domingo, 10 de maio de 2015

EU VENCI...


Esta frase saltou-me aos olhos entre tantas outras que li de @MharioLincoln #domeulivro

Uma dolorosa situação que só entende quem já amou e perdeu. Ou venceu? Este é um novo ponto de vista.

Mas como é essa travessia entre a derrocada final do relacionamento e a vitória?

Qual o tamanho desta batalha? Como dimensionar os estragos causados no coração? Qual o número de feridos na alma? Quantos sentimentos morreram até que fosse possível novamente hastear a bandeira.

Vencer ou vencer é a única opção.

Você chora, esperneia, grita, procura, se ilude diante da mínima esperança que só você enxerga.

Muitas são as recaídas, verdadeiras crises de abstinência que ocorrem durante este trajeto.

Não adianta tentar cortar o caminho. Para alguns eles são mais curtos, para outros mais longos, alguns com curvas outros com retas, com subidas e decidas. 

O seu tem o tamanho e o tempo que você precisa para percorrer.

Ataque, recue, avance, pule os campos minados, bombardeie tudo dentro da sua medida, força e resistência.

Os ferimentos serão muitos, alguns até infeccionam. "Na arte militar, cada operação tem partes que exigem a luz do dia, e outras que pedem as trevas do segredo". Do livro A Arte da Guerra.

Quando você tiver percorrido todo o campo de batalha, você encontrará o lugar certo para atirar a última granada. Haverá uma explosão com estilhaços para todos os lados.

É hora da ARTILHARIA PESADA. 

E quando "você falar sobre o seu ex amor sem chorar..." poderá gritar: EU VENCI.



Um comentário:

  1. Isso mesmo, Raquel!
    Na vitória não se admite lágrimas, mas, gargalhadas e comemorações!
    Abraços!

    VitorNani & Hang Gliding Paradise

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