carros de grande porte, tipo caminhonetes, que vem e vão das muitas fazendas do interior do município. Estes se misturam com as bicicletas de cestinha na frente usadas pelos habitantes do centro para irem ao supermercado ou levar filhos na escola.

Card com três fotos: No alto à esquerda o Monumento Aguatero (um jumento, uma carroça, um tambor, um latão e o aguatero, pessoa que vendia água). Do lado esquerdo pequenos barcos de alumínios ancorados na margem do rio Paraguai. Embaixo no lado esquerda uma cuia representando o Monumento do Tereré.
 

A cidade é pacata e vive a expectativa de um futuro próspero que começa a ser desenhado com a construção da ponte da Rota Bioceânica. Enquanto isso a população vive a tranquilidade de cidade do interior.

Das particularidades de Porto Murtinho, a que mais me chamou a atenção foi a quantidade de monumentos espalhados nos canteiro das avenidas e nas praças centrais. Uma maneira de mostrar a história de forma lúdica, visível e de fácil acesso a todos que transitam pelas ruas. Eles contam, através das imagens, a trajetória do povo murtinhense que construiu a cidade.

 

Card com três foto: No alto à esquerda Praça Kadiwéu, um índio Kadiwéu montado num cavalo, à direita Monumento Touro Candil, manifestação folclórica da região de fronteira e o Monumento ao Lenhador.
 

O título de "Paraíso da pesca Esportiva" não é por acaso e segue leis e regras. Este é um segmento do turismo já consolidado no município de Porto Murtinho. Para maior informação acesse o link A pescaria dos Sonhos.

Outra curiosidade própria para atender esta população pescadora é a grande quantidade de Hotéis e Pousadas. Porém o mais interessante, e diferente, para os menos informados que chegam e que desconhecem a fama da cidade no turismo da pesca, são os Barcos Hotéis ancorados no porto. 

Card com duas foto: Barcos Hotel ancorados no rio Paraguai, pôr do sol, ao fundo o Paraguai.

Assim o que se vê ao longo da orla já no primeiro passeio são eles. Brilham ancorados no porto como chamariz para essa clientela. O serviço contratado por grupos inclui hospedagem, pensão completa e guia de pesca. Com eles vão camareiros, cozinheiros exclusivos para servi-los por dias de diversão e prazer.

Em se tratando de fronteira com o Paraguai sempre há uma expectativa de compras em lojas de importados. Como opção há uma única loja. A Santa Helena que oferece produtos de vestuário, perfumaria, acessórios, bebidas, utensílios domésticos e naturalmente muito material de pesca. Diferente, neste caso, é o sino colocado na frente da porta. Acionado, o barqueiro vem ao seu encontro para levá-lo de volta ao Brasil.

Conversando com as pessoas locais, que estão sempre dispostas a dar qualquer informação, o Sr Márcio contou-me que "há muitas pessoas, sem precisar a quantidade, que moram em Isla Margharita" inclusive ele, que fez o meu transporte de barco até lá.  O barqueiro falou também que há o Barco Passageiro que faz o transporte, via rio, de pessoas até Assunção, três vezes por semana.

Card com três fotos: Acima à esquerda o interior da Igreja Sagrado Coração de Jesus. Abaixo o Monumento ao Pescador , à direita fachada do restaurante Tembi'u he.

 

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Crédito da Foto: Raquel Ramos.

 

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quinta-feira, 6 de outubro de 2022

FOTO PARA CARTÃO-POSTAL - PORTO MURTINHO (MS)

 


Legenda da Foto #PraCegoVer - card feito em formato de Cartão-Postal com bordas branca, vermelha e azul. Vista tirada do Brasil para o horizonte do Paraguai dividido pelo rio. Em cima do lado esquerdo está escrito o nome do post e do lado direito carimbo redondo igual os de postagem escrito com o nome do blog.


Esta foto do pôr do sol tirada na cidade de Porto Murtinho se enquadra perfeitamente no conceito de Foto para Cartão-Postal.

Porto Murtinho está localizada na região Centro-Oeste do Estado do Mato Grosso do Sul. A cidade é considerada a última guardiã do Rio Paraguai e o portal-sul do pantanal.


Para imagens em vídeo acesse instagram @raquelsuperlinda

Crédito da Foto: Raquel Ramos.


