terça-feira, 5 de março de 2019

Assisti ao filme A Esposa


Cartaz de divulgação do filme com Glenn Close e Jonathan Pryce na noite do prêmio de Nobel.
A trama é sobre a vida de Joan (Glenn Close) casada com Joe Castlemann ( Jonathan Pryce) um escritor premiado com o Nobel de Literatura. Tudo se desenvolve no cenário entre a realização deste evento e as lembranças do passado. Uma trajetória de altos e baixos, amor e traição, renúncia e muita paixão.

A frase que marca a história é “eu sou criadora de reis”. Assim ela responde ao rei da Suécia quando perguntada sobre a sua profissão. O sentido dessa afirmação se compreende quando as lembranças de Joan a levam ao passado, e trazem à tona a sua real participação nos livros escritos, até então de autoria exclusiva de Joe.

Já ouvi muitos comentários a respeito da atitude dessa mulher. Para mim, ela abriu mão da fama e não do seu talento, em prol do homem que amava. Muito mais importante, no meu entendimento, foi a dor de abrir mão do seu amor para as aventuras do marido.

Que se respeite a mulher que faz por amor. E nesse sentido, a frase que marca a história, de acordo com a minha percepção é “se você manchar o nome de Joe, eu processo você”. Dirigida ao biógrafo, interpretada por Christian Slater, interessado em contar a vida do premiado escritor.

A Esposa - The Wife, do livro de Meg Wolitzer. O filme foi lançado em 2017. Direção de Björn Runge.

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