quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Parque Municipal da Caieira - Lazer e cultura entre a natureza



Montagem feita com duas fotos: em cima o portal feito em madeira com desenho das construções dos fornos, escrito o nome do parte e a saudação de bem vindo. Abaixo o caminho de acesso ladeado de palmeiras imperiais. Entre as duas fotos uma tarja de cor escura esverdeada com o nome do post e nome do blog em letras brancas. Predominam os tons verdes da vegetação.


Qualquer sensação de andar por uma alameda de palmeiras imperiais sobre um piso de casqueiro natural é pura realidade. Elas estão lá ao longo do caminho de acesso do portal ao local de descanso e construções históricas. Sem contar o espetáculo da apresentação espontânea dos guarás também chamados de Íbis escarlate. Um pássaro de plumagem vermelha a sobrevoar e dar rasantes em busca de alimento.

Lazer, cultura, conhecimento em um só espaço. Tão perto de quem sai da zona do conforto e tão longe daqueles que se limitam ao bairro em que moram. A 10 km do centro da cidade, no Bairro Ademar Garcia, é possível desfrutar de trilhas, sem risco de se perder, convívio com a natureza e com o frescor da Baía da Babitonga. Basta, ler as placas indicativas e viver momentos embrenhados pela Mata Atlântica. 

Assim é o Parque Municipal da Caieira, um complexo ambiental e arqueológico. Uma área de preservação permanente de 1,27 km2, rica em biodiversidade e das mais ameaçadas do planeta, decretada Reserva da Biosfera pela Unesco. Tudo isso em uma Joinville que poucos joinvilenses conhecem.

Na parte física, o tamanho do pórtico anuncia a grandeza do lugar. Na chegada, do lado direito, está o prédio administrativo, espaço de exposição com enormes folderes que contam sobre a história e  dão informações sobre a riqueza da fauna e flora.

Destaque para os guardas que cuidam do parque e dão orientação de forma atenciosa e gentil. Melhor ainda, valorizam e demonstram carinho pelo local. Informaram que sempre há um grande número de visitantes, principalmente nos fins de semana. E não se omitem de dizer precisamente que cerca de 70 pessoas se espalham pelo gramado e que o lugar é seguro.

Durante o ano letivo o parque é uma referência importante para a educação ambiental do Município. Escolas da rede pública e privada realizam visitas periódicas e frequentes. Uma enorme ausência, lamentada pela zeladora, nesse período de pandemia.

A origem do nome do parque vem da exploração e beneficiamento da cal, obtida pela queima em fornos, das conchas que formavam o sambaqui da região. Uma economia lucrativa do final do século XIX até 1943. Pode-se medir esta potência na indicação do local do cais. Uma placa informa que a produção era escoada e distribuída em todo o Cone Sul do continente americano.
 
É preciso ter boa vontade, carinho e respeito com Joinville. A maior cidade de Santa Catarina tem atração, divertimento e cultura ao alcance de todos.
 
Dia de sol, céu aberto e gramado verde. Aos fundos árvores e os dois fornos de queima da cal sobre construção de madeira e telhado em formato de duas águas e placas indicativas. No canto direito, de costa eu estou usando camieseta azul marinho com o nome do blog.

Foto aproximada da construção de madeira, em detalhe o telhado em formato de duas águas. Gramdo verde e mutias árvores.

Trecho da trilha por dentro da Mata Atlântica. Caminho sobre cascalhos e folhas. Árvores e plantas baixas nas laterais.

Foto aproximada do telhado entre as duas construção e ao fundo a vista para a Baía da Babitonga.

Placa com mapa de localização do Cais com vista para a Baía da Babitonga.

Foto panorâmica com área de restinga, mangue, Baía da Babitonga

Foto aproximada de galhos de árvore com vegetação e flores de cor rosa claro enraizadas. Ao fundo o céu azul.

Foto panorâmica da praça na entrada do parque com brinquedos e crianças fazendo piquenique.

Foto aproximada de galhos de árvores proximos do chão com bromélias.

Foto do voo de pássaro guará sobre a baía da Babitonga. Ao fundo o céu azul sem nuvem realça a cor vermelha da ave. No canto direito algumas folhas verde da vegetação natural .

*nota: Falha em não citar o nome das pessoas com quem conversei no parque, mas omitir a informação seria errar duas vezes. Essa visita aconteceu no dia 24/11 e o retorno para buscar tais dados não foi possível devido ao fechamento como medida contra o coronavírus.

 

Legenda de foto para acesso do deficiente visual. #pracegover.  Arte de Leticia Rieper.

- Seu blog dá acesso ao deficiente visual?     


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