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sexta-feira, 9 de setembro de 2022

AMETISTA DO SUL (RS) - Uma cidade sobre pedras preciosas - parte II

Legenda da foto #PraCegoVer - Card de fundo bege. Montagem com três fotos. Da esquerda para a direita: uma pedra de ametista dentro da mina. Eu no Jeep que trafega dentro da mina e eu com jaqueta branca escrito o nome do blog nas costas de frente para a maior pedra de ametista exposta no Parque Ametista.

Há três Ametistas do Sul para se conhecer. Duas subterrâneas e outra a céu aberto. Das subterrâneas apenas uma pode ser vista. Aquela que está desativada pronta para causar impacto ao visitante. A outra, poucos tem acesso. Isso é um privilégio dos garimpeiros. Um privilégio com alto custo de trabalho, suor, dor, poeira, cansaço, risco de vida, sem a recompensa que o lucro extraído delas pode lhes dar.

Formalmente, as primeiras pedras encontradas por agricultores, datam de 1920, quando aravam a terra para a agricultura. Naquela época eles faziam buracos no chão a qual chamavam de cavas. Em toda a região há cerca de 200 garimpos de onde são retirados 400 a 500 toneladas de ametista por mês, informação dada pelo guia Rafael Celestino - Instagram @rafael_celestino.

Muito tempo depois deste remoto início, o jornalista José Carlos Bortoloti, por conta do trabalho, visitou a região e ainda hoje, estarrecido, relata a realidade que encontrou nos anos 80. "Nas primeiras minas abertas, o homem entrava num buraco feito um tatu rastejando sem oxigênio até se tornar o que hoje vemos". 

Em “Ametista é feita a extração", continua ele,  "e em Soledade, distante dali 180 km pela BR 386, é a comercialização para o mundo“, diz o jornalista que conhece a região há mais de 30 anos. Na época, relata: "para entrar na mina usávamos macacão e botas de borracha, capacetes com dupla proteção". Lá embaixo os fios elétricos eram levados em extensão com lâmpadas acopladas para iluminar a passagem, explica. "Com o chão repleto de fios elétricos dentro da água, entendi o porquê das roupas de borracha", e continua: "Os homens que trabalham lá pareciam lodo puro. Mistura da água com a terra e o pó da extração da gruta". 

O @ProfeBorto, identificação das Redes Sociais, descreve as cenas da época: "Quando um geodo, aquela imensa pedra grande e fechada, era localizada, ela era puxada por animais até a superfície, lavada e transportada por trator até o caminhão para, então, chegar a Soledade". O que fica na cidade de Ametista do Sul, serve para encantar e receber o aplauso do público que busca carinho para os seus olhos, mas a riqueza é levada para o exterior. Praticamente 95% das pedras preciosas de Ametista do Sul são exportada para os Estados Unidos e China. Informação gravada nas paredes do restaurante Garimpo.

Continuamos não vendo esta dura realidade, até por conta da segurança do visitante, porém um passeio monitorado pelas minas desativadas faz o turista vivenciar o caminho desbravado pelos garimpeiros. Durante o trajeto monitorado pelo guia, em uma explicação didática, é possível visualizar os geodos ainda no basalto e o material utilizado para perfurar a rocha. Rafael diz: “Estamos há 400 m acima do nível do mar e é só neste nível que encontramos a ametista”. Apontando para uma das paredes de rocha, ele fala: “isto é o 'veio', como o garimpeiro nomina os casulos verdes onde estão os geodos".

 

Card de fundo bege com três fotos. Da esquerda para a direita: Vinícola Ametista e Restaurante Garimpo, em mina subterrânea.Todos dentro do Parque Amestista

Galeria Capra 

Outro espetáculo dessa terra sobre pedras pode ser visto na Galeria Capra. Esta é uma viagem à parte para quem visita Ametista do Sul. Uma imersão no mundo roxo da natureza, na elegância da criação e viagem no tempo. Alta tecnologia entre sons, aromas, cores, texturas enquanto aprende sobre as peças.

O local dispõe de um acervo particular de pedras preciosas feitas por Danilo Capra que não estão disponibilizadas para comercialização. Para as compras há uma loja com peças da linha home decor, souvenirs e joias. Produtos de desing, acessórios finos e de bom gosto.

No Pedra Café, anexo a Galeria, você encontra um ambiente temático, climatizado com delicioso buffet, salgados e doces. Conforto no atendimento para todas as idades.

