sexta-feira, 28 de junho de 2019

Fondue e vinho branco. Por que não?

Mesa servida com o fondue de queijo, pão e vinho branco.

Quando na Suíça, aja como os suíços. Quase como uma alquimia, a poção mágica colocada sobre a mesa é um verdadeiro ritual. Uma celebração de prazer a ser dividida com amores e vidas em perfeito equilíbrio com vinho branco.

Ainda que os vinhos suíços não sejam famosos como os franceses, italianos, entre outros, eles harmonizam especialmente com os seus ricos e deliciosos queijos. A Suíça está colocada entre os 20 maiores produtores de vinho do mundo, porém, exporta somente 1% da sua produção. Para beber dele só se você estiver entre esse seleto grupo de 1% ou se for um privilegiado por conhecer este país.

Muito mais do que por charme, da forma como é consumido nos dias hoje, o fondue surgiu por uma questão de sobrevivência. A mais tradicional comida suíça teve sua origem na Idade Média como uma necessidade de armazenar alimento.

Considerando que a palavra fondue significa derretido ou fundido nada mais óbvio do que o nome dado à esta iguaria. Contam que tudo era feito de forma rústica em um caldeirão e que certa vez, de forma involuntária, alguém passou um pedaço de pão neste queijo derretido e desde então existe o fondue tal qual conhecemos.

Todo o processo é explicado de uma forma que parece simples: a massa ou o queijo era derretido, acrescentando vinho ou aguardente, no caso o kirsch, um destilado de cereja próprio da região. Depois de frio e novamente endurecido o queijo não corria o risco de estragar e servia de alimento durante o rigor do inverno ou durante as batalhas.

Garrafa de vinho branco


Toalha e talheres na mesa do jantar.
Entrada do restaurante de nome Le Dézaley - Restaurant Vaudois em Zurich



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