quarta-feira, 12 de março de 2014

Só Mais Uma MAISON CARTIER




montagem de foto com vitrines de lojas, dois relógio se aliança Cartier


CARTIER uma grife que vai além de qualquer modismo ou capricho de época.

Cartier foi o primeiro joalheiro a explorar a feminilidade. 

A chegada de Jeanne Toussaint, apelidada de "la panthère", deu vida e transfomou a pantera num objeto de desejo, que passou a reinar soberana nos designs da Cartier. Mulher de personalidade independente e temperamento livre, trabalhou "estreitamente" ao lado de Louis Cartier.


Foto de um anel de brilhante desenho de uma pantera com ônix e pedra de safira azul.

Há muita história por trás desta nada simples maison de luxo francesa fundada em 1847.

Um loja Cartier você encontra em qualquer grande cidade, em qualquer grande centro.
Em especial no Brasil, você a encontra em shoppings de luxo ou em ruas guardadas por seguranças armados.

Em Lugano na Suíça, uma loja Cartier divide a rua com uma verdureira, o mais comum estabelecimento comercial de uma cidade, sem perder seu charme e grandeza.

Civilidade no Admirável Mundo Novo...ou Velho.


          Foto onde apareço em frente a uma loja Cartier  e a uma verdureira nas ruas da cidade de Lugano, na Suíça.


Restou uma curiosidade: _qual seria o comportamento independente e livre de uma mulher segundo os padrões da época?

Informações tiradas do site Cartier Histórias e Estórias

8 comentários:

  1. Deveria ser a recusa de lavar as cuecas do marido...

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  2. Bacana essa historia da Cartier e sua colaboradora. Não conhecia. Conheço algumas peças que são absolutamente lendárias, e que popularizaram , foram bem copiadas. E tão bonitas, ficaram acessiveis. Ate hoje uma Galerie Lafayette da vida, vende sem pudor uma copia, bijuteria, sem colocar creditos. Como se fosse uma musica que ja ganhou aquela liberdade de tocar em toda parte sem que se tenha que pagar royalties. Democrático mesmo é um mundo onde convive a miséria da Africa e uma loja dessas. Essa liberdade tem que existir. E o mundo tem que fluir. Achei grande a alusao da quitanda com a Cartier. é mesmo isso, cada um com seu espaço, sua sina, sua capacidade de dar a volta por cima. Nao é uma rima. E nem uma solução... esse meu comentário menos panfletario do que sou normalmente. Mas quem fala tem que fazer e nesse momento estou encolhida aqui cuidando de minhas coisas. Bjosss e bom dia.

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    1. Oi Camille, achei um contraste muito interessante. Abraços e obrigada.

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  3. A loja e a feira...
    O desejável de um lado... o necessário do outro.

    E eu curtindo os dois :)

    'Coisas de marcas' são muito criticadas pela turma que acha que tanto faz um relógio paraguaio ou original, mas é de um pensamento bem idiota, as vezes invejoso, na maioria das vezes por ignorar o que a marca trás.
    E não é só história ou um fator de status, é material de qualidade.
    Um relógio que, se a pessoa cuidar,vai ficar pros netos (mesmo que do ladrão que afanar um relógio desses kkk)

    Eu tive chefa que tinha casaco de 'grife' que tinha uns 25 anos de comprado e parecia novo.
    Costuras e botões impecavelmente nos lugares, e o corte ...O designem das peças?

    Não que todo mundo ache boa ideia ter um casaco que dure 30 anos, né não? Povo compra hoje já pensando no que vai comprar amanhã kkk

    Ah, eu adoraria poder viajar muito... e é bem legal mostrar um local e contar a história sobre ele, seja uma marca, seja uma pessoa...Eu adoro saber os detalhes.

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    1. Lu é preciso conhecer, saber que existe e entender que não está ao nosso alcance, infelizmente. Mas realmente algumas grifes, fazerm por merecer o status que tem. Abraços.

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  4. Raquel, post perfeito!! Isso é o que mais me encanta na Suíça: a simplicidade e o luxo andam juntos. Isso é muito comum pelas ruas daqui. Só quem conhece uma marca de fato e a sua história é capaz de dar valor a um objeto de grife, pois não é só o status da marca em sim que conta, mas sim a história que vem com ela. Adorei o post!! Bjs
    ps: acredita que ainda não conheço Lugano?!?

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    1. Oi Sandra. Bom ver teu comentário neste post. Para quem não sabe, a Sandra é blogueira, (Founde & Chocolate) brasileira e mora na Suíça. Falando com conhecimento de causa.

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