Ainda para o turista ver há o espaço do Parque Ametista do Sul com um amplo complexo de atrações para o visitante. Vinícola, cervejaria e lojas de queijos e chocolates, em mina desativa. Destaque para o Restaurante Garimpo com excelente buffet e atendimento impecável.

 

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sexta-feira, 26 de agosto de 2022

AMETISTA DO SUL (RS) - UMA CIDADE SOBRE PEDRAS PRECISOSAS – parte I

 

Legenda da foto #PraCegoVer - Card fundo bege com três foto: Em cima à esquerda, eu de jaqueta branca escrito SuperLinda nas costas em frente ao Mirante para ver a vista panorâmica, escrito em letras brancas o nome da cidade e Seja Bem vindo em seis idiomas. Embaixo, eu no selfie point, e à direita em frente a entrada do restaurante e Complexo Belvedere, ao lado de uma árvore, de aproximadamente 2m, com a copa feita de pedras ametista. 

Imagem de vídeo no link https://youtu.be/nXYHNJ94zTo

 

Quando comentei com meu amigo jornalista, gaúcho,  @ProfeBorto sobre as terras do sul que estava indo visitar este me disse: “Olhe o que eles não mostram”. Quisera eu não ter recebido esta mensagem. Gostaria de ver a cidade como um mero turista. Mas a observação me fez enxergar tudo o que eu queria e não pude ver. A sensação, hoje, é a de que faltou muita coisa a ser vista.

Como turista vislumbrei toda a beleza singular da capital mundial da pedra Ametista. Seus restaurantes subterrâneos instalados propositadamente no interior das minas já exploradas e desativadas. A grandeza das pedras expostas melimetricamente nas paredes e mesas. Surpreendente as serpentinas que parecem tirar da pedra o chopp gelado. É surreal. Tudo feito para causar encantamento no visitante. E causam. 

Como jornalista queria me dar conta do que há por debaixo desta cidade. Como se desenvolveu, como foi verdadeiramente explorada, quantos trabalhadores arriscam suas vidas para enriquecer o comércio das pedras? Um comércio que, sem segredo, dizem ser 90% feito por europeus, japoneses, chineses e americanos. Como vivem, o que sentem esses escavadores? Haverá ainda emoção a cada geodo encontrado? Isto só o próprio mineiro poderia me responder.

A cidade gaúcha de Ametista do Sul (RS), está próxima 70 km de Chapecó (SC). Distante 674km de Florianópolis e 439km da capital Porto Alegre. O acesso é fácil, porém a estrada não é duplicada, o que faz a viagem ser demorada. Mas, sem dúvida, vale cada minuto de espera.

Descrição da Foto: Card com quatro fotos: Em cima, à esquerda, piscina dentro da mina iluminada de cor azul/ametista, embaixo entrada do restaurante Belvedere. À esquerda, em cima, fachada da igreja São Gabriel e embaixo a mesma igreja, de noite, iluminada de cor azul/ametistas.

Locais para visitar em Ametista do Sul

Belvedere Mina - Este foi o primeiro a ser conhecido. Impactante. Trata-se do Complexo Belvedere com vista deslumbrante do vale. Restaurante temático, mesas com tampos de ametistas em sua forma original. Servem as refeições e o café da manhã. Piscina subterrânea. Oferece passeio em mina desativada, tirolesa, chalés.


IGREJA MATRIZ DE SÃO GABRIEL – Localizada na Praça Central ela foi inaugurada em 2008. O grande atrativo está nas paredes revestidas com 40 toneladas de pedra ametista, doadas pela população. A beleza das pinturas do artista Valcir Santin, da cidade de Iraceminha (SC), são outro destaque.

Outros detalhes da cidade serão mostrados no post da próxima semana.



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quarta-feira, 10 de agosto de 2022

Käufer Café com Morango - Taquaras (SC)


Descrição da Foto #PraCegoVer - Card feito com 3 fotos sobre fundo com imagem de morangos. Em cima à esquerda a atendente do Café. Usa máscara preta e esta segurando duas caixas de morango. Embaixo à esquerda, entrada com placa de cor bege, escrito o nome do Käufer Café em cor preto, sob flores de bougainville de cor vermelha. A direita eu estou com a camiseta do blog colhendo morangos.

Em Taquaras, município de Rancho de Queimado, distante 84 km de Florianópolis, é possível desfrutar de uma ótima experiência aliando sabor, aroma e conhecimento sobre a cultura do morango.

A família Käufer desenvolveu um trabalho que une agricultura e turismo. Neste mesmo ambiente você aprende sobre o cultivo, a colheita do fruto, sem agrotóxico, e pode se deliciar na Cafeteria Käufer Café com Morango. 

O passeio pelos canteiros de plantação de morangos é orientado por Leonardo Käufer, um dos proprietários do local.

 

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quarta-feira, 27 de julho de 2022

O SuperLinda pelo Brasil Afora - FOZ DO IGUAÇU (PR)


Legenda da foto #PraCegoVer Card com o nome do post. Teresinha com a camiseta do blog SuperLinda de frente para as Cataratas do Iguaçu.

  

Falar das Cataratas do Iguaçu é incansável. A beleza, as cores, a grandiosidade, tudo é fantástico e difícil de descrever. 

As cataratas concentram o maior conjunto de quedas d'água do mundo e é Patrimônio Natural da Humanidade. Ir para Foz do Iguaçu é se embrenhar pela natureza. Além dos passeios pelo rio, há o Parque das Aves  que encanta a todos que o visitam.

Teresinha com a camiseta de cor preta escrito o nome do blog nas costas em cor laranja. Foto no Parque das Aves.
 

Outra opção é visitar o marco das três fronteiras, um obelisco de pedra, onde se juntam as águas do Rio Iguaçu com as do Rio Paraná. O local possibilita avistar as terras brasileiras, argentinas e paraguaias como se fosse possível alcançar com a mão.

Teresinha, com a camiseta do blog, diante do Obelisco pintado nas cores, de baixo para cima, branco na base, azul, amarelo e verde.

Na praça chamada Marco de Foz do Iguaçu é possível usufruir também de playground, lanchonete, estacionamento, loja de artesanato e mirante de observação. 

 

Amigos que fazem do SuperLinda também um blog de viagem Teresinha Martins. Fotos de Tassiana Grabovski.

 
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sexta-feira, 15 de julho de 2022

O SuperLinda em Castrolanda e Carambeí - PR.

Legenda da foto #PraCegoVer. Card de fundo cor bege com duas fotos: à esquerda estou de costas com a camiseta do blog SuperLinda escrito nas costas de frente para a vila de casas holandesas cor azul petróleo e outra rosa claro. Na frente da casa passa um canal ao modelo da Holanda. Céu muito azul e sem nuvens. À esquerda apareço de corpo inteiro, de costas, com jaqueta laranjada com o nome do Blog nas costas. Ao fundo o Moinho Woldzigt em réplica ao da Holanda. Um grande jardim de grama e lago em volta do local.

O SuperLinda foi conhecer Castro e Carambeí do Estado do Paraná. A primeira fundada em 1778, onde foi criada a Castrolanda. Um nome derivado da junção de Castro + Holanda que é uma colônia organizada por imigrantes holandeses que lá se estabeleceram em 1951, período pós-Segunda Guerra Mundial. Uma história recente e com a intenção de preservar a sua cultura preservada.

Em momentos distintos as duas cidades tiveram expressiva influência da colonização e imigração holandesa e são destaques no agronegócio da região.  Carambeí fundada em 1911 desenvolveu-se desde esse início impulsionada por um grupo de origem holandesa, a conhecida Cooperativa Batavo (atual Frísia). 

Envoltos em ar holandês que se respira nestes dois lugares circulamos pelos ambientes montados com móveis doados pelos pioneiros, em um pub no estilo holandês, loja e produtos importados da Holanda ou de fabricação artesanal própria. É só seguir o caminho...

Card com quatro fotos: Em cima à esquerda interior do moinho do Centro Cultural Castrolanda, réplica enorme de tamancos de madeira usados pelos colonos holandeses, à direita o portal de entrada para o Centro Cultural, tudo em tijolinho à vista. Embaixo à esquerda o interior de uma casa dos holandeses com móveis doados pelos imigrantes e a esquerda vista panorâmica do jardim do Museu.
 

O Centro Cultural Castrolanda foi organizado com o objetivo de manter viva a memória da comunidade. Enquanto o Parque Histórico de Carambeí é o maior museu histórico a céu aberto do Brasil. O parque de 1000m2 é uma instituição privada sem fiz lucrativos e reproduz em réplicas arquitetônicas o estilo da vida do colono naquela região do início do século XX.

Card com três fotos: da direita para esquerda a plantação de lavanda florida em seus tons de azul ao lilás, no centro uma xícara de café holandês coberto por um biscoito, tipo waffler, duro e redondo. À esquerda um doce de massa folhada, creme holandes, morango e nata.
 

Em qualquer ponto é possível sentir o aroma dos queijos Gouda e das famosas Tortas Holandesas enquanto os olhos passeiam por entre a arquitetura e canais reproduzidos no parque. O guia Ramon Sinhuri faz uma ampla explicação sobre o funcionamento dos moinhos para evitar o alagamento daquelas terras abaixo do nível do mar.

Entre tantos, há também, uma réplica do Moinho Woldzigt, que está na Província de Drenthe, na Holanda, região de origem da maioria dos imigrantes de Castrolanda.

Continuando o passeio pelo interior de Carambeí visite o Vilarejo Holandês, a Het Dorp e sua famosa plantação de lavandas. Sentir-se no centro deste cenário é se transportar para os sonhos e encantamentos dos filmes e livros que sempre nos parece tão longínquos.

Num dos folderes de propaganda está escrito "Você não precisa ir tão longe para conhecer Diferentes Culturas". Esta é uma mensagem que tenho conversado bastante nos grupos de amigos e de viagens. Os novos tempos ensinam que há muitos passeios ricos culturalmente, de grande beleza ao nosso redor e de fácil acesso.

 

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*Passeio realizado com empresa Bel Turismo, acompanhado por Heloisa S Correa.


sexta-feira, 10 de junho de 2022

Campo Grande (MS) - A Cidade Morena

Legenda #PraCegoVer: Card de fundo bege com três fotos. No alto à esquerda estou de blusa presa e calça comprida vermelha na Praça das Araras. Três esculturas da esquerda para a direita: arara azul, arara azul de peito amarelo e a arara vermelha. No alto à direita foto panorâmica da cidade de Campo Grande com um lindo pôr do sol entre prédios. Embaixo à esquerda está escrito o nome do post do blog e à direita foto em frente ao Monumento Maria Fumaça e do selfie point de Campo Grande.


A origem do nome "Cidade Morena" vem da cor vermelha da terra. Diz a história que Dom Aquino, arcebispo de Cuiabá, viajava pelo interior do Estado, transportado em carro de boi, trajando bata de cor branca. Quando chegava a Campo Grande, a batina estava marrom, daí ele apelidou Campo Grande de Cidade Morena. Dá mesma forma, baseado na natureza o arcebispo denominou Cuiabá a "Cidade Verde" e Corumbá de "Cidade Branca" por estar assentada sobre uma formação de calcário. 

Porém, Campo Grande, a Cidade Morena, também poderia ser chamada de a Cidade Sorriso, a Cidade dos Olhos Rasgados, a Cidade dos Cabelos Negros e Lisos, a Cidade Indígena,  a Cidade das Árvores, a Cidade Pôr do Sol e tantos outros codnomes que naturalmente caracterizam esta capital.

Ela é uma cidade quente que te permite caminhar no calor de 30º graus sob o frescor de árvores tombadas Patrimônio Público. O verde que há por todos os lados faz um lindo contraste com o perfeito azul do céu e com as araras de peito amarelo que gorjeiam sinalizando seu voo pelas ruas centrais. 

Uma cidade que tem uma orla, também de nome Morena, mesmo que esta não margeie um mar ou rio. Direito adquirido como senhora das 33 nascentes de água que brotam da sua terra.  Quanto aos rios que cortam a cidade, não importa o tamanho, eles são chamados de córregos. E justamente na confluência dos córregos de nomes poéticos Prosa e Sossego é onde é o marco zero da cidade.

As características únicas de Campo Grande não param por aí. A cidade tem três grandes datas comemorativas: 1872 a data da fundação pelo mineiro José Antonio Pereira; em 26/08/1899 a data da emancipação e 1979 a instalação como Capital, pela Lei Complementar nº 31 de 11 de outubro de 1977 que criou o Estado do Mato Grosso do Sul.

Em se tratando do nome do Estado não cometa pecado maior do que se referir a ele usando o nome do Estado do qual se originou. Não tenha preguiça, não queira resumir, não abrevie palavras, nunca diga só Mato Grosso, e sim, Mato Grosso DO SUL. Hoje ele é considerado um dos quatro melhores Estados do país em matéria de agronégocio, investimentos e o povo sul-mato-grossense é bairrista e um entusiasta pela sua terra.

Carlos Iracy professor de guia turístico para o Senac (MS) aponta as particularidades da cidade com orgulho. Conta a história da fundação até a evolução como Capital, fala com entusiasmo dos 200 ninhos de arara-canindé que existem na cidade,  mostra a rua Cardoso, a principal da área central, revitalizada com fiação subterrânea, além dos sinais de inclusão e mobilidade para deficiente colocados nas calçadas e semáfaros.

Reconhecidamente, Carlos enfatiza a parte cultural e histórica de Campo Grande. Cita o complexo "Armazém Cultural" na antiga estação ferroviária, tombada Patrimônio onde será criado o centro de memória dos ferroviários. "Os trilhos do trem foram removidos para fora da cidade", lamenta o guia embora reconheça a necessidade: "De 1914 até 2000 os trens passavam pelo centro de Campo Grande".  O monumento Maria Fumaça, de 2018, mostra a importância que esse meio de transporte trouxe para o desenvolvimento da região.

Foto da esquerda mostra o prédio que serviu de transição quando da instalação do governo de Mato Grosso do Sul e a da direita mostra o arte ilustrada da índia kadinéu.

 

Quem passa pelo centro, na rua 14 de julho esquina com a 15 de novembro, enxerga de longe o mural desenhado na parede do alto um prédio. A obra,  desenvolvida pelos artistas Gramaloka e Hyper, é a de uma índia kadiwéu grávida, com uma arara no ombro e uma espada de São Jorge na mão.

Em uma cidade jovem qualquer prédio com 70 anos já é considerado antiguidade. Parabéns aos sul-mato-grossenses que pensam assim, pois está é única forma de escrever a história. Sob esse aspecto Carlos mostra a antiga construção onde funcionava a Receita Estadual,  anterior a divisão dos Estados. "Foi um período de transição, de muita mudança, de dificuldades, quando a região passou a ter a sua independência territorial e administrativa. Em janeiro de 1978 foi feita indicação de um interventor e esse foi o prédio que abrigou o processo". Hoje ainda pertence a administração pública estadual, onde funciona orgãos da educação e cultura,  museu de arqueologia, museu de arte e som.

Mas como conhecer uma cidade tão antiga e tão nova como capital, tão brasileira e de costumes e hábitos tão orientais, de araras voando por entre os canteiros centrais das avenidas? Eu,  fiz este tour com o guia Carlos que falou sobre a história, a colonização a transição geopolítica, lugares turísticos. Além disso caminhei sozinha pelas ruas e saí com amigos para o espumante e café da tarde e a feira de comidas de noite. No caso de Campo Grande ir ao Mercadão e a Feira Central é obrigatório. O resultado foram risadas e descobertas de detalhes que só os moradores das cidades conhecem. Não saia de lá sem beber tereré, comer sopa paraguaia, sem provar Baru, a melhor das castanhas.

A CULTURA JAPONESA EM CAMPO GRANDE

Campo Grande tem a terceira maior colônia de imigrantes japoneses do Brasil. São cerca de 15 mil descendentes, considerando até a 4a geração, conforme dados oficiais de 2018. "Dos descendentes que vivem em Campo Grande, 70% são da província de Okinawa. Com isso o município é um dos únicos do país, e até do mundo, que ainda falam o dialeto da ilha fora do Japão". informação do site Campo Grande News.

À esquerda foto do Sobá e à direita a placa comemorativa aos colonizadores japoneses de Okinawa em Campo Grande.
  

A vinda de japoneses para essa região do Brasil aconteceu em 1909 em um navio pelo rio Paraguai atraídos por trabalho na construção da ferrovia Noroeste próximo a Corumbá. Mas o que de fato encantou os imigrantes foi o solo rico próprio para a agricultura onde se adaptaram e decidiram se fixar.

Na bagagem trouxeram a cultura, os hábitos e alimentação japonesa tão forte a ponto de transformá-la em um prato típico de Campo Grande. O Sobá.  Com direito à monumento e festa anual da Feira Central, o Sobá é uma comida preparada com macarrão originário do Japão feito a base de trigo sarraceno.  Acompanha carne picada, tempero verde e ovo cozido, é servido dentro de um prato tipo bowl mergulhado num caldo preparado com osso de boi e legumes cozidos por cerca de 6 horas.  No Japão, o caldo é feito com o osso do porco, de peixe e legumes e leva de 6 a 9h de cozimento.  A escolha pelo tipo de caldo fica como opção e gosto de cada um. Diferente do original, no sobá de Campo Grande, acrescenta-se shoyo. Uma adaptação ao paladar brasileiro.

Para oficializar a importância desses imigrantes, em 2014, o governador de Okinawa veio do Japão acompanhado de uma delegação de 200 pessoas. Para marcar o evento foi inaugurada uma placa comemorativa da chegada dos primeiros japoneses em Campo Grande. Uma colônia forte representada em clube próprio, manifestação das tradições e  promovem cada vez mais o intercâmbio de estudo e trabalho com o Japão.

AQUÁRIO DO PANTANAL -  BIO PARQUE 

Depois de tantos problemas enfrentados nos 11 anos desde o início da construção, a hora é de festejar. Idealizado para ser uma atração turística internacional ele tem também como objetivo a pesquisa científica e a educação ambiental. Ele será habitado por cerca de 10 mil animais subdividido por mais de 250 espécies.

É um dos maiores aquários de água doce do país localizado na capital Campo Grande. Sem dúvida a maior atração da vida animal pantaneira, o jacaré, está lá, velado como rei com todos os cuidados que o meio ambiente exige. Com 19mil m2 de área construída tem 33 tanques totalizando um volume de 5 mil m3 de água. Aquário do Pantanal - Bio Parque é o nome popular do Centro de Pesquisa e readaptação da Ictiofauna Pantaneira.

Um projeto do arquiteto Ruy Ohtake, falecido em 2021. O Museu Interativo da Biodiversidade, dentro do mesmo complexo, tem como principal objetivo divulgar a biodiversidade do pantanal sul-mato-grossense.


PARQUE DAS NAÇÕES INDÍGENAS

O Parque das Nações Indígenas é um parque urbano "gigante", como dizem os sul-campo-grandenses, com infra-estrutura de lazer e esporte às margens de um lago formado pela águas da nascente o córrego Prosa. Uma particularidade deste espaço é possuir um parque infantil adaptado para crianças com deficiência. Além de local para apresentações culturais, a Concha Acústica Helena Meirelles, Museus e monumentos destaques para:

À direita foto da Cascata no Parque, em cima à esquerda Monumento ao Cavaleiro Guaicuru e embaixo foto panorâmica do Aquário do Pantanal.
 

- Cascata no Parque: A barragem que represa o lago formam cascatas em dois níveis junto a jardinagem e formam um belo cenário do parque.

- Monumento ao Cavaleiro Guaicuru: O monumento, obra do escultor sul-mato-grossense Anor Mendespor, representa o índio guerreiro da etnia Guaicurus. A obra tem 7 m de altura e está em uma ilha do lago com acesso por uma ponte de madeira.

- Momumento  ao Índio: Está localizado na área central do parque, projeto do arquiteto Roberto Montezuma. É um obelisco em formato de zarabatana em homenagem às culturas indígenas do Estado do Mato Grosso do Sul.

PARQUE DOS PODERES

O parque abriga as sedes administrativas dos três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. Mas o habitante e primeiros donos naturais do lugar são os quatis, pacas, tucanos, araras, mutum em perfeita harmonia com a natureza. Conviver entre esses animais faz parte do cotidiano de quem usa o parque para o trabalho ou lazer.

O local cívico e urbanístico possui avenidas para ciclismo, caminhadas, corridas. Repetindo a fala dos sul-mato-grossensses: "é gigante". Dirigir por essas avenidas exige cuidado redobrado. 

 

MUSEU LÍDIA BAIS MORADA DOS BAIS

É um dos cartões postais no centro da capital. Lídia Baís é uma grande artista que se destacou também pelo temperamento irreverente e inquieto.

Obs. Não foi visitado por estar sendo restaurado, porém não pode deixar de ser citado.

Legenda de foto para acesso do deficiente visual. #pracegover. Arte de Leticia Rieper.- Seu blog dá acesso ao deficiente visual?